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<!DOCTYPE ead PUBLIC "+//ISBN 1-931666-00-8//DTD ead.dtd (Encoded Archival Description (EAD) Version 2002)//EN" "http://lcweb2.loc.gov/xmlcommon/dtds/ead2002/ead.dtd">
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    <eadid identifier="comunidades" countrycode="PT" mainagencycode="IRSCM-PP" url="https://arquivohistorico.irscm.pt/index.php/comunidades" encodinganalog="identifier">N</eadid>
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        <titleproper encodinganalog="title">Comunidades</titleproper>
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        <publisher encodinganalog="publisher">Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria, Província Portuguesa</publisher>
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          <addressline>Solar da Torre<lb/>Largo Paulo Orósio, s/ n.º</addressline>
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        <date normal="2020-06-30" encodinganalog="date">2020-06-30</date>
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    <did>
      <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidades</unittitle>
      <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N</unitid>
      <unitdate normal="1876/2015" encodinganalog="3.1.3">1876 - 2015</unitdate>
      <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        103 u.i. (59 pt., 37 env., 6 cap., 1 liv.); papel, papel fotográfico, tecido.    </physdesc>
      <repository>
        <corpname>Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria, Província Portuguesa</corpname>
        <address>
          <addressline>Solar da Torre<lb/>Largo Paulo Orósio, s/ n.º</addressline>
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          <addressline>Email: arquivo@irscm.pt</addressline>
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        <language langcode="fre">French</language>
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        <language langcode="por">Portuguese</language>
      </langmaterial>
      <note type="generalNote">
        <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
      </note>
      <note type="generalNote">
        <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: o ano de 1876 diz respeito à data da informação.</p>
      </note>
      <origination encodinganalog="3.2.1">
        <corpname id="atom_6258_actor">Comunidades</corpname>
      </origination>
    </did>
    <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
      <note>
        <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
      </note>
    </bioghist>
    <odd type="publicationStatus">
      <p>Published</p>
    </odd>
    <odd type="levelOfDetail">
      <p>Partial</p>
    </odd>
    <odd type="statusDescription">
      <p>Final</p>
    </odd>
    <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
      <p>Reúne documentação/informação relativa a Comunidades Locais, na sua maioria, já encerradas, a saber: Casa do Sagrado Coração de Maria (Porto) (1969-1971); Colégio de Nossa Senhora do Rosário (Porto) ([post.1926]-[ant.1967]); Colégio do Sagrado Coração de Maria (Aveiro) (1928-2015); Colégio do Sagrado Coração de Maria (Braga) (1876-1972); Colégio do Sagrado Coração de Maria (Covilhã) (1963-1997); Colégio do Sagrado Coração de Maria (Fátima) ([post. 1951]- ); Colégio do Sagrado Coração de Maria (Guarda) (1927-2002); Colégio do Sagrado Coração de Maria (Guimarães) (1932-1969); Colégio do Sagrado Coração de Maria (Portalegre) (1955-1972); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Aljezur) (1989-1999); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Arnoia) (1975-2007); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Azurva) (1975-1982); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Baixa da Banheira) (1974-1979); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Cabeção) (1989-2011); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Canelas) ([post. 1975]-[ant. 2018]); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Fervença) (1981-1983); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Guarda) (1995-2009); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – Estrela) ([post. 1990]-[ant. 1991]); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – Hintze Ribeiro) ([post. 1982]-[ant. 1996]); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – Ilha do Pico) (1982-2000); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – Picheleira) (1974-1982); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – São Bento) (1983-2011); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – Sarmento de Beires) ([post. 1981]-[ant. 1995]); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Monchique) (1980-2012); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Mondim de Basto) (2008?); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Monte Brito) (1942-2000); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Porto – Ramalde) ([post. 1974]-[ant. 1989]); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Porto – Vilarinha) ([post. 1992]-[ant. 2001]); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Vila Nova de Famalicão) (1987-2001); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Vilarinho de São Romão) ([post. 1976]-2001); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Viseu) (1992-2008); Lar de Nossa Senhora do Livramento (Porto) (1981-2014); Lar do Sagrado Coração de Maria (Aveiro) (1955-1967); Lar do Sagrado Coração de Maria (Guarda) (1973-2002); Lar do Sagrado Coração de Maria (Guimarães) (1962-1993); Lar do Sagrado Coração de Maria (Portalegre) (1978-2005); Lar do Sagrado Coração de Maria (Viseu) (1983-2010); Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (Aveiro) (1990-2003); Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (Braga) (1960-2005); Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – São Bento) (1934-1982); Patronato de São José, Lamego ([post. 1935]-1945).</p>
    </scopecontent>
    <arrangement encodinganalog="3.3.4">
      <p>A organização da secção obedeceu à natureza dos documentos e da informação agrupando-se em 41 subsecções, a saber: Casa do Sagrado Coração de Maria (Porto); Colégio de Nossa Senhora do Rosário (Porto); Colégio do Sagrado Coração de Maria (Aveiro); Colégio do Sagrado Coração de Maria (Braga); Colégio do Sagrado Coração de Maria (Covilhã); Colégio do Sagrado Coração de Maria (Fátima); Colégio do Sagrado Coração de Maria (Guarda); Colégio do Sagrado Coração de Maria (Guimarães); Colégio do Sagrado Coração de Maria (Portalegre); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Aljezur); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Arnoia); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Azurva); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Baixa da Banheira); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Cabeção); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Canelas); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Fervença); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Guarda); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – Estrela); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – Hintze Ribeiro); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – Ilha do Pico); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – Picheleira); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – São Bento); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – Sarmento de Beires); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Monchique); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Mondim de Basto); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Monte Brito); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Porto – Ramalde); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Porto – Vilarinha); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Vila Nova de Famalicão); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Vilarinho de São Romão); Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Viseu); Lar de Nossa Senhora do Livramento (Porto); Lar do Sagrado Coração de Maria (Aveiro); Lar do Sagrado Coração de Maria (Guarda); Lar do Sagrado Coração de Maria (Guimarães); Lar do Sagrado Coração de Maria (Portalegre); Lar do Sagrado Coração de Maria (Viseu); Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (Aveiro); Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (Braga); Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – São Bento); Patronato de São José (Lamego).<lb/>Foi constituída uma série, a saber “Encontros de alunas/alunos”.</p>
    </arrangement>
    <accruals encodinganalog="3.3.3">
      <p>Estão previstos novos ingressos em data ainda a definir.</p>
    </accruals>
    <processinfo>
      <p>
        <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
      </p>
      <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
    </processinfo>
    <dsc type="combined">
      <c level="series">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Encontros de alunas/alunos</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/001</unitid>
          <unitdate normal="1901/2015" encodinganalog="3.1.3">1901 - 2015</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação: "Datas": data crítica. A documentação não apresenta qualquer data, pela análise do seu contexto depreende-se que tenha sido produzida nos séculos XX-XXI. </p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6261_actor">Comunidades</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém memórias de encontros de antigas alunas dos Colégios, Lares e Lares Universitários do Sagrado Coração de Maria.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Aveiro e Braga</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/001/0001</unitid>
            <unitdate normal="1901/2015" encodinganalog="3.1.3">1901 - 2015</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação; "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 0;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0090, n.º 4. 
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído. Título formal “Índice + Doc[umento] Fantasma”. Optou-se pela atribuição de um título porque o título formal não era consistente com a documentação e informação veiculada. </p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação: "Datas": data crítica. A documentação não apresenta qualquer data, pela análise do seu contexto depreende-se que tenha sido produzida no século XX-XXI. </p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6264_actor">Comunidades</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra as memórias dos encontros de antigas alunas dos Colégios do Sagrado Coração de Maria de Aveiro e Braga e do Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria de Braga.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Aveiro)</corpname>
            <corpname role="subject">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Braga)</corpname>
            <corpname role="subject">Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (Braga)</corpname>
            <subject>Historiais/memórias</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Casa do Sagrado Coração de Maria (Porto)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/A</unitid>
          <unitdate normal="1969/1971" encodinganalog="3.1.3">1969 - 1971</unitdate>
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        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6274_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6275_actor">Casa do Sagrado Coração de Maria (Porto)</corpname>
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          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-7affaa27bf89d3e4dc07daa4781dc557" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A Comunidade de RSCM conhecida como Comunidade "Shalom", tinha como nome oficial Casa do Sagrado Coração de Maria e estava sediada na r. Nossa Senhora da Fátima, n.º 506, 1.º esq., na cidade do Porto (União das Freguesias de Cedofeita, Santo Ildefonso, Sé, Miragaia, São Nicolau e Vitória, con. e distr. do Porto, prq. de Cedofeita, dio. do Porto).<lb/>A Comunidade foi fundada no biénio de 1969-1970, tendo as RSCM ocupado a referida morada a 15 de setembro de 1969, e funcionou como centro estudantil para meninas do Liceu Carolina Michaëlis (atual Escola Secundária Carolina Michaëlis) até 1976, altura em que se deu o seu encerramento.<lb/>Integrava um grupo de 4 RSCM, a saber: Bernardette Maria Fernandes, Maria Humberta Freitas, Maria das Neves Peixoto e Maria Pires.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa à fundação da Casa SCM no Porto.<lb/>Integra uma memória da fundação da Comunidade (s.d.), assim como correspondência.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Porto – Shalom</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/A/0001</unitid>
            <unitdate normal="1969/1971" encodinganalog="3.1.3">1969 - 1971</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 16;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0036, n.º 10.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6278_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6279_actor">Casa do Sagrado Coração de Maria (Porto)</corpname>
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          </did>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
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            <note>
              <p>A Comunidade de RSCM conhecida como Comunidade "Shalom", tinha como nome oficial Casa do Sagrado Coração de Maria e estava sediada na r. Nossa Senhora da Fátima, n.º 506, 1.º esq., na cidade do Porto (União das Freguesias de Cedofeita, Santo Ildefonso, Sé, Miragaia, São Nicolau e Vitória, con. e distr. do Porto, prq. de Cedofeita, dio. do Porto).<lb/>A Comunidade foi fundada no biénio de 1969-1970, tendo as RSCM ocupado a referida morada a 15 de setembro de 1969, e funcionou como centro estudantil para meninas do Liceu Carolina Michaëlis (atual Escola Secundária Carolina Michaëlis) até 1976, altura em que se deu o seu encerramento.<lb/>Integrava um grupo de 4 RSCM, a saber: Bernardette Maria Fernandes, Maria Humberta Freitas, Maria das Neves Peixoto e Maria Pires.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra uma memória relativa à fundação da Comunidade (s.d.).<lb/>Apresenta os planos das RSCM, apresentados à Comissão de Avaliação de Experiências, relativos à fundação da Comunidade, assim como a respetiva avaliação (1969).<lb/>Integra correspondência trocada entre as RSCM “fundadoras da comunidade” com a RSCM, Maria do Nascimento Serra, Superiora Provincial (1964-1970), e a Fundação Beneficente Faialense, Inc., sediada nos Estados Unidos da América (8 de janeiro de 1971).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Comissão de Avaliação de Experiências</name>
            <name role="subject">Maria do Nascimento Serra</name>
            <name role="subject">Maria da Encarnação Serra</name>
            <name role="subject">Fundação Beneficente Faialense, Inc.</name>
            <subject>Historiais/memórias</subject>
            <subject>Planos</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Colégio de Nossa Senhora do Rosário (Porto)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/B</unitid>
          <unitdate normal="1926/1967" encodinganalog="3.1.3">1926 - 1967</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 env.); papel fotográfico.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1926]-[ant. 1967]. </p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6291_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6293_actor">Colégio de Nossa Senhora do Rosário (Porto)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-6886428a25459ea56bd73cb65674761e" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Os primórdios da Comunidade de RSCM do Colégio de Nossa Senhora do Rosário remetem para data anterior a 1850, ano em que Miss Margaret Hennessey (1818-1896) chega a Portugal, mais concretamente à cidade do Porto, para dirigir um colégio situado no n.º 132 da r. da Torrinha, de onde passa para o n.º 96 da r. da Picaria já com a designação de Colégio Inglês.<lb/>Provavelmente, em finais de 1869 o referido Colégio passa a funcionar no n.º 45 da r. da Fábrica de onde sai, em 1872 já sob a direção das RSCM, para instalações situadas no n.º 2 da pç. Coronel Pacheco, onde funcionou até à instauração do regime republicano em 1910. Nos n.ºs 3 a 8 da referida praça, funcionaram a partir de finais de 1878, inícios de 1879 uma escola gratuita para crianças pobres e uma escola para meninas de classe média.<lb/>Com o encerramento do Colégio em 1910, as RSCM, que optaram por se manter na cidade do Porto, passaram à clandestinidade continuando sempre a ensinar crianças pobres e a acolher estudantes do Liceu e do Magistério Primário, primeiramente nos anexos do edifício do Colégio na referida pç. Coronel Pacheco, de onde passam para uma casa na r. de Cedofeita (c. 1912) e, mais tarde, para uma outra casa na r. dos Bragas (c. 1917).<lb/>O Colégio reabre no ano de 1926 sob a égide de Nossa Senhora do Rosário, instalando-se no Palacete Boaventura, na av. da Boavista, onde se dedica a ensinar e formar as filhas de algumas das famílias com mais prestígio da cidade do Porto, tendo obtido, a 21 de novembro de 1932, alvará da Inspecção-Geral do Ensino Particular do Ministério da Instrução Pública permitindo-lhe lecionar os cursos primário, secundário e técnico-profissional e artístico, assim como o curso complementar de letras.<lb/>A 15 de outubro de 1958 inauguram-se as novas (e ainda atuais) instalações do Colégio, em edifício criado de raiz no n.º 2856 da av. da Boavista, funcionando, desde o ano letivo de 1995-1996, em regime de autonomia pedagógica em todos os níveis de ensino.<lb/>A mudança de instalações em 1958 forçou a renúncia da ação das RSCM no Patronato, conhecido por Escola Doméstica Condessa de Santiago de Lobão, fundado em 1952 e instalado em edifício anexo à casa de habitação da referida Condessa, sita no n.º 1354 da av. da Boavista.<lb/>Foram primeiras Diretoras do Colégio e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade de RSCM a ele associada as Madres Saint Marie Hennesey (1871-1872) e Saint Thomas Hennessey (1872-?). Da mesma forma, de 1926 a 1967, foram Diretoras e Coordenadoras/Superioras Locais as seguintes RSCM: Maria Ascenção Miranda (1926-1930), Maria do Divino Coração Oliva (1930-1936), Saint Foy Conde (1936-1939), Maria Xavier Twoney (1939-1941), Maria da Santíssima Trindade Castro (1941-1947), Maria do Bom Conselho Coelho (1947-1953), Maria de S. José Cardoso (1953-1954), Maria do Bom Pastor Costa (1954-1962), Maria Celina Coelho (1962-1963), Margarida de Jesus Torres (1963-1967) e Maria Tomás d’Aquino Mendes (1967-?).</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém iconografia.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>A organização da subsecção obedeceu à natureza dos documentos e da informação constituindo-se uma série, a saber: Iconografia.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos ingressos adicionais.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c level="series">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Iconografia</unittitle>
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            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 env.); papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
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            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação: “Datas”: data crítica.  A documentação não apresenta qualquer data [post. 1926]-[ant. 1967]. </p>
            </note>
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              <corpname id="atom_6297_actor">Colégio de Nossa Senhora do Rosário (Porto)</corpname>
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              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
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              <p>Os primórdios da Comunidade de RSCM do Colégio de Nossa Senhora do Rosário remetem para data anterior a 1850, ano em que Miss Margaret Hennessey (1818-1896) chega a Portugal, mais concretamente à cidade do Porto, para dirigir um colégio situado no n.º 132 da r. da Torrinha, de onde passa para o n.º 96 da r. da Picaria já com a designação de Colégio Inglês.<lb/>Provavelmente, em finais de 1869 o referido Colégio passa a funcionar no n.º 45 da r. da Fábrica de onde sai, em 1872 já sob a direção das RSCM, para instalações situadas no n.º 2 da pç. Coronel Pacheco, onde funcionou até à instauração do regime republicano em 1910. Nos n.ºs 3 a 8 da referida praça, funcionaram a partir de finais de 1878, inícios de 1879 uma escola gratuita para crianças pobres e uma escola para meninas de classe média.<lb/>Com o encerramento do Colégio em 1910, as RSCM, que optaram por se manter na cidade do Porto, passaram à clandestinidade continuando sempre a ensinar crianças pobres e a acolher estudantes do Liceu e do Magistério Primário, primeiramente nos anexos do edifício do Colégio na referida pç. Coronel Pacheco, de onde passam para uma casa na r. de Cedofeita (c. 1912) e, mais tarde, para uma outra casa na r. dos Bragas (c. 1917).<lb/>O Colégio reabre no ano de 1926 sob a égide de Nossa Senhora do Rosário, instalando-se no Palacete Boaventura, na av. da Boavista, onde se dedica a ensinar e formar as filhas de algumas das famílias com mais prestígio da cidade do Porto, tendo obtido, a 21 de novembro de 1932, alvará da Inspecção-Geral do Ensino Particular do Ministério da Instrução Pública permitindo-lhe lecionar os cursos primário, secundário e técnico-profissional e artístico, assim como o curso complementar de letras.<lb/>A 15 de outubro de 1958 inauguram-se as novas (e ainda atuais) instalações do Colégio, em edifício criado de raiz no n.º 2856 da av. da Boavista, funcionando, desde o ano letivo de 1995-1996, em regime de autonomia pedagógica em todos os níveis de ensino.<lb/>A mudança de instalações em 1958 forçou a renúncia da ação das RSCM no Patronato, conhecido por Escola Doméstica Condessa de Santiago de Lobão, fundado em 1952 e instalado em edifício anexo à casa de habitação da referida Condessa, sita no n.º 1354 da av. da Boavista.<lb/>Foram primeiras Diretoras do Colégio e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade de RSCM a ele associada as Madres Saint Marie Hennesey (1871-1872) e Saint Thomas Hennessey (1872-?). Da mesma forma, de 1926 a 1967, foram Diretoras e Coordenadoras/Superioras Locais as seguintes RSCM: Maria Ascenção Miranda (1926-1930), Maria do Divino Coração Oliva (1930-1936), Saint Foy Conde (1936-1939), Maria Xavier Twoney (1939-1941), Maria da Santíssima Trindade Castro (1941-1947), Maria do Bom Conselho Coelho (1947-1953), Maria de S. José Cardoso (1953-1954), Maria do Bom Pastor Costa (1954-1962), Maria Celina Coelho (1962-1963), Margarida de Jesus Torres (1963-1967) e Maria Tomás d’Aquino Mendes (1967-?).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra 3 fotografias a p&amp;b documentando atividades que tiveram lugar no Colégio de Nossa Senhora do Rosário (Porto).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização cronológica das unidades de instalação.</p>
          </arrangement>
          <custodhist encodinganalog="3.2.3">
            <p>A documentação encontrava-se junta, na mesma u.i. (env.), com documentação pertencente às seguintes subsecções da secção Comunidades: Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (São Bento – Lisboa), Colégio do Sagrado Coração de Maria (Fátima),  Lar do Sagrado Coração de Maria (Viseu) e Colégio do Sagrado Coração de Maria (Aveiro):  da secção Formação Inicial a subsecção Noviciado; da secção Missões a subsecção Moçambique e da secção Iconografia, tendo sido retirada e integrada na respetiva secção e subsecção.</p>
          </custodhist>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
          </processinfo>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Iconografia</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/B/001/0001</unitid>
              <unitdate normal="1926/1967" encodinganalog="3.1.3">1926 - 1967</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 env.); papel fotográfico.    </physdesc>
              <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
                <language langcode="por">Portuguese</language>
              </langmaterial>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. F1-035, n.º 4, fot.1, 2 e 3. 
<lb/></p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído. O título formal é “Fotos Arq[uivo] Histórico”.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1926]-[ant. 1967]. </p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_6300_actor">Comunidades</corpname>
                <corpname id="atom_6301_actor">Colégio de Nossa Senhora do Rosário (Porto)</corpname>
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            </did>
            <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-6886428a25459ea56bd73cb65674761e" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Os primórdios da Comunidade de RSCM do Colégio de Nossa Senhora do Rosário remetem para data anterior a 1850, ano em que Miss Margaret Hennessey (1818-1896) chega a Portugal, mais concretamente à cidade do Porto, para dirigir um colégio situado no n.º 132 da r. da Torrinha, de onde passa para o n.º 96 da r. da Picaria já com a designação de Colégio Inglês.<lb/>Provavelmente, em finais de 1869 o referido Colégio passa a funcionar no n.º 45 da r. da Fábrica de onde sai, em 1872 já sob a direção das RSCM, para instalações situadas no n.º 2 da pç. Coronel Pacheco, onde funcionou até à instauração do regime republicano em 1910. Nos n.ºs 3 a 8 da referida praça, funcionaram a partir de finais de 1878, inícios de 1879 uma escola gratuita para crianças pobres e uma escola para meninas de classe média.<lb/>Com o encerramento do Colégio em 1910, as RSCM, que optaram por se manter na cidade do Porto, passaram à clandestinidade continuando sempre a ensinar crianças pobres e a acolher estudantes do Liceu e do Magistério Primário, primeiramente nos anexos do edifício do Colégio na referida pç. Coronel Pacheco, de onde passam para uma casa na r. de Cedofeita (c. 1912) e, mais tarde, para uma outra casa na r. dos Bragas (c. 1917).<lb/>O Colégio reabre no ano de 1926 sob a égide de Nossa Senhora do Rosário, instalando-se no Palacete Boaventura, na av. da Boavista, onde se dedica a ensinar e formar as filhas de algumas das famílias com mais prestígio da cidade do Porto, tendo obtido, a 21 de novembro de 1932, alvará da Inspecção-Geral do Ensino Particular do Ministério da Instrução Pública permitindo-lhe lecionar os cursos primário, secundário e técnico-profissional e artístico, assim como o curso complementar de letras.<lb/>A 15 de outubro de 1958 inauguram-se as novas (e ainda atuais) instalações do Colégio, em edifício criado de raiz no n.º 2856 da av. da Boavista, funcionando, desde o ano letivo de 1995-1996, em regime de autonomia pedagógica em todos os níveis de ensino.<lb/>A mudança de instalações em 1958 forçou a renúncia da ação das RSCM no Patronato, conhecido por Escola Doméstica Condessa de Santiago de Lobão, fundado em 1952 e instalado em edifício anexo à casa de habitação da referida Condessa, sita no n.º 1354 da av. da Boavista.<lb/>Foram primeiras Diretoras do Colégio e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade de RSCM a ele associada as Madres Saint Marie Hennesey (1871-1872) e Saint Thomas Hennessey (1872-?). Da mesma forma, de 1926 a 1967, foram Diretoras e Coordenadoras/Superioras Locais as seguintes RSCM: Maria Ascenção Miranda (1926-1930), Maria do Divino Coração Oliva (1930-1936), Saint Foy Conde (1936-1939), Maria Xavier Twoney (1939-1941), Maria da Santíssima Trindade Castro (1941-1947), Maria do Bom Conselho Coelho (1947-1953), Maria de S. José Cardoso (1953-1954), Maria do Bom Pastor Costa (1954-1962), Maria Celina Coelho (1962-1963), Margarida de Jesus Torres (1963-1967) e Maria Tomás d’Aquino Mendes (1967-?).</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Published</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Encerra 3 fotografias a p&amp;b documentando várias atividades que tiveram lugar no Colégio de Nossa Senhora do Rosário (Porto), nomeadamente: pormenor de uma aula da 2.ª classe, alunas junto à escadaria das instalações do Colégio, sitas no Palacete Boaventura (Porto) e reunião de religiosas de várias congregações no claustro das instalações do Colégio, sitas no n.º 2856 da av. da Boavista (Porto), aquando de um curso que ali teve lugar no ano de 1967.</p>
            </scopecontent>
            <arrangement encodinganalog="3.3.4">
              <p>Organização original.</p>
            </arrangement>
            <controlaccess>
              <subject>Iconografia/fotografia</subject>
            </controlaccess>
            <processinfo>
              <p>
                <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
              </p>
            </processinfo>
            <processinfo>
              <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
            </processinfo>
          </c>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Aveiro)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/C</unitid>
          <unitdate normal="1928/2015" encodinganalog="3.1.3">1928 - 2015</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        6 u.i. (4 pt., 2 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="fre">French</language>
            <language langcode="lat">Latin</language>
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: o ano de 1928 remete para a data da informação. </p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6305_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6307_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Aveiro)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-4ee583af9bf2fce3cf292750b17b20bb" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro foi fundado em 10 outubro de 1928 nas instalações do antigo Colégio Moderno das senhoras Montenegro, sitas na pç. Marquês de Pombal em Aveiro (con., distr. e dio.), sob a denominação de Colégio de Nossa Senhora de Fátima, com as valências de internato e externato.<lb/>A partir de 1956, o Colégio, renomeado Colégio do Sagrado Coração de Maria, passa a funcionar no n.º 175 da av. Dr. Lourenço Peixinho o que permitiu juntar, ao ensino primário e secundário, o infantário. Cerca de 1958 surge, anexo ao Colégio, o Patronato.   Durante a sua existência foram Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade de RSCM associada ao referido Colégio, as seguintes religiosas: Maria das Cinco Chagas Peixoto (1928), Maria Teresa de Jesus Kopke (1928-1930), Maria do Coração de Jesus Mendes (1930-1936), Maria da Purificação Barroso (1936-1939), Maria do Divino Coração Oliva (1939-1946), Maria Rafael de Vasconcelos (1946-1952), Maria do Nascimento Serra (1952-1958), Maria de S. João Cardoso (1958-1963), Maria Cândida Valente (1963-1964), Maria Tomás de Aquino Mendes (1964-1967) e Maria de Nazaré Correia (1967).<lb/>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro encerrou no ano de 1988.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém originais e cópias de documentação e informação relativas ao funcionamento do Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro.<lb/>Apresenta informação sobre o processo de encerramento do Colégio e venda das respetivas instalações, nomeadamente extratos das atas das reuniões do Conselho Provincial e Capítulo Provincial, assim como correspondência com várias entidades.<lb/>Encerra os dados estatísticos do Patronato associado ao Colégio e os relatórios das atividades religiosas e apostólicas desenvolvidas e realizadas pelo e no Colégio.<lb/>Reúne as crónicas da Comunidade de RSCM associada ao referido Colégio, assim como os projetos comunitários e respetivas avaliações.<lb/>Integra 6 fotografias a p&amp;b das instalações sitas na av. Dr. Lourenço Peixinho, n.º 175.<lb/>Compreende documentação relativa ao Lar do Sagrado Coração de Maria de Aveiro, sito na av. Dr. Lourenço Peixinho.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação. Foi constituída uma série, a saber: Iconografia.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
        </processinfo>
        <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
          <p>(relação sucessora) PT/IRSCM-PP/Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (F), Lar do Sagrado Coração de Maria (Aveiro).</p>
        </relatedmaterial>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Aveiro – Colégio documentação vária</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/C/0001</unitid>
            <unitdate normal="1928/2015" encodinganalog="3.1.3">1928 - 2015</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        2 u.i. (1 pt., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="lat">Latin</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 2;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0032, n.º 1; AHIRSCM, cx. F6-01, n.º 82. Por questões de conservação, a fotografia a p&amp;b foi retirada.
<lb/> 
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: o ano de 1928 remete para a data da informação.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6310_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6311_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Aveiro)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-4ee583af9bf2fce3cf292750b17b20bb" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro foi fundado em 10 outubro de 1928 nas instalações do antigo Colégio Moderno das senhoras Montenegro, sitas na pç. Marquês de Pombal em Aveiro (con., distr. e dio.), sob a denominação de Colégio de Nossa Senhora de Fátima, com as valências de internato e externato.<lb/>A partir de 1956, o Colégio, renomeado Colégio do Sagrado Coração de Maria, passa a funcionar no n.º 175 da av. Dr. Lourenço Peixinho o que permitiu juntar, ao ensino primário e secundário, o infantário. Cerca de 1958 surge, anexo ao Colégio, o Patronato.   Durante a sua existência foram Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade de RSCM associada ao referido Colégio, as seguintes religiosas: Maria das Cinco Chagas Peixoto (1928), Maria Teresa de Jesus Kopke (1928-1930), Maria do Coração de Jesus Mendes (1930-1936), Maria da Purificação Barroso (1936-1939), Maria do Divino Coração Oliva (1939-1946), Maria Rafael de Vasconcelos (1946-1952), Maria do Nascimento Serra (1952-1958), Maria de S. João Cardoso (1958-1963), Maria Cândida Valente (1963-1964), Maria Tomás de Aquino Mendes (1964-1967) e Maria de Nazaré Correia (1967).<lb/>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro encerrou no ano de 1988.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra originais e cópias de documentação respeitante ao funcionamento do Colégio, nomeadamente alvarás, ofícios e declarações da Direcção Geral do Ensino Particular e Cooperativo do Ministério da Educação e da Cultura e do Centro Regional de Segurança Social de Aveiro abordando assuntos como o cancelamento do internato e do ensino preparatório e secundário.<lb/>Apresenta o regulamento para as alunas internas, aprovado em 10 de novembro de 1952, assim como a ficha da comunidade, a licença para fechar (modelo C2), com deferimento da RSCM, Patricia Connor, Superiora Geral (1985-1995), e respetivo Conselho, datado de 22 de fevereiro de 1988, e os extratos das atas das reuniões realizadas com o Conselho Provincial e do Capítulo Provincial onde a situação do Colégio foi abordada.<lb/>Integra originais e fotocópias de correspondência trocada com várias entidades, nomeadamente os Bispos de Aveiro, D. Manuel de Almeida Trindade (1962-1988) e D. António Baltasar Marcelino (1988-2006), a Federação de Associações de Pais de Aveiro, a Associação de Pais do referido Colégio, o Ministro da Educação e a Câmara Municipal de Aveiro.<lb/>Contém uma fotografia, a p&amp;b, das instalações do Colégio, as fichas estatísticas de 1969 e 1970 relativas ao Patronato a ele associado e uma memória da reunião das antigas alunas e professoras com data de 24 de outubro de 2015.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Direcção Geral do Ensino Particular e Cooperativo</name>
            <name role="subject">Ministério da Educação e da Cultura</name>
            <name role="subject">Centro Regional de Segurança Social de Aveiro</name>
            <name role="subject">Patrícia Connor</name>
            <name role="subject">D. Manuel de Almeida Trindade</name>
            <name role="subject">D. António Baltasar Marcelino</name>
            <name role="subject">Federação de Associações de Pais de Aveiro</name>
            <name role="subject">Associação de Pais do Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro</name>
            <name role="subject">Câmara Municipal de Aveiro</name>
            <subject>Alvarás</subject>
            <subject>Ofícios</subject>
            <subject>Ficha da comunidade</subject>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
            <subject>Licenças</subject>
            <subject>Atas</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Iconografia/fotografia</subject>
            <subject>Historiais/memórias</subject>
            <subject>Regulamentos</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Aveiro – Colégio relatório de atividades apostólicas</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/C/0002</unitid>
            <unitdate normal="1961/1963" encodinganalog="3.1.3">1961 - 1963</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação: "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 2;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0032, n.º 2.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6344_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6345_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Aveiro)</corpname>
            </origination>
          </did>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-4ee583af9bf2fce3cf292750b17b20bb" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro foi fundado em 10 outubro de 1928 nas instalações do antigo Colégio Moderno das senhoras Montenegro, sitas na pç. Marquês de Pombal em Aveiro (con., distr. e dio.), sob a denominação de Colégio de Nossa Senhora de Fátima, com as valências de internato e externato.<lb/>A partir de 1956, o Colégio, renomeado Colégio do Sagrado Coração de Maria, passa a funcionar no n.º 175 da av. Dr. Lourenço Peixinho o que permitiu juntar, ao ensino primário e secundário, o infantário. Cerca de 1958 surge, anexo ao Colégio, o Patronato.   Durante a sua existência foram Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade de RSCM associada ao referido Colégio, as seguintes religiosas: Maria das Cinco Chagas Peixoto (1928), Maria Teresa de Jesus Kopke (1928-1930), Maria do Coração de Jesus Mendes (1930-1936), Maria da Purificação Barroso (1936-1939), Maria do Divino Coração Oliva (1939-1946), Maria Rafael de Vasconcelos (1946-1952), Maria do Nascimento Serra (1952-1958), Maria de S. João Cardoso (1958-1963), Maria Cândida Valente (1963-1964), Maria Tomás de Aquino Mendes (1964-1967) e Maria de Nazaré Correia (1967).<lb/>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro encerrou no ano de 1988.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra os relatórios das atividades escolares, religiosas e apostólicas desenvolvidas e realizadas pelo e no Colégio (1961-1963).<lb/>Integra relatórios das atividades religiosas e apostólicas desenvolvidas e realizadas pelo e no Lar do Sagrado Coração de Maria de Aveiro (1962-1963).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Lar do Sagrado Coração de Maria (Aveiro)</corpname>
            <subject>Relatórios</subject>
            <subject>Relatórios de atividades</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
          </processinfo>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Aveiro – Comunidade crónica</unittitle>
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            <unitdate normal="1961/1983" encodinganalog="3.1.3">1961 - 1983</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 2;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0032, n.º 3.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6352_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6353_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Aveiro)</corpname>
            </origination>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
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            <note>
              <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro foi fundado em 10 outubro de 1928 nas instalações do antigo Colégio Moderno das senhoras Montenegro, sitas na pç. Marquês de Pombal em Aveiro (con., distr. e dio.), sob a denominação de Colégio de Nossa Senhora de Fátima, com as valências de internato e externato.<lb/>A partir de 1956, o Colégio, renomeado Colégio do Sagrado Coração de Maria, passa a funcionar no n.º 175 da av. Dr. Lourenço Peixinho o que permitiu juntar, ao ensino primário e secundário, o infantário. Cerca de 1958 surge, anexo ao Colégio, o Patronato.   Durante a sua existência foram Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade de RSCM associada ao referido Colégio, as seguintes religiosas: Maria das Cinco Chagas Peixoto (1928), Maria Teresa de Jesus Kopke (1928-1930), Maria do Coração de Jesus Mendes (1930-1936), Maria da Purificação Barroso (1936-1939), Maria do Divino Coração Oliva (1939-1946), Maria Rafael de Vasconcelos (1946-1952), Maria do Nascimento Serra (1952-1958), Maria de S. João Cardoso (1958-1963), Maria Cândida Valente (1963-1964), Maria Tomás de Aquino Mendes (1964-1967) e Maria de Nazaré Correia (1967).<lb/>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro encerrou no ano de 1988.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Contém correspondência (1970-1983) e crónicas (1961-1967).<lb/>Apresenta um fragmento de uma publicação periódica desconhecida assinalando os 50 anos da presença das RSCM em Aveiro [1978].<lb/>Fornece informação sobre o governo da Comunidade de RSCM associada ao Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro, assim como da persecução da sua missão apostólica.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
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            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Crónicas</subject>
            <subject>Publicações periódicas</subject>
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            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
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          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Aveiro – Comunidade projeto comunitário</unittitle>
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            <unitdate normal="1981/1989" encodinganalog="3.1.3">1981 - 1989</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação: "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 2;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0032, n.º 4.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6359_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6360_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Aveiro)</corpname>
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          </did>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
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            <note>
              <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro foi fundado em 10 outubro de 1928 nas instalações do antigo Colégio Moderno das senhoras Montenegro, sitas na pç. Marquês de Pombal em Aveiro (con., distr. e dio.), sob a denominação de Colégio de Nossa Senhora de Fátima, com as valências de internato e externato.<lb/>A partir de 1956, o Colégio, renomeado Colégio do Sagrado Coração de Maria, passa a funcionar no n.º 175 da av. Dr. Lourenço Peixinho o que permitiu juntar, ao ensino primário e secundário, o infantário. Cerca de 1958 surge, anexo ao Colégio, o Patronato.   Durante a sua existência foram Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade de RSCM associada ao referido Colégio, as seguintes religiosas: Maria das Cinco Chagas Peixoto (1928), Maria Teresa de Jesus Kopke (1928-1930), Maria do Coração de Jesus Mendes (1930-1936), Maria da Purificação Barroso (1936-1939), Maria do Divino Coração Oliva (1939-1946), Maria Rafael de Vasconcelos (1946-1952), Maria do Nascimento Serra (1952-1958), Maria de S. João Cardoso (1958-1963), Maria Cândida Valente (1963-1964), Maria Tomás de Aquino Mendes (1964-1967) e Maria de Nazaré Correia (1967).<lb/>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro encerrou no ano de 1988.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Contém os projetos comunitários da Comunidade de RSCM associada ao Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro (1981-1989) e as respetivas avaliações (1981-1987).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização cronológica crescente.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Avaliações</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
          </processinfo>
        </c>
        <c level="series">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Iconografia</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/C/001</unitid>
            <unitdate normal="1956/1988" encodinganalog="3.1.3">1956 - 1988</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 env.); papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído. </p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1956]-[ant. 1988].</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6366_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6367_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Aveiro)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-4ee583af9bf2fce3cf292750b17b20bb" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro foi fundado em 10 outubro de 1928 nas instalações do antigo Colégio Moderno das senhoras Montenegro, sitas na pç. Marquês de Pombal em Aveiro (con., distr. e dio.), sob a denominação de Colégio de Nossa Senhora de Fátima, com as valências de internato e externato.<lb/>A partir de 1956, o Colégio, renomeado Colégio do Sagrado Coração de Maria, passa a funcionar no n.º 175 da av. Dr. Lourenço Peixinho o que permitiu juntar, ao ensino primário e secundário, o infantário. Cerca de 1958 surge, anexo ao Colégio, o Patronato.   Durante a sua existência foram Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade de RSCM associada ao referido Colégio, as seguintes religiosas: Maria das Cinco Chagas Peixoto (1928), Maria Teresa de Jesus Kopke (1928-1930), Maria do Coração de Jesus Mendes (1930-1936), Maria da Purificação Barroso (1936-1939), Maria do Divino Coração Oliva (1939-1946), Maria Rafael de Vasconcelos (1946-1952), Maria do Nascimento Serra (1952-1958), Maria de S. João Cardoso (1958-1963), Maria Cândida Valente (1963-1964), Maria Tomás de Aquino Mendes (1964-1967) e Maria de Nazaré Correia (1967).<lb/>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro encerrou no ano de 1988.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Contém 5 fotografias a preto e branco do edifício do Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <custodhist encodinganalog="3.2.3">
            <p>A documentação encontrava-se junta, na mesma u.i. (env.), com documentação pertencente às seguintes subsecções da secção Comunidades: Colégio do Sagrado Coração de Maria (Fátima); Colégio de Nossa Senhora do Rosário, Lar do Sagrado Coração de Maria (Viseu) e Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (São Bento – Lisboa); da secção Formação Inicial a subsecção Noviciado, da secção Missões a subsecção Moçambique e da secção Iconografia, tendo sido retirada e integrada na respetiva secção e subsecção.</p>
          </custodhist>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
          </processinfo>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Iconografia</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/C/001/0001</unitid>
              <unitdate normal="1956/1988" encodinganalog="3.1.3">1956 - 1988</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 env.); papel fotográfico.    </physdesc>
              <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
                <language langcode="por">Portuguese</language>
              </langmaterial>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial;
<lb/>. (atual)  AHIRSCM, cx. F2-06, n.º 1. 
<lb/></p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído. O título formal é “Fotos Arq[uivo] Histórico”</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1956]-[ant. 1988].</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_6370_actor">Comunidades</corpname>
                <corpname id="atom_6371_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Aveiro)</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-4ee583af9bf2fce3cf292750b17b20bb" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro foi fundado em 10 outubro de 1928 nas instalações do antigo Colégio Moderno das senhoras Montenegro, sitas na pç. Marquês de Pombal em Aveiro (con., distr. e dio.), sob a denominação de Colégio de Nossa Senhora de Fátima, com as valências de internato e externato.<lb/>A partir de 1956, o Colégio, renomeado Colégio do Sagrado Coração de Maria, passa a funcionar no n.º 175 da av. Dr. Lourenço Peixinho o que permitiu juntar, ao ensino primário e secundário, o infantário. Cerca de 1958 surge, anexo ao Colégio, o Patronato.   Durante a sua existência foram Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade de RSCM associada ao referido Colégio, as seguintes religiosas: Maria das Cinco Chagas Peixoto (1928), Maria Teresa de Jesus Kopke (1928-1930), Maria do Coração de Jesus Mendes (1930-1936), Maria da Purificação Barroso (1936-1939), Maria do Divino Coração Oliva (1939-1946), Maria Rafael de Vasconcelos (1946-1952), Maria do Nascimento Serra (1952-1958), Maria de S. João Cardoso (1958-1963), Maria Cândida Valente (1963-1964), Maria Tomás de Aquino Mendes (1964-1967) e Maria de Nazaré Correia (1967).<lb/>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro encerrou no ano de 1988.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Published</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Contém 5 fotografias a preto e branco do interior do edifício do Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro.</p>
            </scopecontent>
            <arrangement encodinganalog="3.3.4">
              <p>Organização original.</p>
            </arrangement>
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              <subject>Iconografia/fotografia</subject>
            </controlaccess>
            <processinfo>
              <p>
                <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
              </p>
            </processinfo>
            <processinfo>
              <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
            </processinfo>
          </c>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Braga)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/D</unitid>
          <unitdate normal="1876/1991" encodinganalog="3.1.3">1876 - 1991</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        6 u.i. (4 pt., 1 liv., 1 cap.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="fre">French</language>
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: o intervalo de tempo apresentado remete para a data da informação.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6378_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6379_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Braga)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-cdf13b2094636bc2a6ec9305b945e2f1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Braga foi fundado em março de 1876 ficando conhecido como o “Colégio das inglesinhas”. A Comunidade de RSCM a ele associada começou por se instalar numa casa arrendada na atual r. Visconde de Pindela, Braga (con., distr. e arquidio. de Braga), passando, pouco tempo depois, para um edifício sito no Campo de D. Luís I, mais conhecido como Campo da Vinha.<lb/>Com a implantação do regime republicano em 1910 e a consequente fuga das RSCM do país, o Colégio é encerrado. A sua reabertura dá-se a 10 de maio de 1921 sob a égide de Nossa Senhora da Torre instalando-se no palácio dos Condes de São Martinho no lg. das Carvalheiras, de onde se mudou para novas instalações na r. de São Vítor, com as valências de internato e externato.<lb/>Em 1933, ainda nas instalações do lg. das Carvalheiras, foi criado um Patronato que funcionou, anexo ao Colégio, até 1965(?).<lb/>No ano de 1947 o Colégio, renomeado de Colégio do Sagrado Coração de Maria, torna a mudar de instalações, estas edificadas de raiz no n.º 1 da r. D. Pedro V com as valências de educação pré-escolar, curso primário elementar, curso secundário do 1.º ao 3.º ciclo e admissão à universidade e ao conservatório de música.<lb/>Em 1941 foi criado, anexo ao Colégio, um Lar para as alunas do Liceu, Magistério Primário e Escolas do Ensino Técnico.<lb/>No ano de 1965, também anexo ao referido Colégio, surge o Aspirantado das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Braga.<lb/>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Braga encerrou no ano de 1972.<lb/>Durante a sua existência foram Superioras Locais da Comunidade de RSCM a ele associada as seguintes religiosas: Santo Ligório Mac Mullen (1876), Maria Joseph Butler (1896-1903), Santo Ligório Mac Mullen (1903-1907), Maria de Aquino Ribeiro (1907-1910), Maria de Assis Gomes (1921-1930), Maria Eulália Ryan (1930-1933), Santo Foy Conde (1933-1936), Maria de Gethsemani Feyo (1936-1941), Maria do Nascimento Serra (1941-1946), Maria Gabriel Morais (1946-1947), Maria da Santíssima Trindade Castro (1947-1949), Maria de S. José Cardoso (1949-1953), Maria do Bom Conselho Coelho (1953-1957), Maria Cândida Valente (1957-1963), Maria do Nascimento Serra (1963-1964), Maria do Coração de Jesus Gomes (1964-1968) e Maria José Torres (1968-1972?).</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação e informação relativas ao funcionamento do Colégio do Sagrado Coração de Maria de Braga (Portugal) e à Comunidade de RSCM a ele associada, assim como às suas obras anexas, das quais se destacam o Patronato (1933-1965?), o Lar (1941-1972?) e o Aspirantado (1965-1972?).<lb/>Apresenta, entre outras tipologias documentais a ficha e listas da comunidade de RSCM, as crónicas da comunidade, assim como correspondência e registo de professores.<lb/>Integra uma fotografia a p&amp;b da capela do colégio.<lb/>Encerra fotocópia das cartas circulares enviadas pela RSCM, Maria José Butler, Superiora Geral (1926-1940), compiladas na obra “Tradução das circulares que enviou às suas queridas filhas” (1941).</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos ingressos adicionais.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Braga – Colégio ereção – vária</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/D/0001</unitid>
            <unitdate normal="1876/1972" encodinganalog="3.1.3">1876 - 1972</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 5;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0033, n.º 1.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: o intervalo de tempo apresentado remete para a data da informação.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6382_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6383_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Braga)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-cdf13b2094636bc2a6ec9305b945e2f1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Braga foi fundado em março de 1876 ficando conhecido como o “Colégio das inglesinhas”. A Comunidade de RSCM a ele associada começou por se instalar numa casa arrendada na atual r. Visconde de Pindela, Braga (con., distr. e arquidio. de Braga), passando, pouco tempo depois, para um edifício sito no Campo de D. Luís I, mais conhecido como Campo da Vinha.<lb/>Com a implantação do regime republicano em 1910 e a consequente fuga das RSCM do país, o Colégio é encerrado. A sua reabertura dá-se a 10 de maio de 1921 sob a égide de Nossa Senhora da Torre instalando-se no palácio dos Condes de São Martinho no lg. das Carvalheiras, de onde se mudou para novas instalações na r. de São Vítor, com as valências de internato e externato.<lb/>Em 1933, ainda nas instalações do lg. das Carvalheiras, foi criado um Patronato que funcionou, anexo ao Colégio, até 1965(?).<lb/>No ano de 1947 o Colégio, renomeado de Colégio do Sagrado Coração de Maria, torna a mudar de instalações, estas edificadas de raiz no n.º 1 da r. D. Pedro V com as valências de educação pré-escolar, curso primário elementar, curso secundário do 1.º ao 3.º ciclo e admissão à universidade e ao conservatório de música.<lb/>Em 1941 foi criado, anexo ao Colégio, um Lar para as alunas do Liceu, Magistério Primário e Escolas do Ensino Técnico.<lb/>No ano de 1965, também anexo ao referido Colégio, surge o Aspirantado das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Braga.<lb/>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Braga encerrou no ano de 1972.<lb/>Durante a sua existência foram Superioras Locais da Comunidade de RSCM a ele associada as seguintes religiosas: Santo Ligório Mac Mullen (1876), Maria Joseph Butler (1896-1903), Santo Ligório Mac Mullen (1903-1907), Maria de Aquino Ribeiro (1907-1910), Maria de Assis Gomes (1921-1930), Maria Eulália Ryan (1930-1933), Santo Foy Conde (1933-1936), Maria de Gethsemani Feyo (1936-1941), Maria do Nascimento Serra (1941-1946), Maria Gabriel Morais (1946-1947), Maria da Santíssima Trindade Castro (1947-1949), Maria de S. José Cardoso (1949-1953), Maria do Bom Conselho Coelho (1953-1957), Maria Cândida Valente (1957-1963), Maria do Nascimento Serra (1963-1964), Maria do Coração de Jesus Gomes (1964-1968) e Maria José Torres (1968-1972?).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra a ficha da comunidade do Colégio, cuja informação se compreende entre os anos de 1876 e 1972.<lb/>Apresenta 2 listas da comunidade ([post. 1953]-1962), assim como 1 petição, com a assinatura autógrafa de 42 religiosas, solicitando à Superiora Provincial a conservação do hábito [196-?].<lb/>Encerra a aprovação do estudo sobre o governo local apresentado pelo Colégio ao Conselho Provincial (Lisboa, 24 a 26 de janeiro de [196-?]), assim como 1 exemplar do convite para a inauguração das novas instalações do Noviciado do Instituto do Sagrado Coração de Maria em Braga (s.d.).<lb/>Apresenta a cópia do requerimento, enviado à Cúria Romana, solicitando a bênção apostólica para todos os que ajudaram na construção da capela do Colégio, assim como para todos aqueles que estiverem presentes na cerimónia da sua inauguração (Lisboa, 29 de janeiro de 1949).<lb/>Integra 2 fragmentos, colados em papel, de publicações periódicas desconhecidas relatando as comemorações bracarenses do 100.º aniversário passado sobre a morte da fundadora do IRSCM, Madre Saint Jean Pélissier Cure, e 120.º aniversário da fundação do IRSCM [1969].</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Hábito</name>
            <name role="subject">Noviciado do Sagrado Coração de Maria (Braga)</name>
            <name role="subject">Madre Saint Jean</name>
            <subject>Ficha da comunidade</subject>
            <subject>Listas</subject>
            <subject>Petições</subject>
            <subject>Convites</subject>
            <subject>Requerimentos</subject>
            <subject>Publicações periódicas</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
          </processinfo>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Braga – Colégio crónica</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/D/0002</unitid>
            <unitdate normal="1876/1967" encodinganalog="3.1.3">1876 - 1967</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 5;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0033, n.º 2.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: o ano de 1876 remete para a data da informação.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6399_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6400_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Braga)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-cdf13b2094636bc2a6ec9305b945e2f1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Braga foi fundado em março de 1876 ficando conhecido como o “Colégio das inglesinhas”. A Comunidade de RSCM a ele associada começou por se instalar numa casa arrendada na atual r. Visconde de Pindela, Braga (con., distr. e arquidio. de Braga), passando, pouco tempo depois, para um edifício sito no Campo de D. Luís I, mais conhecido como Campo da Vinha.<lb/>Com a implantação do regime republicano em 1910 e a consequente fuga das RSCM do país, o Colégio é encerrado. A sua reabertura dá-se a 10 de maio de 1921 sob a égide de Nossa Senhora da Torre instalando-se no palácio dos Condes de São Martinho no lg. das Carvalheiras, de onde se mudou para novas instalações na r. de São Vítor, com as valências de internato e externato.<lb/>Em 1933, ainda nas instalações do lg. das Carvalheiras, foi criado um Patronato que funcionou, anexo ao Colégio, até 1965(?).<lb/>No ano de 1947 o Colégio, renomeado de Colégio do Sagrado Coração de Maria, torna a mudar de instalações, estas edificadas de raiz no n.º 1 da r. D. Pedro V com as valências de educação pré-escolar, curso primário elementar, curso secundário do 1.º ao 3.º ciclo e admissão à universidade e ao conservatório de música.<lb/>Em 1941 foi criado, anexo ao Colégio, um Lar para as alunas do Liceu, Magistério Primário e Escolas do Ensino Técnico.<lb/>No ano de 1965, também anexo ao referido Colégio, surge o Aspirantado das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Braga.<lb/>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Braga encerrou no ano de 1972.<lb/>Durante a sua existência foram Superioras Locais da Comunidade de RSCM a ele associada as seguintes religiosas: Santo Ligório Mac Mullen (1876), Maria Joseph Butler (1896-1903), Santo Ligório Mac Mullen (1903-1907), Maria de Aquino Ribeiro (1907-1910), Maria de Assis Gomes (1921-1930), Maria Eulália Ryan (1930-1933), Santo Foy Conde (1933-1936), Maria de Gethsemani Feyo (1936-1941), Maria do Nascimento Serra (1941-1946), Maria Gabriel Morais (1946-1947), Maria da Santíssima Trindade Castro (1947-1949), Maria de S. José Cardoso (1949-1953), Maria do Bom Conselho Coelho (1953-1957), Maria Cândida Valente (1957-1963), Maria do Nascimento Serra (1963-1964), Maria do Coração de Jesus Gomes (1964-1968) e Maria José Torres (1968-1972?).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra as crónicas da comunidade do Colégio e das obras a ele anexas (1956-1967).<lb/>Apresenta uma memória do processo verbal de bênção da comunidade fundadora de Braga com informação que reporta para o dia 3 de setembro de 1876.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização cronológica crescente.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <subject>Crónicas</subject>
            <subject>Historiais/memórias</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
          </processinfo>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Tradução das circulares que enviou às suas queridas filhas</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/D/0003</unitid>
            <unitdate normal="1941/1941" encodinganalog="3.1.3">1941</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 liv.), papel, cartão, plástico(?).    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 7, gaveta 7.2. bolsa 1;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. A019, n.º 7. 
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal da unidade de instalação “livro”. A unidade de instalação “pasta” apresentava o seguinte título: “Livro de cartas – M[adre] Butler”. </p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Datas": data crítica. </p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6405_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6406_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Braga)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-cdf13b2094636bc2a6ec9305b945e2f1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Braga foi fundado em março de 1876 ficando conhecido como o “Colégio das inglesinhas”. A Comunidade de RSCM a ele associada começou por se instalar numa casa arrendada na atual r. Visconde de Pindela, Braga (con., distr. e arquidio. de Braga), passando, pouco tempo depois, para um edifício sito no Campo de D. Luís I, mais conhecido como Campo da Vinha.<lb/>Com a implantação do regime republicano em 1910 e a consequente fuga das RSCM do país, o Colégio é encerrado. A sua reabertura dá-se a 10 de maio de 1921 sob a égide de Nossa Senhora da Torre instalando-se no palácio dos Condes de São Martinho no lg. das Carvalheiras, de onde se mudou para novas instalações na r. de São Vítor, com as valências de internato e externato.<lb/>Em 1933, ainda nas instalações do lg. das Carvalheiras, foi criado um Patronato que funcionou, anexo ao Colégio, até 1965(?).<lb/>No ano de 1947 o Colégio, renomeado de Colégio do Sagrado Coração de Maria, torna a mudar de instalações, estas edificadas de raiz no n.º 1 da r. D. Pedro V com as valências de educação pré-escolar, curso primário elementar, curso secundário do 1.º ao 3.º ciclo e admissão à universidade e ao conservatório de música.<lb/>Em 1941 foi criado, anexo ao Colégio, um Lar para as alunas do Liceu, Magistério Primário e Escolas do Ensino Técnico.<lb/>No ano de 1965, também anexo ao referido Colégio, surge o Aspirantado das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Braga.<lb/>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Braga encerrou no ano de 1972.<lb/>Durante a sua existência foram Superioras Locais da Comunidade de RSCM a ele associada as seguintes religiosas: Santo Ligório Mac Mullen (1876), Maria Joseph Butler (1896-1903), Santo Ligório Mac Mullen (1903-1907), Maria de Aquino Ribeiro (1907-1910), Maria de Assis Gomes (1921-1930), Maria Eulália Ryan (1930-1933), Santo Foy Conde (1933-1936), Maria de Gethsemani Feyo (1936-1941), Maria do Nascimento Serra (1941-1946), Maria Gabriel Morais (1946-1947), Maria da Santíssima Trindade Castro (1947-1949), Maria de S. José Cardoso (1949-1953), Maria do Bom Conselho Coelho (1953-1957), Maria Cândida Valente (1957-1963), Maria do Nascimento Serra (1963-1964), Maria do Coração de Jesus Gomes (1964-1968) e Maria José Torres (1968-1972?).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra fotocópia das cartas circulares enviadas pela RSCM, Maria José Butler, Superior Geral (1926-1940), compiladas na obra “Tradução das Circulares que Enviou às Suas Queridas Filhas” cuja data da publicação original é o ano de 1941.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Maria de Saint Foy Conde</name>
            <name role="subject">Inês de Jesus Teixeira</name>
            <name role="subject">Maria Amélia Gomes Conde</name>
            <name role="subject">Maria da Conceição Soares Teixeira</name>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Cartas circulares</subject>
            <subject>Circulares</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
          </processinfo>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Braga – Colégio documentação vária</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/D/0004</unitid>
            <unitdate normal="1947/1975" encodinganalog="3.1.3">1947 - 1975</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 5;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0033, n.º 3; AHIRSCM, cx. D02, n.º 3. Por razões de conservação, os 2 fragmentos da publicação periódica foram retirados. 
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal;</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6416_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6417_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Braga)</corpname>
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          </did>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-cdf13b2094636bc2a6ec9305b945e2f1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Braga foi fundado em março de 1876 ficando conhecido como o “Colégio das inglesinhas”. A Comunidade de RSCM a ele associada começou por se instalar numa casa arrendada na atual r. Visconde de Pindela, Braga (con., distr. e arquidio. de Braga), passando, pouco tempo depois, para um edifício sito no Campo de D. Luís I, mais conhecido como Campo da Vinha.<lb/>Com a implantação do regime republicano em 1910 e a consequente fuga das RSCM do país, o Colégio é encerrado. A sua reabertura dá-se a 10 de maio de 1921 sob a égide de Nossa Senhora da Torre instalando-se no palácio dos Condes de São Martinho no lg. das Carvalheiras, de onde se mudou para novas instalações na r. de São Vítor, com as valências de internato e externato.<lb/>Em 1933, ainda nas instalações do lg. das Carvalheiras, foi criado um Patronato que funcionou, anexo ao Colégio, até 1965(?).<lb/>No ano de 1947 o Colégio, renomeado de Colégio do Sagrado Coração de Maria, torna a mudar de instalações, estas edificadas de raiz no n.º 1 da r. D. Pedro V com as valências de educação pré-escolar, curso primário elementar, curso secundário do 1.º ao 3.º ciclo e admissão à universidade e ao conservatório de música.<lb/>Em 1941 foi criado, anexo ao Colégio, um Lar para as alunas do Liceu, Magistério Primário e Escolas do Ensino Técnico.<lb/>No ano de 1965, também anexo ao referido Colégio, surge o Aspirantado das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Braga.<lb/>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Braga encerrou no ano de 1972.<lb/>Durante a sua existência foram Superioras Locais da Comunidade de RSCM a ele associada as seguintes religiosas: Santo Ligório Mac Mullen (1876), Maria Joseph Butler (1896-1903), Santo Ligório Mac Mullen (1903-1907), Maria de Aquino Ribeiro (1907-1910), Maria de Assis Gomes (1921-1930), Maria Eulália Ryan (1930-1933), Santo Foy Conde (1933-1936), Maria de Gethsemani Feyo (1936-1941), Maria do Nascimento Serra (1941-1946), Maria Gabriel Morais (1946-1947), Maria da Santíssima Trindade Castro (1947-1949), Maria de S. José Cardoso (1949-1953), Maria do Bom Conselho Coelho (1953-1957), Maria Cândida Valente (1957-1963), Maria do Nascimento Serra (1963-1964), Maria do Coração de Jesus Gomes (1964-1968) e Maria José Torres (1968-1972?).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra, maioritariamente, correspondência trocada com o Grémio Nacional dos Proprietários de Estabelecimentos de Ensino Particular e com o Gabinete de Estudos e Planeamento da Ação Educativa e Direção-Geral da Administração Escolar, estas últimas secções do Ministério da Educação Nacional.<lb/>Integra a pública forma do ofício 46/7/22 de D. António Bento Martins Júnior, Arcebispo de Braga (1933-1963), informando o Governador Civil de Braga da mudança de nome e de instalações, do Colégio de Nossa Senhora da Torre para Colégio do Sagrado Coração de Maria e do lg. das Carvalheiras para o n.º 1 da r. D. Pedro V (Braga, 13 de novembro de 1947).<lb/>Apresenta 2 fragmentos da publicação periódica "O Comércio do Porto" do dia 26 de janeiro de 1972, p. 1 e 9, destacando uma notícia sobre a temática da educação em Portugal.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Grémio Nacional dos Proprietários de Estabelecimentos de Ensino Particular</name>
            <name role="subject">Gabinete de Estudos e Planeamento da Acção Educativa, Ministério da Educação Nacional</name>
            <name role="subject">Direcção-Geral da Administração Escolar, Ministério da Educação Nacional</name>
            <name role="subject">Governo Civil de Braga</name>
            <name role="subject">D. António Bento Martins Júnior</name>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Pública forma</subject>
            <subject>Ofícios</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Apresenta documentos de grande formato cujo suporte se apresenta fragilizado com lacunas e vincos.</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
          </processinfo>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Braga – Colégio fotocópias de registo de professores 1956/57-1971/72</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/D/0005</unitid>
            <unitdate normal="1991/1991" encodinganalog="3.1.3">1991</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação:
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 5;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. D02, n.º 4.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: contém informação compreendida entre1956 e 1991.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6435_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6436_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Braga)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-cdf13b2094636bc2a6ec9305b945e2f1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Braga foi fundado em março de 1876 ficando conhecido como o “Colégio das inglesinhas”. A Comunidade de RSCM a ele associada começou por se instalar numa casa arrendada na atual r. Visconde de Pindela, Braga (con., distr. e arquidio. de Braga), passando, pouco tempo depois, para um edifício sito no Campo de D. Luís I, mais conhecido como Campo da Vinha.<lb/>Com a implantação do regime republicano em 1910 e a consequente fuga das RSCM do país, o Colégio é encerrado. A sua reabertura dá-se a 10 de maio de 1921 sob a égide de Nossa Senhora da Torre instalando-se no palácio dos Condes de São Martinho no lg. das Carvalheiras, de onde se mudou para novas instalações na r. de São Vítor, com as valências de internato e externato.<lb/>Em 1933, ainda nas instalações do lg. das Carvalheiras, foi criado um Patronato que funcionou, anexo ao Colégio, até 1965(?).<lb/>No ano de 1947 o Colégio, renomeado de Colégio do Sagrado Coração de Maria, torna a mudar de instalações, estas edificadas de raiz no n.º 1 da r. D. Pedro V com as valências de educação pré-escolar, curso primário elementar, curso secundário do 1.º ao 3.º ciclo e admissão à universidade e ao conservatório de música.<lb/>Em 1941 foi criado, anexo ao Colégio, um Lar para as alunas do Liceu, Magistério Primário e Escolas do Ensino Técnico.<lb/>No ano de 1965, também anexo ao referido Colégio, surge o Aspirantado das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Braga.<lb/>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Braga encerrou no ano de 1972.<lb/>Durante a sua existência foram Superioras Locais da Comunidade de RSCM a ele associada as seguintes religiosas: Santo Ligório Mac Mullen (1876), Maria Joseph Butler (1896-1903), Santo Ligório Mac Mullen (1903-1907), Maria de Aquino Ribeiro (1907-1910), Maria de Assis Gomes (1921-1930), Maria Eulália Ryan (1930-1933), Santo Foy Conde (1933-1936), Maria de Gethsemani Feyo (1936-1941), Maria do Nascimento Serra (1941-1946), Maria Gabriel Morais (1946-1947), Maria da Santíssima Trindade Castro (1947-1949), Maria de S. José Cardoso (1949-1953), Maria do Bom Conselho Coelho (1953-1957), Maria Cândida Valente (1957-1963), Maria do Nascimento Serra (1963-1964), Maria do Coração de Jesus Gomes (1964-1968) e Maria José Torres (1968-1972?).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra fotocópias do registo de professores do Colégio compreendendo informação entre os anos letivos de 1956-1957 e 1971-1972.<lb/>Integra a carta que acompanhou o envio das fotocópias dos referidos registos para a Secretaria Provincial, cuja Secretária era a RSCM Maria do Rosário da Silva Durães (1990-1998), sendo remetente daquela a RSCM Maria Elvira Marinho Sequeira, última Diretora do dito colégio (Braga, 15 de maio de 1991).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Maria do Rosário Durães</name>
            <name role="subject">Maria Elvira Martinho Sequeira</name>
            <subject>Registos de professores</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Contém documentos de grande formato.</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Covilhã)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/E</unitid>
          <unitdate normal="1963/1997" encodinganalog="3.1.3">1963 - 1997</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        2 u.i. (1 pt., 1 cap.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="fre">French</language>
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído. </p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6445_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6447_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Covilhã)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-a03a84138125b9311d56a0a69591d7dd" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria da Covilhã (con. do distr. de Castelo Branco, dio. da Guarda) foi fundado a 7 de outubro de 1963 sob a égide de Nossa Senhora do Rosário. Primeiramente partilhando governo e material com o seu homónimo da Guarda e somente em regime de externato, em 1964, com o aumento da Comunidade de RSCM a ele associada, passa a ter governo próprio e regime de internato.<lb/>O Colégio e a Comunidade de RSCM a ela associada estiveram sediados na r. de Santo António, em edifício propositadamente erigido para o efeito, até janeiro de 1980. Ali funcionaram o curso primário elementar e os cursos secundários do 1.º e 2.º ciclo. O ensino liceal deixou de funcionar a 14 de junho de 1974 e os ensinos primário e preparatório a 2 de maio de 1976. Já o ensino pré-primário deixou de funcionar no ano letivo de 1981-1982.<lb/>A 17 de novembro de 1978 o referido edifício foi vendido ao Instituto Politécnico da Covilhã, atual Universidade da Beira Interior, tendo as RSCM abandonado definitivamente aquelas instalações no ano de 1980.<lb/>Durante o biénio de 1963-1964 foram Superioras Locais da Comunidade de RSCM do colégio, Maria Celina Coelho (1963-1964) e Maria da Purificação Guerra (1964).</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativas ao funcionamento do Colégio, assim como da Comunidade de RSCM a ele associada.<lb/>Encerra documentos respeitantes à fundação do Colégio, nomeadamente a ficha da comunidade e vários fragmentos de publicações periódicas, onde se destaca o jornal “Notícias da Covilhã”, assinalando aquele facto.<lb/>Integra correspondência trocada com várias pessoas e entidades das quais se destaca o Bispo da Guarda, D. Policarpo da Costa Vaz (1960-979).<lb/>Apresenta as crónicas da Comunidade de RSCM associada ao referido Colégio.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2022.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Covilhã – Colégio documentação vária</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/E/0001</unitid>
            <unitdate normal="1963/1997" encodinganalog="3.1.3">1963 - 1997</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        2 u.i. (1 pt., 1 cap.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 7;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0033, n.º 7; AHIRSCM, cx. C032, n.º 1. Por razões de conservação um fragmento da publicação periódica "Notícias da Covilhã" for retirado. 
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6450_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6451_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Covilhã)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-a03a84138125b9311d56a0a69591d7dd" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria da Covilhã (con. do distr. de Castelo Branco, dio. da Guarda) foi fundado a 7 de outubro de 1963 sob a égide de Nossa Senhora do Rosário. Primeiramente partilhando governo e material com o seu homónimo da Guarda e somente em regime de externato, em 1964, com o aumento da Comunidade de RSCM a ele associada, passa a ter governo próprio e regime de internato.<lb/>O Colégio e a Comunidade de RSCM a ela associada estiveram sediados na r. de Santo António, em edifício propositadamente erigido para o efeito, até janeiro de 1980. Ali funcionaram o curso primário elementar e os cursos secundários do 1.º e 2.º ciclo. O ensino liceal deixou de funcionar a 14 de junho de 1974 e os ensinos primário e preparatório a 2 de maio de 1976. Já o ensino pré-primário deixou de funcionar no ano letivo de 1981-1982.<lb/>A 17 de novembro de 1978 o referido edifício foi vendido ao Instituto Politécnico da Covilhã, atual Universidade da Beira Interior, tendo as RSCM abandonado definitivamente aquelas instalações no ano de 1980.<lb/>Durante o biénio de 1963-1964 foram Superioras Locais da Comunidade de RSCM do colégio, Maria Celina Coelho (1963-1964) e Maria da Purificação Guerra (1964).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra documentação relativa à fundação do Colégio, onde se destaca a ficha da comunidade com informação datada do ano de 1976, uma memória de da Diretora do Colégio, Graciema Pereira da Silva, enviada à Secretária Provincial, Cidália Santos (s.d.) e vários fragmentos de publicações periódicas noticiando a fundação do Colégio e a cerimónia de lançamento da primeira pedra para a construção da sua capela em 1965.<lb/>Compreende originais e cópias de correspondência trocada com várias personalidades nomeadamente entre as Superioras Provinciais, Maria Aloísia Fernandes Alhinho (1959-1964), Maria Lúcia Neto Brandão (1970-1976/1994-2000) e Margarida Maria Gonçalves (1976 -1982), e o Bispo da Guarda, D. Policarpo da Costa Vaz (1960-1979), assim como com o Diretor Geral da Administração Escolar do Ministério da Educação e Cultura e o Diretor dos Serviços Sociais Universitários da Covilhã, Zaro Anita Delgado e Fernandes.<lb/>Integra a minuta da proposta de arrendamento das instalações do Colégio do Sagrado Coração de Maria de Braga ao Ministério da Educação.<lb/>Contém as pautas das alunas do 2.º e 5.º ano relativas ao ano de 1966.<lb/>Apresenta as crónicas da Comunidade de RSCM associada ao Colégio (1964-1967).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Graciema Pereira da Silva</name>
            <name role="subject">Cidália Santos</name>
            <name role="subject">Maria Aloísia Fernandes</name>
            <name role="subject">Maria Lúcia Neto Brandão</name>
            <name role="subject">Margarida Maria Gonçalves</name>
            <name role="subject">D. Policarpo da Costa Vaz</name>
            <name role="subject">Zaro Anita Delgado e Fernandes</name>
            <corpname role="subject">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Braga)</corpname>
            <name role="subject">Maria Leonor Fernandes Alhinho</name>
            <name role="subject">Isabel do Sagrado Coração Brandão</name>
            <name role="subject">Maria Salomé Gonçalves</name>
            <name role="subject">Margarida Maria Maricoto Gonçalves</name>
            <subject>Ficha da comunidade</subject>
            <subject>Historiais/memórias</subject>
            <subject>Publicações periódicas</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Minutas</subject>
            <subject>Pautas</subject>
            <subject>Crónicas</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Fátima)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/F</unitid>
          <unitdate normal="1951" encodinganalog="3.1.3">1951 - ?</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 env.); papel fotográfico.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1951]. </p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6474_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6476_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Fátima)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-ade9e70e1cc2e8675799b2efd4cf656b" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Fátima (freg. do con. de Ourém, distr. de Santarém, prq. de Fátima, dio. de Leiria-Fátima) foi inaugurado no dia 29 de abril de 1951, funcionando, até à atualidade, no n.º 40 da rua Jacinta Marto.<lb/>Com internato e externato, de 1951 até 1960 nele funciona o ensino primário e o primeiro ciclo liceal, tendo o segundo ciclo liceal começado a funcionar no referido ano de 1960.<lb/>Por volta de 1965 o Colégio deixa de ministrar o ensino primário e nesse mesmo ano dá por terminadas as primeiras obras de ampliação das suas instalações.<lb/>Na década de 70 leciona cursos noturnos do ensino preparatório e liceal, passando, em 1973, a regime de coeducação e em 1975 passa a ser subsidiado pelo Estado Português.<lb/>Em 1981 encerra o regime de internato e é construído um novo pavilhão.<lb/>Já no século XXI, nomeadamente em 2002 e 2003, as instalações do Colégio sofrem novas obras de ampliação e renovação de espaços.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém 2 fotografias e 1 bilhete postal a p&amp;b.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>A organização da subsecção obedeceu à natureza dos documentos e informação agrupando-se numa série, a saber: Iconografia.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
        </processinfo>
        <c level="series">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Iconografia</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/F/001</unitid>
            <unitdate normal="1951" encodinganalog="3.1.3">1951 - ?</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 env.); papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1951].</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6479_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6480_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Fátima)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-ade9e70e1cc2e8675799b2efd4cf656b" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Fátima (freg. do con. de Ourém, distr. de Santarém, prq. de Fátima, dio. de Leiria-Fátima) foi inaugurado no dia 29 de abril de 1951, funcionando, até à atualidade, no n.º 40 da rua Jacinta Marto.<lb/>Com internato e externato, de 1951 até 1960 nele funciona o ensino primário e o primeiro ciclo liceal, tendo o segundo ciclo liceal começado a funcionar no referido ano de 1960.<lb/>Por volta de 1965 o Colégio deixa de ministrar o ensino primário e nesse mesmo ano dá por terminadas as primeiras obras de ampliação das suas instalações.<lb/>Na década de 70 leciona cursos noturnos do ensino preparatório e liceal, passando, em 1973, a regime de coeducação e em 1975 passa a ser subsidiado pelo Estado Português.<lb/>Em 1981 encerra o regime de internato e é construído um novo pavilhão.<lb/>Já no século XXI, nomeadamente em 2002 e 2003, as instalações do Colégio sofrem novas obras de ampliação e renovação de espaços.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra 2 fotografias e 1 bilhete postal a p&amp;b.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Iconografia</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/F/001/0001</unitid>
              <unitdate normal="1951" encodinganalog="3.1.3">1951 - ?</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 env.); papel fotográfico.    </physdesc>
              <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
                <language langcode="por">Portuguese</language>
              </langmaterial>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência": 
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. F1-035, n.º 4, fot. 4, 5 e 6.
<lb/></p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído. O título formal é “Fotos Arq[uivo] Histórico”;</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1951].</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_6483_actor">Comunidades</corpname>
                <corpname id="atom_6484_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Fátima)</corpname>
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            </did>
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              <note>
                <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-ade9e70e1cc2e8675799b2efd4cf656b" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Fátima (freg. do con. de Ourém, distr. de Santarém, prq. de Fátima, dio. de Leiria-Fátima) foi inaugurado no dia 29 de abril de 1951, funcionando, até à atualidade, no n.º 40 da rua Jacinta Marto.<lb/>Com internato e externato, de 1951 até 1960 nele funciona o ensino primário e o primeiro ciclo liceal, tendo o segundo ciclo liceal começado a funcionar no referido ano de 1960.<lb/>Por volta de 1965 o Colégio deixa de ministrar o ensino primário e nesse mesmo ano dá por terminadas as primeiras obras de ampliação das suas instalações.<lb/>Na década de 70 leciona cursos noturnos do ensino preparatório e liceal, passando, em 1973, a regime de coeducação e em 1975 passa a ser subsidiado pelo Estado Português.<lb/>Em 1981 encerra o regime de internato e é construído um novo pavilhão.<lb/>Já no século XXI, nomeadamente em 2002 e 2003, as instalações do Colégio sofrem novas obras de ampliação e renovação de espaços.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Published</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Encerra 2 fotografias e 1 bilhete postal a p&amp;b com pormenores e vistas do edifício do Colégio.</p>
            </scopecontent>
            <arrangement encodinganalog="3.3.4">
              <p>Organização original.</p>
            </arrangement>
            <controlaccess>
              <subject>Iconografia/fotografia</subject>
            </controlaccess>
            <custodhist encodinganalog="3.2.3">
              <p>A documentação encontrava-se junta, na mesma u.i. (env.), com documentação pertencente às seguintes subsecções da secção Comunidades: Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (São Bento - Lisboa), Colégio de Nossa Senhora do Rosário (Porto), Lar do Sagrado Coração de Maria (Viseu) e Colégio do Sagrado Coração de Maria (Aveiro); secção Formação, subsecção Formação Inicial a subsubsecção Noviciado; da secção Missões a subsecção Moçambique e da secção Iconografia, tendo sido retirada e integrada na respetiva secção e subsecção.</p>
            </custodhist>
            <processinfo>
              <p>
                <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
              </p>
            </processinfo>
            <processinfo>
              <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
            </processinfo>
          </c>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Guarda)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/G</unitid>
          <unitdate normal="1927/2002" encodinganalog="3.1.3">1927 - 2002</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        5 u.i. (4 pt., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="fre">French</language>
            <language langcode="ita">Italian</language>
            <language langcode="lat">Latin</language>
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: o ano de 1927 remete para a data da informação. </p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6488_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6489_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Guarda)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-db1a9a68d64225e0b38efef4e5e5e789" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria da Guarda (con., distr. e dio. da Guarda) foi fundado em agosto de 1927 sob a égide de Nossa Senhora de Lourdes. Primeiramente, funcionando no Palacete da Baronesa de São João de Areias sito na r. do Paço do Encontro, n.º 35, a partir de abril de 1950, estabelece-se na r. Soeiro Viegas, n.º 2.<lb/>Com regime de internato e externato, no Colégio ministrava-se o ensino primário e os dois primeiros ciclos do ensino secundário. A partir do ano letivo de 1949-1950 passou também a ser ministrado o 3.º ciclo do ensino secundário e, após 1956, o ensino pré-escolar.<lb/>Anexo ao Colégio, foi fundado um Patronato que dava formação e assistência a crianças e jovens com dificuldades económicas.<lb/>O Colégio do Sagrado Coração de Maria na Guarda encerrou em julho de 1972.<lb/>Durante a sua existência foram suas Diretoras e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM a ele associada as seguintes RSCM: Maria do Coração Imaculado Martins (1927-1930), Maria da Conceição Osório (1930-1932), Maria do Sacrário Godinho (1932-1936), Maria do Calvário Neves (1936-1938), Maria de S. José Cardoso (1938-1946), Maria da Conceição Osório (1946-1952), Maria do Bom Pastor Costa (1952-1954), Maria de S. José Cardoso (1954-1958), Maria do Nascimento Serra (1958-1963), Maria Celina Coelho (1963-1967) e Maria do Salvador Baptista (1967-1972?).</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação referente ao Colégio do Sagrado Coração de Maria da Guarda e ao Patronato que lhe estava anexo.<lb/>Compreende, entre outras tipologias documentais, os relatórios de atividades escolares, religiosas, culturais e educativas, as crónicas do Colégio e os pedidos de autorização para visitas de estudo.<lb/>Integra licenças para alienação de propriedade e para despesas extraordinárias relativas às obras no edifício do Colégio.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2022.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborado por Anabela Costa. </p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Guarda Colégio documentação vária</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/G/0001</unitid>
            <unitdate normal="1927/1973" encodinganalog="3.1.3">1927 - 1973</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        2 u.i. (1 pt., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
              <language langcode="ita">Italian</language>
              <language langcode="lat">Latin</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 8;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0035, n.º 1; AHIRSCM, cx. F6-01, n.º 87. Por questões de conservação, as fotografias a p&amp;b foram retiradas.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6492_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6493_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Guarda)</corpname>
            </origination>
          </did>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-db1a9a68d64225e0b38efef4e5e5e789" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria da Guarda (con., distr. e dio. da Guarda) foi fundado em agosto de 1927 sob a égide de Nossa Senhora de Lourdes. Primeiramente, funcionando no Palacete da Baronesa de São João de Areias sito na r. do Paço do Encontro, n.º 35, a partir de abril de 1950, estabelece-se na r. Soeiro Viegas, n.º 2.<lb/>Com regime de internato e externato, no Colégio ministrava-se o ensino primário e os dois primeiros ciclos do ensino secundário. A partir do ano letivo de 1949-1950 passou também a ser ministrado o 3.º ciclo do ensino secundário e, após 1956, o ensino pré-escolar.<lb/>Anexo ao Colégio, foi fundado um Patronato que dava formação e assistência a crianças e jovens com dificuldades económicas.<lb/>O Colégio do Sagrado Coração de Maria na Guarda encerrou em julho de 1972.<lb/>Durante a sua existência foram suas Diretoras e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM a ele associada as seguintes RSCM: Maria do Coração Imaculado Martins (1927-1930), Maria da Conceição Osório (1930-1932), Maria do Sacrário Godinho (1932-1936), Maria do Calvário Neves (1936-1938), Maria de S. José Cardoso (1938-1946), Maria da Conceição Osório (1946-1952), Maria do Bom Pastor Costa (1952-1954), Maria de S. José Cardoso (1954-1958), Maria do Nascimento Serra (1958-1963), Maria Celina Coelho (1963-1967) e Maria do Salvador Baptista (1967-1972?).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra, entre outras tipologias documentais, 1 lista das religiosas da “casa da Guarda” (s.d.) e uma lista das “religiosas que foram a casa de 1967 a 1969” (Guarda, 28 de outubro de 1969), assim como várias licenças para alienação de propriedade e despesas extraordinárias visando obras no edifício do Colégio e terrenos anexos.<lb/>Integra a ficha da comunidade com informação entre 1927 e 1972.<lb/>Compreende documentação que permite reconstruir a história da instituição, a saber: um historial/memória, provavelmente, das cerimónias de lançamento da primeira pedra do novo edifício do Colégio (c. 1940) e o “relatório do Colégio do Sagrado Coração de Maria: Guarda” que compreende informação desde 1927 até 1961.<lb/>Encerra 3 fotografias a p&amp;b, uma delas documenta o “1.º curso de auxiliares de enfermagem” (Guarda, 10 de julho de 1967) e as outras duas, provavelmente, documentam a última comunidade de religiosas do Colégio.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <subject>Listas</subject>
            <subject>Licenças</subject>
            <subject>Ficha da comunidade</subject>
            <subject>Historiais/memórias</subject>
            <subject>Relatórios</subject>
            <subject>Iconografia/fotografia</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
          </processinfo>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Guarda Colégio documentação vária</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/G/0002</unitid>
            <unitdate normal="1955/1975" encodinganalog="3.1.3">1955 - 1975</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 8;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0035, n.º 2. 
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6502_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6503_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Guarda)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-db1a9a68d64225e0b38efef4e5e5e789" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria da Guarda (con., distr. e dio. da Guarda) foi fundado em agosto de 1927 sob a égide de Nossa Senhora de Lourdes. Primeiramente, funcionando no Palacete da Baronesa de São João de Areias sito na r. do Paço do Encontro, n.º 35, a partir de abril de 1950, estabelece-se na r. Soeiro Viegas, n.º 2.<lb/>Com regime de internato e externato, no Colégio ministrava-se o ensino primário e os dois primeiros ciclos do ensino secundário. A partir do ano letivo de 1949-1950 passou também a ser ministrado o 3.º ciclo do ensino secundário e, após 1956, o ensino pré-escolar.<lb/>Anexo ao Colégio, foi fundado um Patronato que dava formação e assistência a crianças e jovens com dificuldades económicas.<lb/>O Colégio do Sagrado Coração de Maria na Guarda encerrou em julho de 1972.<lb/>Durante a sua existência foram suas Diretoras e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM a ele associada as seguintes RSCM: Maria do Coração Imaculado Martins (1927-1930), Maria da Conceição Osório (1930-1932), Maria do Sacrário Godinho (1932-1936), Maria do Calvário Neves (1936-1938), Maria de S. José Cardoso (1938-1946), Maria da Conceição Osório (1946-1952), Maria do Bom Pastor Costa (1952-1954), Maria de S. José Cardoso (1954-1958), Maria do Nascimento Serra (1958-1963), Maria Celina Coelho (1963-1967) e Maria do Salvador Baptista (1967-1972?).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra documentação referente ao quotidiano administrativo e escolar no Colégio do Sagrado Coração de Maria da Guarda, nomeadamente: relatórios de atividades (1955-1957), pedidos de autorização para saídas em visita de estudo (1954/1966-1967) e as listas das alunas apresentadas a exame no ano letivo de 1965-1966.<lb/>Integra documentação referente ao Patronato anexo ao Colégio, entre a qual, os duplicados das fichas estatísticas (modelo III) da Direcção-Geral da Assistência do Ministério da Saúde e Assistência referentes aos anos de 1969 e 1970.<lb/>Compreende cópia, da parte respeitante ao Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria, do testamento de Guilhermina Lopes e respetiva relação de bens (s.d.).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
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            <name role="subject">Guilhermina Lopes</name>
            <name role="subject">Direccção-Geral da Assistência do Ministério da Saúde e Assistência</name>
            <name role="subject">Patronato do Sagrado Coração de Maria (Guarda)</name>
            <subject>Relatórios</subject>
            <subject>Relatórios de atividades</subject>
            <subject>Listas</subject>
            <subject>Fichas</subject>
            <subject>Testamentos</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Guarda Colégio crónica</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/G/0003</unitid>
            <unitdate normal="1961/2002" encodinganalog="3.1.3">1961 - 2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 8;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0035, n.º 3.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6517_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6518_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Guarda)</corpname>
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          </did>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
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            <note>
              <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria da Guarda (con., distr. e dio. da Guarda) foi fundado em agosto de 1927 sob a égide de Nossa Senhora de Lourdes. Primeiramente, funcionando no Palacete da Baronesa de São João de Areias sito na r. do Paço do Encontro, n.º 35, a partir de abril de 1950, estabelece-se na r. Soeiro Viegas, n.º 2.<lb/>Com regime de internato e externato, no Colégio ministrava-se o ensino primário e os dois primeiros ciclos do ensino secundário. A partir do ano letivo de 1949-1950 passou também a ser ministrado o 3.º ciclo do ensino secundário e, após 1956, o ensino pré-escolar.<lb/>Anexo ao Colégio, foi fundado um Patronato que dava formação e assistência a crianças e jovens com dificuldades económicas.<lb/>O Colégio do Sagrado Coração de Maria na Guarda encerrou em julho de 1972.<lb/>Durante a sua existência foram suas Diretoras e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM a ele associada as seguintes RSCM: Maria do Coração Imaculado Martins (1927-1930), Maria da Conceição Osório (1930-1932), Maria do Sacrário Godinho (1932-1936), Maria do Calvário Neves (1936-1938), Maria de S. José Cardoso (1938-1946), Maria da Conceição Osório (1946-1952), Maria do Bom Pastor Costa (1952-1954), Maria de S. José Cardoso (1954-1958), Maria do Nascimento Serra (1958-1963), Maria Celina Coelho (1963-1967) e Maria do Salvador Baptista (1967-1972?).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra as crónicas da Comunidade das RSCM do Colégio (1961-1967).<lb/>Compreende cópia da carta enviada pela RSCM e Secretária Provincial, Cidália Santos, À RSCM Maria Cecília com informações sobre o Colégio (Lisboa, 23 de maio de 2002).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Cidália Santos</name>
            <name role="subject">Maria Cecília Azevedo</name>
            <subject>Crónicas</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Guarda Colégio atividades escolares 1963/1964</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/G/0004</unitid>
            <unitdate normal="1962/1964" encodinganalog="3.1.3">1962 - 1964</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 8;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0035, n.º 4.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6525_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6526_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Guarda)</corpname>
            </origination>
          </did>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-db1a9a68d64225e0b38efef4e5e5e789" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria da Guarda (con., distr. e dio. da Guarda) foi fundado em agosto de 1927 sob a égide de Nossa Senhora de Lourdes. Primeiramente, funcionando no Palacete da Baronesa de São João de Areias sito na r. do Paço do Encontro, n.º 35, a partir de abril de 1950, estabelece-se na r. Soeiro Viegas, n.º 2.<lb/>Com regime de internato e externato, no Colégio ministrava-se o ensino primário e os dois primeiros ciclos do ensino secundário. A partir do ano letivo de 1949-1950 passou também a ser ministrado o 3.º ciclo do ensino secundário e, após 1956, o ensino pré-escolar.<lb/>Anexo ao Colégio, foi fundado um Patronato que dava formação e assistência a crianças e jovens com dificuldades económicas.<lb/>O Colégio do Sagrado Coração de Maria na Guarda encerrou em julho de 1972.<lb/>Durante a sua existência foram suas Diretoras e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM a ele associada as seguintes RSCM: Maria do Coração Imaculado Martins (1927-1930), Maria da Conceição Osório (1930-1932), Maria do Sacrário Godinho (1932-1936), Maria do Calvário Neves (1936-1938), Maria de S. José Cardoso (1938-1946), Maria da Conceição Osório (1946-1952), Maria do Bom Pastor Costa (1952-1954), Maria de S. José Cardoso (1954-1958), Maria do Nascimento Serra (1958-1963), Maria Celina Coelho (1963-1967) e Maria do Salvador Baptista (1967-1972?).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra os relatórios das atividades religiosas, culturais e educativas realizadas no Colégio entre os anos de 1962 e 1964.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Ordenação cronológica crescente.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <subject>Relatórios</subject>
            <subject>Relatórios de atividades</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Guimarães)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/H</unitid>
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        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="fre">French</language>
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: o ano de 1932 remete para a data da informação.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6531_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6533_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Guimarães)</corpname>
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        </did>
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          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-d1a0db446af50be71fc9b9a916680545" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Guimarães foi fundado a 15 de outubro de 1932 tendo-lhe sido anexo um Patronato em 1939.<lb/>Também designado por Colégio de Vila Pouca, por estar sediado na casa com o mesmo nome na r. D. Domingos da Silva Gonçalves (con. Guimarães, distr. e arquidio. de Braga), funcionou com as valências de educação pré-escolar, curso primário elementar e os cursos secundários do 1.º e 2.º ciclo.<lb/>O Colégio encerrou em 1967, estando o Patronato a ele associado na génese da atual Obra Social do Sagrado Coração de Maria daquela localidade.<lb/>Durante a sua existência foram Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM associada ao referido colégio as seguintes religiosas: Maria do Conceição Imaculado Martins (1932-1933), Marie Ferdinand Paiva (1933-1936), Maria do Coração Imaculado Martins (1936-1938), Maria da Visitação Brás (1938-1939), Maria da Conceição Osório (1939-1946), Maria do Nascimento Serra (1946-1952), Maria da Conceição Osório (1952-1956), Maria Gabriel Morais (1956-1958), Maria Rafael de Vasconcelos (1958-1964), Maria do Salvador Saavedra (1964-1967) e Maria Gabriel Morais (1967).</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa ao Colégio do Sagrado Coração de Maria de Guimarães e à Comunidade das RSCM a ele associado.<lb/>Apresenta maioritariamente correspondência e as crónicas do Colégio e Comunidade RSCM.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Guimarães – Colégio</unittitle>
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            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa; 
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0034, n.º 1.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: o ano de 1932 remete para a data da informação.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6536_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6537_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Guimarães)</corpname>
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          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-d1a0db446af50be71fc9b9a916680545" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Colégio do Sagrado Coração de Maria de Guimarães foi fundado a 15 de outubro de 1932 tendo-lhe sido anexo um Patronato em 1939.<lb/>Também designado por Colégio de Vila Pouca, por estar sediado na casa com o mesmo nome na r. D. Domingos da Silva Gonçalves (con. Guimarães, distr. e arquidio. de Braga), funcionou com as valências de educação pré-escolar, curso primário elementar e os cursos secundários do 1.º e 2.º ciclo.<lb/>O Colégio encerrou em 1967, estando o Patronato a ele associado na génese da atual Obra Social do Sagrado Coração de Maria daquela localidade.<lb/>Durante a sua existência foram Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM associada ao referido colégio as seguintes religiosas: Maria do Conceição Imaculado Martins (1932-1933), Marie Ferdinand Paiva (1933-1936), Maria do Coração Imaculado Martins (1936-1938), Maria da Visitação Brás (1938-1939), Maria da Conceição Osório (1939-1946), Maria do Nascimento Serra (1946-1952), Maria da Conceição Osório (1952-1956), Maria Gabriel Morais (1956-1958), Maria Rafael de Vasconcelos (1958-1964), Maria do Salvador Saavedra (1964-1967) e Maria Gabriel Morais (1967).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra a ficha da comunidade com informação compreendida entre 1932 e 1968.<lb/>Apresenta originais, cópias e minutas de correspondência abordando o encerramento do Colégio, entre outra: ofício da Inspecção Superior do Ensino Particular do Ministério da Educação Nacional (Lisboa, 22 de setembro de 1967), ofício n.º 2035 da Câmara Municipal de Guimarães e minuta da resposta do IRSCM (Guimarães, 4 de julho de 1967 e Lisboa, 17 de julho de 1967, respetivamente) e cópia da exposição enviada à RSCM, Margarida Maria Gonçalves, Superiora Geral (1963-1975), pelos pais das alunas do referido Colégio (Guimarães, 14 de junho de 1967).<lb/>Integra as crónicas das atividades escolares, religiosas e apostólicas desenvolvidas pelo e no Colégio (1962-1967).<lb/>Compreende a instrução da Sagrada Congregação da Disciplina dos Sacramentos, antigo órgão da Cúria Romana, enviada pelo Vigário Geral da Arquidiocese de Braga, Manuel Pinoto (Braga, 31 de março de 1947).<lb/>Contém o bilhete postal enviado pela RSCM Maria Francisca d’Ascensão, Responsável pela Obra Social do Sagrado Coração de Maria em Guimarães, a Maria Eugénia Pais, Secretária Provincial, abordando assuntos relacionados com a referida Obra (Guimarães, 5 de março de 1969).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Inspecção Superior do Ensino Particular do Ministério da Educação Nacional</name>
            <name role="subject">Câmara Municipal de Guimarães</name>
            <name role="subject">Margarida Maria Gonçalves</name>
            <name role="subject">Margarida Maria Maricoto Gonçalves</name>
            <name role="subject">Maria Salomé Gonçalves</name>
            <name role="subject">Sagrada Congregação da Disciplina dos Sacramentos</name>
            <name role="subject">Manuel Pinoto</name>
            <name role="subject">Maria Francisca d'Ascensão</name>
            <name role="subject">Maria Eugénia Pais</name>
            <subject>Ficha da comunidade</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Ofícios</subject>
            <subject>Minutas</subject>
            <subject>Crónicas</subject>
            <subject>Instruções</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Portalegre)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/I</unitid>
          <unitdate normal="1955/1972" encodinganalog="3.1.3">1955 - 1972</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        2 u.i. (1 pt., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="fre">French</language>
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: o ano de 1955 remete para a data da informação.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6561_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6562_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Portalegre)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-ac50e530142998e468704864c110d8f5" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A presença das RSCM na cidade de Portalegre (con. e distr. de Portalegre, dio. Portalegre-Castelo Branco) data de 1955, ano em que ficaram responsáveis pelo Colégio de Nossa Senhora do Rosário, fundado em 1936, e, até então, a cargo da Companhia de Santa Teresa de Jesus. Com as valências do ensino pré-primário, primário e secundário, em 1959, as RSCM arrendaram um edifício na r. da Mouraria naquela cidade, onde passa a funcionar o ensino primário e onde se instalam os dormitórios das alunas internas.<lb/>Com a grande afluência de alunos, no ano de 1963, o Colégio passa a funcionar na Estrada do Bonfim, passando a designar-se de Colégio do Sagrado Coração de Maria (alvará n.º 1708 de 27 de agosto de 1963 da Inspecção Superior do Ensino Particular do Ministério da Educação Nacional).<lb/>Embora o seu alvará só tenha sido cancelado a 10 de julho de 1974, o ensino secundário deixou de funcionar no ano letivo 1970-1971 e o ensino primário no ano de 1974(?). A partir deste ano, em parte das instalações do Colégio passou a funcionar um lar para estudantes.<lb/>De 1955 a 1967, foram Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM a ele associada as seguintes religiosas: Maria Celina Coelho (1955-1962), Maria do Bom Pastor Costa (1962-1963), Maria de Nazaré Correia (1963-1967) e Maria Celina Coelho (1967).</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa ao Colégio do Sagrado Coração de Maria de Portalegre, assim como à Comunidade das RSCM a ele associada.<lb/>Entre outras tipologias documentais, apresenta as crónicas da Comunidade de RSCM e os relatórios das atividades educativas, extraescolares e de apostolado desenvolvidas pelo e no Colégio.<lb/>Integra a ficha da comunidade e 2 fotografias a p&amp;b.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Portalegre – Colégio</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/I/0001</unitid>
            <unitdate normal="1955/1972" encodinganalog="3.1.3">1955 - 1972</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        2 u.i. (1 pt., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 15;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0036, n.º 7; AHIRSCM, cx. F6-01, n.º 88. Por questões de segurança, as fotografias a p&amp;b foram retiradas. 
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: o ano de 1955 remete para a data da informação.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6565_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6566_actor">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Portalegre)</corpname>
            </origination>
          </did>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-ac50e530142998e468704864c110d8f5" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A presença das RSCM na cidade de Portalegre (con. e distr. de Portalegre, dio. Portalegre-Castelo Branco) data de 1955, ano em que ficaram responsáveis pelo Colégio de Nossa Senhora do Rosário, fundado em 1936, e, até então, a cargo da Companhia de Santa Teresa de Jesus. Com as valências do ensino pré-primário, primário e secundário, em 1959, as RSCM arrendaram um edifício na r. da Mouraria naquela cidade, onde passa a funcionar o ensino primário e onde se instalam os dormitórios das alunas internas.<lb/>Com a grande afluência de alunos, no ano de 1963, o Colégio passa a funcionar na Estrada do Bonfim, passando a designar-se de Colégio do Sagrado Coração de Maria (alvará n.º 1708 de 27 de agosto de 1963 da Inspecção Superior do Ensino Particular do Ministério da Educação Nacional).<lb/>Embora o seu alvará só tenha sido cancelado a 10 de julho de 1974, o ensino secundário deixou de funcionar no ano letivo 1970-1971 e o ensino primário no ano de 1974(?). A partir deste ano, em parte das instalações do Colégio passou a funcionar um lar para estudantes.<lb/>De 1955 a 1967, foram Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM a ele associada as seguintes religiosas: Maria Celina Coelho (1955-1962), Maria do Bom Pastor Costa (1962-1963), Maria de Nazaré Correia (1963-1967) e Maria Celina Coelho (1967).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra a ficha da comunidade com informação desde 1955, assim como cópia da correspondência trocada com o Grémio Nacional dos Proprietários de Estabelecimentos de Ensino Particular à qual se encontra anexa cópia do alvará n.º 1708 de 27 de agosto de 1963 da Inspecção Superior do Ensino Particular do Ministério da Educação Nacional (1972).<lb/>Apresenta as crónicas da Comunidade das RSCM (1962-1967) associada ao Colégio e os relatórios das atividades promovidas e desenvolvidas pelo e no Colégio (1962-1965).<lb/>Compreende as listas com as médias dos exames do ano letivo 1967-1968.<lb/>Integra 2 fotografias a p&amp;b, a saber: uma apresentando uma panorâmica do altar da capela do Colégio e outra onde está presente a Comunidade das RSCM por altura da visita da Superiora Geral, Margarida Maria Gonçalves (1963-1975), em 1963.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
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            <name role="subject">Grémio Nacional dos Proprietários de Estabelecimentos de Ensino Particular</name>
            <name role="subject">Inspecção Superior do Ensino Particular do Ministério da Educação Nacional</name>
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            <name role="subject">Margarida Maria Maricoto Gonçalves</name>
            <name role="subject">Maria Salomé Gonçalves</name>
            <subject>Ficha da comunidade</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Ofícios</subject>
            <subject>Crónicas</subject>
            <subject>Relatórios</subject>
            <subject>Relatórios de atividades</subject>
            <subject>Listas</subject>
            <subject>Iconografia/fotografia</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Aljezur)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/J</unitid>
          <unitdate normal="1989/1999" encodinganalog="3.1.3">1989 - 1999</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído. </p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6584_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6586_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Aljezur)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-54b064474e8e0e1d499a846ed8f2c355" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Aljezur (con. do distr. e dio. de Faro) foi fundada em outubro de 1990 e o seu encerramento deu-se no ano de 1999.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação e informação relativas à Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Aljezur.<lb/>Compreende correspondência trocada entre as responsáveis do Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria e várias entidades.<lb/>Apresenta os projetos comunitários.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização original.</p>
        </arrangement>
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          <p>Não estão previstos ingressos adicionais.</p>
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        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
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          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Aljezur</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/J/0001</unitid>
            <unitdate normal="1989/1999" encodinganalog="3.1.3">1989 - 1999</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 7;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0034, n.º 6.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6589_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6590_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Aljezur)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-54b064474e8e0e1d499a846ed8f2c355" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Aljezur (con. do distr. e dio. de Faro) foi fundada em outubro de 1990 e o seu encerramento deu-se no ano de 1999.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra as licenças para abrir (modelo C1) e fechar (modelo C2) uma comunidade com deferimento da Superiora Geral e respetivo Conselho, a saber: Patrícia Connor (1985-1995), dada a 9 de janeiro de 1990, e Catherine Dolan (1995-2007), dada a 13 de maio de 1999, respetivamente.<lb/>Integra originais e cópias de correspondência trocada entre o IRSCM e várias entidades, nomeadamente D. Manuel Madureira Dias, Bispo de Algarve (1988-2004), abordando a fundação e fecho da Comunidade.<lb/>Apresenta os projetos comunitários (1991-1996).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Patrícia Connor</name>
            <name role="subject">Catherine Dolan</name>
            <name role="subject">D. Manuel Madureira Dias</name>
            <subject>Licença para abrir (modelo C1)</subject>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Arnoia)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/K</unitid>
          <unitdate normal="1975/2007" encodinganalog="3.1.3">1975 - 2007</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        5 u.i. (3 pt., 2 env.); papel, papel fotográfico, tecido.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="eng">English</language>
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6604_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6606_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Arnoia)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-2fb308b04e3fa12ce303d61133cab169" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria em Arnoia (freg. e prq. do con. Celorico de Basto, distr. Braga, arquidio. de Braga) foi fundada em outubro de 1975 a pedido da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de São Bento de Arnoia, para o exercício de funções de apostolado no hospital e lar que esta possuía naquele lugar, assim como na prq. de Arnoia.<lb/>Primeiramente instalada no edifício do Hospital Civil de São Bento de Arnoia, valência da referida Irmandade, em 1976, a Comunidade passa a ter residência própria no lugar do Fojo, da referida freguesia e paróquia.<lb/>A primeira Comunidade era constituída por Maria Amélia, Maria Luísa Albuquerque e Rosa Silva.<lb/>A Comunidade encerrou no ano de 2007.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação respeitantes à ação das RSCM na freguesia e paróquia de Arnoia.<lb/>Apresenta correspondência maioritariamente trocada com a Santa Casa da Misericórdia de São Bento de Arnoia.<lb/>Integra os projetos comunitários e respetivos relatórios de avaliação da ação das RSCM daquela comunidade.<lb/>Compreende 15 fotografias a cores documentando as atividades de apostolado da referida Comunidade.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Arnoia vária</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/K/0001</unitid>
            <unitdate normal="1975/2007" encodinganalog="3.1.3">1975 - 2007</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        3 u.i. (2 env., 1 pt.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="eng">English</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 4
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0032, n.º 8; AHIRSCM, cx. F1-030, n.ºs 7 e 8. Por questões de conservação, as fotografias foram retiradas. 
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6609_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6610_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Arnoia)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-2fb308b04e3fa12ce303d61133cab169" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria em Arnoia (freg. e prq. do con. Celorico de Basto, distr. Braga, arquidio. de Braga) foi fundada em outubro de 1975 a pedido da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de São Bento de Arnoia, para o exercício de funções de apostolado no hospital e lar que esta possuía naquele lugar, assim como na prq. de Arnoia.<lb/>Primeiramente instalada no edifício do Hospital Civil de São Bento de Arnoia, valência da referida Irmandade, em 1976, a Comunidade passa a ter residência própria no lugar do Fojo, da referida freguesia e paróquia.<lb/>A primeira Comunidade era constituída por Maria Amélia, Maria Luísa Albuquerque e Rosa Silva.<lb/>A Comunidade encerrou no ano de 2007.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra correspondência enviada e recebida, maioritariamente, com a Santa Casa da Misericórdia de São Bento de Arnoia.<lb/>Integra a licença para fechar uma comunidade (modelo C2) com deferimento da RSCM, Catherine Dolan, Superiora Geral (1995-2007), e respetivo Conselho dada a 29 de maio de 2007.<lb/>Apresenta fotocópia da p. 3 do n.º 247 da publicação periódica “O Povo de Basto” (16 de agosto de 2007) onde é feita uma pequena resenha história da atividade das RSCM em Arnoia.<lb/>Compreende 15 fotografias a cores documentando as atividades de apostolado realizadas por aquela Comunidade, onde se destacam a educação de crianças e o apoio a idosos e doentes.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Santa Casa da Misericórdia de São Bento de Arnoia</name>
            <name role="subject">Catherine Dolan</name>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
            <subject>Publicações periódicas</subject>
            <subject>Iconografia/fotografia</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Apresenta 1 documento de grande formato.</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
          </processinfo>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Arnoia projeto comunitário</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/K/0002</unitid>
            <unitdate normal="1982/2006" encodinganalog="3.1.3">1982 - 2006</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        2 u.i. (2 pt.); papel, tecido.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 4;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0032, n.º 9; AHIRSCM, cx. C003, n.º 5. Por questões de conservação, a fita em tecido foi retirada. 
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6620_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6621_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Arnoia)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-2fb308b04e3fa12ce303d61133cab169" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria em Arnoia (freg. e prq. do con. Celorico de Basto, distr. Braga, arquidio. de Braga) foi fundada em outubro de 1975 a pedido da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de São Bento de Arnoia, para o exercício de funções de apostolado no hospital e lar que esta possuía naquele lugar, assim como na prq. de Arnoia.<lb/>Primeiramente instalada no edifício do Hospital Civil de São Bento de Arnoia, valência da referida Irmandade, em 1976, a Comunidade passa a ter residência própria no lugar do Fojo, da referida freguesia e paróquia.<lb/>A primeira Comunidade era constituída por Maria Amélia, Maria Luísa Albuquerque e Rosa Silva.<lb/>A Comunidade encerrou no ano de 2007.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra os projetos comunitários (1982-1993/1995-1997/2000-2006) e respetivas avaliações (1982-1989) da Comunidade.<lb/>Apresenta uma fita em tecido acetinado verde com a seguinte inscrição feita a negro “Comun[idade] De Arnoia” e o desenho de um edifício, lembrando um castelo, ladeado por vegetação.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização cronológica crescente.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Avaliações</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Azurva)</unittitle>
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        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
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            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6626_actor">Comunidades</corpname>
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          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-d987393654a021de19d54b40a9fd89b1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Azurva (lugar da freg. e prq. de Esgueira, con., distr. e dio. de Aveiro) foi fundada no ano de 1975 e encerrada em 1987, ano em que as suas RSCM se mudaram para a av. Naval 1.º de Maio em Aveiro.<lb/>Entre outras funções, as referidas RSCM exerciam funções no Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro e no Jardim Infantil de Eixo (antiga freg. do con. e distr. de Aveiro).</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação relativa ao imóvel que o IRSCM adquiriu no lugar de Azurva. Encerra, entre outras tipologias documentais, fotocópias simples da caderneta do registo predial, assim como fotocópias autenticadas das escrituras relativas ao referido imóvel.<lb/>Apresenta correspondência trocada entre o IRSCM e os advogados António Neto Brandão e Manuel Granjeia, representantes daquele no caso que o opôs a João Pereira da Cruz e Artur de Pádua e Rocha.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
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          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Azurva documentação vária</unittitle>
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        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 4;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0032, n.º 7.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
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              <corpname id="atom_6631_actor">Comunidades</corpname>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
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            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Azurva (lugar da freg. e prq. de Esgueira, con., distr. e dio. de Aveiro) foi fundada no ano de 1975 e encerrada em 1987, ano em que as suas RSCM se mudaram para a av. Naval 1.º de Maio em Aveiro.<lb/>Entre outras funções, as referidas RSCM exerciam funções no Colégio do Sagrado Coração de Maria de Aveiro e no Jardim Infantil de Eixo (antiga freg. do con. e distr. de Aveiro).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
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            <p>Contém documentação referente ao imóvel adquirido pelo IRSCM no lugar de Azurva, nomeadamente fotocópias simples da caderneta do registo predial (1981), fotocópias autenticadas das escrituras lavradas na Conservatória do Registo Predial de Aveiro e no Cartório Notarial de Ílhavo em 13 de setembro de 1976 e 8 de junho de 1982, respetivamente, e o original do contrato de promessa de compra e venda (Aveiro, 14 de março de 1975).<lb/>Encerra correspondência trocada entre o IRSCM, na pessoa da RSCM Maria de Lúcia Neto Brandão, Superiora Provincial (1970-1976/1994-2000), e os advogados António Neto Brandão e Manuel Granjeia representantes daquele no caso que o opôs a João Pereira da Cruz e Artur de Pádua e Rocha relativamente ao referido imóvel.<lb/>Apresenta os recibos de pagamento aos ditos advogados (1975), assim como a minuta da procuração passada pela referida Superiora Provincial, enquanto representante legal do IRSCM, ao advogado António Neto Brandão (s.d.).</p>
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            <p>Organização original.</p>
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            <name role="subject">Conservatória do Registo Predial de Aveiro</name>
            <name role="subject">Cartório Notarial de Ílhavo</name>
            <name role="subject">Maria Lúcia Neto Brandão</name>
            <name role="subject">Isabel do Sagrado Coração Brandão</name>
            <name role="subject">António Neto Brandão</name>
            <name role="subject">Manuel Granjeia</name>
            <name role="subject">João Pereira da Cruz</name>
            <name role="subject">Artur de Pádua e Rocha</name>
            <subject>Caderneta do registo predial</subject>
            <subject>Contratos</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Recibos</subject>
            <subject>Minutas</subject>
            <subject>Escrituras</subject>
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            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
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      </c>
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        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Baixa da Banheira)</unittitle>
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          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
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            <corpname id="atom_6662_actor">Comunidades</corpname>
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          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
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            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria da Baixa da Banheira (freg. e prq. do con. da Moita, distr. e dio. de Setúbal) foi fundada em 1975 e o seu encerramento definitivo deu-se em 1981.</p>
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        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
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          <p>Contém documentação/informação relativa à Comunidade das RSCM da Baixa da Banheira, nomeadamente o projeto comunitário (1979).<lb/>Apresenta documentação referente à estadia junto do IRSCM de Monique Anne Lucet da “Association Général d’Oeuvres Sociales” (Paris, França).</p>
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          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
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          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
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            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
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          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
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            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 4;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0037, n.º 2.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
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            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
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          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        3 u.i. (2 pt., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído. </p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6681_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6683_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Cabeção)</corpname>
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        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-d18b7e0652118eb28a53606df011ded5" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Cabeção (freg. e prq. do con. de Mora, distr. e arquidio. de Évora) foi fundada em outubro de 1989, satisfazendo o pedido de D. Maurílio Jorge Quintal de Gouveia, arcebispo de Évora (1981-2008), à então Superiora Provincial, Maria Teresa Morgadinha (1988-1994).<lb/>As primeiras religiosas a integrar a referida comunidade foram: Mercês Pereira Santos Sabino (Coordenadora/Superiora Local), Cândida Lúcia Coelho, Maria de La Salette da Rocha Marques e Maria do Rosário Pombo Teixeira.<lb/>A comunidade encerrou em agosto de 2011, altura em que era constituída pelas seguintes religiosas: Hermínia Gonçalinho Ribeiro (Coordenadora/Superiora Local), Maria Helena Ribeiro Fernandes, Maria de La Salette da Rocha Marques e Maria Teresa Meira da Rocha.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém originais e cópias de documentação/informação relativa à Comunidade das RSCM de Cabeção, nomeadamente a referente ao seu processo de fundação e instalação na referida localidade, da mesma forma a referente ao seu processo de encerramento.<lb/>Apresenta as listas e os anais da comunidade, assim como os respetivos projetos comunitários.<lb/>Encerra fotografias documentando a celebração do 150.º aniversário do IRSCM naquela comunidade.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Cabeção – anais e historial</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/N/0001</unitid>
            <unitdate normal="1989/2007" encodinganalog="3.1.3">1989 - 2007</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 7;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0034, n.º 3. 
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6686_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6687_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Cabeção)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-d18b7e0652118eb28a53606df011ded5" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Cabeção (freg. e prq. do con. de Mora, distr. e arquidio. de Évora) foi fundada em outubro de 1989, satisfazendo o pedido de D. Maurílio Jorge Quintal de Gouveia, arcebispo de Évora (1981-2008), à então Superiora Provincial, Maria Teresa Morgadinha (1988-1994).<lb/>As primeiras religiosas a integrar a referida comunidade foram: Mercês Pereira Santos Sabino (Coordenadora/Superiora Local), Cândida Lúcia Coelho, Maria de La Salette da Rocha Marques e Maria do Rosário Pombo Teixeira.<lb/>A comunidade encerrou em agosto de 2011, altura em que era constituída pelas seguintes religiosas: Hermínia Gonçalinho Ribeiro (Coordenadora/Superiora Local), Maria Helena Ribeiro Fernandes, Maria de La Salette da Rocha Marques e Maria Teresa Meira da Rocha.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra originais e cópias de correspondência trocada com a Paróquia de Cabeção e a Arquidiocese de Évora, abordando a fundação e instalação da Comunidade das RSCM naquela localidade.<lb/>Apresenta o historial das referidas religiosas naquela freguesia e paróquia, nomeadamente os seguintes documentos: “A Comunidade de Cabeção e a sua História: Situação Geográfica, Económica e Sócio-Cultural” (s.d.) e “Subsídios para a História das RSCM em Cabeção” (5 de novembro de 2001).<lb/>Compreende os anais da referida comunidade (2001-2006).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Paróquia de Cabeção</name>
            <name role="subject">Arquidiocese de Évora</name>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Historiais/memórias</subject>
            <subject>Anais/crónicas</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Cabeção</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/N/0002</unitid>
            <unitdate normal="1989/2011" encodinganalog="3.1.3">1989 - 2011</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        2 u.i. (1 pt., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 7;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0034, n.º 4; AHIRSCM, cx. F6-01, n.º 85. Por questões de conservação, as fotografias a cores foram retiradas.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6697_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6698_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Cabeção)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-d18b7e0652118eb28a53606df011ded5" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Cabeção (freg. e prq. do con. de Mora, distr. e arquidio. de Évora) foi fundada em outubro de 1989, satisfazendo o pedido de D. Maurílio Jorge Quintal de Gouveia, arcebispo de Évora (1981-2008), à então Superiora Provincial, Maria Teresa Morgadinha (1988-1994).<lb/>As primeiras religiosas a integrar a referida comunidade foram: Mercês Pereira Santos Sabino (Coordenadora/Superiora Local), Cândida Lúcia Coelho, Maria de La Salette da Rocha Marques e Maria do Rosário Pombo Teixeira.<lb/>A comunidade encerrou em agosto de 2011, altura em que era constituída pelas seguintes religiosas: Hermínia Gonçalinho Ribeiro (Coordenadora/Superiora Local), Maria Helena Ribeiro Fernandes, Maria de La Salette da Rocha Marques e Maria Teresa Meira da Rocha.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra cópia da licença para abrir (modelo C1) com o parecer favorável da Superiora Provincial, Maria Teresa Morgadinha (1988-1991), datada de 6 de junho de 1989.<lb/>Compreende a licença para encerrar (modelo C2) cujo deferimento da Superiora Geral, Terezinha Cecchin (2007-2013), e respetivo Conselho, data de 4 de janeiro de 2011.<lb/>Integra originais e cópias da correspondência trocada com a paróquia de Cabeção e o Arquidiocese de Évora, abordando, entre outros assuntos, a fundação e instalação da Comunidade das RSCM naquela localidade, assim como o seu encerramento.<lb/>Reúne as listas da comunidade ilustradas com reproduções digitais das fotografias das RSCM que a integraram entre 1989 e 2011, assim como os projetos comunitários (1989-2011).<lb/>Apresenta 2 fotografias a cores documentando a celebração do Jubileu do 150.º aniversário do IRSCM.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Maria Teresa Morgadinha</name>
            <name role="subject">Maria Teresa Morgadinho</name>
            <name role="subject">Maria Stella Morgadinho</name>
            <name role="subject">Teresa Cecchin</name>
            <name role="subject">Paróquia de Cabeção</name>
            <name role="subject">Arquidiocese de Évora</name>
            <subject>Licença para abrir (modelo C1)</subject>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Listas</subject>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Iconografia/fotografia</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Canelas)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/O</unitid>
          <unitdate normal="1975/2018" encodinganalog="3.1.3">1975 - 2018</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        13 u.i. (13 env.); papel fotográfico.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação "Datas": data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1975]-[ant. 2018].</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6720_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6721_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Canelas)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-3942909860d19a3263042e99cc6bfa01" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Por solicitação da Associação de Assistência de Nossa Senhora das Candeias (1966- ), em 1975, as RSCM instituem uma Comunidade em Canelas (antiga freg. do con. de Peso da Régua, distr. de Vila Real, prq. de Peso da Régua, diocese de Vila Real). A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Canelas  teve como missão a pastoral paroquial com grande incidência na catequese de crianças e jovens, apoio a idosos, assim como animação litúrgica.<lb/>O seu encerramento deu-se em agosto de 2018.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém fotografias a cores documentando a vida e as atividades pastorais das RSCM na localidade de Canelas.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>A subsecção apresenta uma única série, a saber: Iconografia.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Estão previstos novos ingressos em data ainda a definir.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c level="series">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Iconografia</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/O/001</unitid>
            <unitdate normal="1975/2018" encodinganalog="3.1.3">1975 - 2018</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        13 u.i. (13 env.); papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Datas": data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1975]-[ant. 2018]. </p>
            </note>
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              <corpname id="atom_6724_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6725_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Canelas)</corpname>
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          </did>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
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            <note>
              <p>Por solicitação da Associação de Assistência de Nossa Senhora das Candeias (1966- ), em 1975, as RSCM instituem uma Comunidade em Canelas (antiga freg. do con. de Peso da Régua, distr. de Vila Real, prq. de Peso da Régua, diocese de Vila Real). A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Canelas  teve como missão a pastoral paroquial com grande incidência na catequese de crianças e jovens, apoio a idosos, assim como animação litúrgica.<lb/>O seu encerramento deu-se em agosto de 2018.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra 72 fotografias a cores documentando a vida e as atividades pastorais das RSCM na localidade de Canelas.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Iconografia</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/O/001/0001</unitid>
              <unitdate normal="1975/2018" encodinganalog="3.1.3">1975 - 2018</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        7 u.i. (7 env.); papel fotográfico.    </physdesc>
              <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
                <language langcode="por">Portuguese</language>
              </langmaterial>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. F1-033, n.ºs 5, 6 e 7; AHIRSCM, cx. F1-034, n.ºs 1, 2, 3 e 4.  
<lb/></p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação "Datas": data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1975]-[ant. 2018].</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_6728_actor">Comunidades</corpname>
                <corpname id="atom_6729_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Canelas)</corpname>
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            <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-3942909860d19a3263042e99cc6bfa01" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Por solicitação da Associação de Assistência de Nossa Senhora das Candeias (1966- ), em 1975, as RSCM instituem uma Comunidade em Canelas (antiga freg. do con. de Peso da Régua, distr. de Vila Real, prq. de Peso da Régua, diocese de Vila Real). A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Canelas  teve como missão a pastoral paroquial com grande incidência na catequese de crianças e jovens, apoio a idosos, assim como animação litúrgica.<lb/>O seu encerramento deu-se em agosto de 2018.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Published</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Encerra 42 fotografias a cores documentando a vida e as atividades pastorais das RSCM na localidade de Canelas.</p>
            </scopecontent>
            <arrangement encodinganalog="3.3.4">
              <p>Organização original.</p>
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              <subject>Iconografia/fotografia</subject>
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            <processinfo>
              <p>
                <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
              </p>
            </processinfo>
            <processinfo>
              <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
            </processinfo>
          </c>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
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              <unitdate normal="1975/2018" encodinganalog="3.1.3">1975 - 2018</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        6 u.i. (6 env.); papel fotográfico.    </physdesc>
              <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
                <language langcode="por">Portuguese</language>
              </langmaterial>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física: 
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. F1-034, n.ºs 5, 6 e 7; AHIRSCM cx. F1-035, n.ºs 1, 2 e 3. 
<lb/></p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação "Datas": data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1975]-[ant. 2018].</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_6733_actor">Comunidades</corpname>
                <corpname id="atom_6734_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Canelas)</corpname>
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            </did>
            <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-3942909860d19a3263042e99cc6bfa01" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Por solicitação da Associação de Assistência de Nossa Senhora das Candeias (1966- ), em 1975, as RSCM instituem uma Comunidade em Canelas (antiga freg. do con. de Peso da Régua, distr. de Vila Real, prq. de Peso da Régua, diocese de Vila Real). A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Canelas  teve como missão a pastoral paroquial com grande incidência na catequese de crianças e jovens, apoio a idosos, assim como animação litúrgica.<lb/>O seu encerramento deu-se em agosto de 2018.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Published</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Encerra 36 fotografias a cores documentando a vida e as atividades pastorais das RSCM na localidade de Canelas.</p>
            </scopecontent>
            <arrangement encodinganalog="3.3.4">
              <p>Organização original.</p>
            </arrangement>
            <controlaccess>
              <subject>Iconografia/fotografia</subject>
            </controlaccess>
            <processinfo>
              <p>
                <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
              </p>
            </processinfo>
            <processinfo>
              <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
            </processinfo>
          </c>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Fervença)</unittitle>
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        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6738_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6740_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Fervença)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-1a6093010ad852b4b7e8447e90137dad" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Fervença (freg. e prq. do con. Celorico de Basto, distr. e arquidio. de Braga) foi fundada em 1972 e encerrada em 1983.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa à Comunidade das RSCM de Fervença, nomeadamente a respeitante ao seu processo de encerramento no ano de 1983.<lb/>Apresenta o projeto comunitário e o relatório de avaliação relativos aos biénios 1982-1983 e 1981-1982, respetivamente.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Fervença</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/P/0001</unitid>
            <unitdate normal="1981/1983" encodinganalog="3.1.3">1981 - 1983</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 4;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0033, n.º 5.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6743_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6744_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Fervença)</corpname>
            </origination>
          </did>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-1a6093010ad852b4b7e8447e90137dad" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Fervença (freg. e prq. do con. Celorico de Basto, distr. e arquidio. de Braga) foi fundada em 1972 e encerrada em 1983.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra a licença para fechar deferida pela Superiora Geral, Mary Milligan (1980-1985), e respetivo Conselho, a 4 de julho de 1983.<lb/>Apresenta cópia da carta enviada pela Superiora Provincial, Ilda Saavedra Baptista (1982-1988), ao pároco(?) da paróquia de Fervença a comunicar-lhe o encerramento da referida comunidade.<lb/>Integra o projeto comunitário da dita comunidade para o biénio de 1982-1983 e o relatório de avaliação do projeto comunitário do biénio 1981-1982.<lb/>Compreende 2 cópias da memória do “Encontro da Comunidade de Fervença com a Irmã Maria Lúcia”, provavelmente Maria Lúcia Neto Brandão, Conselheira Geral, encontro que aconteceu a 18 de outubro de 1982.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Mary Miligan</name>
            <name role="subject">Ilda Saavedra Baptista</name>
            <name role="subject">Maria Lúcia Neto Brandão</name>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Relatórios</subject>
            <subject>Historiais/memórias</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Guarda)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/Q</unitid>
          <unitdate normal="1995/2009" encodinganalog="3.1.3">1995 - 2009</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        2 u.i. (1 pt., 1 cap.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído. </p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6755_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6757_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Guarda)</corpname>
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        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-1d00eeee80433fb194846f0d3e792e84" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria da Guarda, sediada no n.º 1 da r. Francisco Patrício, iniciou a sua ação em 1995 tendo encerrado em agosto de 2009.<lb/>A última comunidade era constituída por Marília de Jesus Barbosa (Coordenadora/Superiora Local), Celestina Oliveira, Helena da Graça, Maria da Graça Abrantes Registo e Maria Rosa Carrilho.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa às cerimónias de encerramento da comunidade, assim como correspondência com diversas individualidades.<lb/>Apresenta os projetos comunitários.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Guarda</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/Q/0001</unitid>
            <unitdate normal="1995/2009" encodinganalog="3.1.3">1995 - 2009</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        2 u.i. (1 pt., 1 cap.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0035, n.º 6; AHIRSCM, cx. C032, n.º 3. Por razões de conservação a fotocópia da página da publicação periódica foi retirada </p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6760_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6761_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Guarda)</corpname>
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          </did>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
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            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria da Guarda, sediada no n.º 1 da r. Francisco Patrício, iniciou a sua ação em 1995 tendo encerrado em agosto de 2009.<lb/>A última comunidade era constituída por Marília de Jesus Barbosa (Coordenadora/Superiora Local), Celestina Oliveira, Helena da Graça, Maria da Graça Abrantes Registo e Maria Rosa Carrilho.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra documentação referente às cerimónias de encerramento da comunidade, nomeadamente a eucaristia celebrada na Catedral por D. Manuel da Rocha Felício, Bispo da Guarda (2005 - ), a 2 de agosto de 2009.<lb/>Integra correspondência com várias personalidades, das quais se destacam sacerdotes da Diocese da Guarda e o referido Bispo.<lb/>Compreende a licença para fechar (modelo C2) com deferimento da Superiora Geral, Terezinha Cecchin (2007-2013), e respetivo Conselho, datado de 6 de maio de 2009.<lb/>Apresenta os projetos comunitários (1995-2009) e fotocópia da página 12 da publicação periódica “Terras da Beira” do dia 6 de agosto de 2009.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">D. Manuel Rocha Felício</name>
            <name role="subject">Diocese da Guarda</name>
            <name role="subject">Terezinha Cecchin</name>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Publicações periódicas</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – Estrela)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/R</unitid>
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        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1990]-[ant. 1991].</p>
          </note>
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            <corpname id="atom_6774_actor">Comunidades</corpname>
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          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
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          <note>
            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria da Estrela, fundada em 1973, estava sediada no 2.º esq. do n.º 108 da r. de Santo António à Lapa (freg. da Estrela, con. e distr. de Lisboa, prq. da Lapa, Patriarcado de Lisboa).<lb/>Embora a última RSCM tenha permanecido mais um ano na referida morada, o encerramento da comunidade deu-se a 27 de agosto de 1991.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa à Comunidade das RSCM sediada na r. de Santo António à Estrela em Lisboa.<lb/>Compreende a licença para fechar.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
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          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
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        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
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          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lisboa – Estrela</unittitle>
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            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 11;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0036, n.º 6.
<lb/>
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1990]-[ant. 1991].</p>
            </note>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-a95b758915b34b93fff35e0be4a32988" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria da Estrela, fundada em 1973, estava sediada no 2.º esq. do n.º 108 da r. de Santo António à Lapa (freg. da Estrela, con. e distr. de Lisboa, prq. da Lapa, Patriarcado de Lisboa).<lb/>Embora a última RSCM tenha permanecido mais um ano na referida morada, o encerramento da comunidade deu-se a 27 de agosto de 1991.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra a licença para encerrar (modelo C2) com deferimento dado pela Superiora Geral, Patricia Connor (1985-1995), e do respetivo Conselho, a 7 de janeiro de 1991.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Patrícia Connor</name>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – Hintze Ribeiro)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/S</unitid>
          <unitdate normal="1982/1996" encodinganalog="3.1.3">1982 - 1996</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1982]-[ant. 1996].</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6785_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6787_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa - Hintze Ribeiro)</corpname>
          </origination>
        </did>
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          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-353100d10488def0e84ad4f7b949e630" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria do lg. Hintze Ribeiro (freg. e prq. de São Mamede, con. e distr. de Lisboa, Patriarcado de Lisboa) foi fundada em setembro de 1982 sob a designação dos “Ministérios Diversos”.<lb/>No biénio 1996-1997 a comunidade fundiu-se com a Comunidade das RSCM da r. de São Bento (Lisboa).</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa à Comunidade das RSCM sediada no lg. Hintze Ribeiro em Lisboa.<lb/>Compreende os projetos comunitários e as suas avaliações.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lisboa – Hintze Ribeiro</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/S/0001</unitid>
            <unitdate normal="1982/1996" encodinganalog="3.1.3">1982 - 1996</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 11
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0036, n.º 3.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Datas". data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1982]-[ant. 1996].</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6790_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6791_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa - Hintze Ribeiro)</corpname>
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          </did>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
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            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria do lg. Hintze Ribeiro (freg. e prq. de São Mamede, con. e distr. de Lisboa, Patriarcado de Lisboa) foi fundada em setembro de 1982 sob a designação dos “Ministérios Diversos”.<lb/>No biénio 1996-1997 a comunidade fundiu-se com a Comunidade das RSCM da r. de São Bento (Lisboa).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra os projetos comunitários (1982-1996) e as respetivas avaliações (1984-1985/1993-1994).<lb/>Compreende um desdobrável da associação “O Companheiro” com sede na r. Manuela Porto, 8-B, Carnide, Lisboa.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização cronológica decrescente.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Avaliações</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – Ilha do Pico)</unittitle>
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          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6794_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6796_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa - Ilha do Pico)</corpname>
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          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
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        </bioghist>
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            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria da Ilha do Pico (freg. e prq. de Arroios, con. e distr. de Lisboa, Patriarcado de Lisboa) foi fundada em 1973.<lb/>A Comunidade encerrou em setembro de 1994.<lb/>Nas instalações da referida rua passou a funcionar, entre 1994 e 2000, o Centro de Comunicações da Província Portuguesa do IRSCM.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa à Comunidade das RSCM sediada na r. da Ilha do Pico em Lisboa.<lb/>Apresenta correspondência e a licença para fechar a referida Comunidade.<lb/>Integra os projetos comunitários e respetivas avaliações.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
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        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
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          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
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          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
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            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lisboa – Pico</unittitle>
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            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 11;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0036, n.º 4.
<lb/></p>
            </note>
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              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
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              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
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            </note>
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            <p>Published</p>
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            <p>Encerra minutas de correspondência enviada a Eduardo Medeiro, proprietário do 2.º andar do n.º 32 da r. da Ilha do Pico, em Lisboa (2000).<lb/>Apresenta a licença para fechar (modelo C2) cujo deferimento pela Superiora Geral, Patricia Connor (1985-1995), e do seu Conselho, data do dia 15 de setembro de 1994.<lb/>Compreende os projetos comunitários (1982-1994) e respetivas avaliações (1983-1987).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Eduardo Medeiro</name>
            <name role="subject">Patrícia Connor</name>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Avaliações</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa. </p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – Picheleira)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/U</unitid>
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        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
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            <corpname id="atom_6812_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6814_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa - Picheleira)</corpname>
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          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-cddcab43971bc2e39480e4f76bac1e81" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria da Picheleira foi fundada em 1974 e esteve sediada no 5.º andar do n.º 6 da r. João do Nascimento Costa (freg. do Beato, con. e distr. de Lisboa, prq. do Espírito Santo, Patriarcado de Lisboa).<lb/>Tendo com missão primordial a pastoral paroquial, a Comunidade foi encerrada no ano de 1982.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém  documentação/informação relativa à Comunidade das RSCM da Picheleira, sita no n.º 6 da r. João do Nascimento Costa (Lisboa).<lb/>Compreende uma provisão do Cardeal-Patriarca de Lisboa.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lisboa – Picheleira</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/U/0001</unitid>
            <unitdate normal="1974/1982" encodinganalog="3.1.3">1974 - 1982</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 11
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0036, n.º 1. 
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6817_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6818_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa - Picheleira)</corpname>
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          </did>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-cddcab43971bc2e39480e4f76bac1e81" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria da Picheleira foi fundada em 1974 e esteve sediada no 5.º andar do n.º 6 da r. João do Nascimento Costa (freg. do Beato, con. e distr. de Lisboa, prq. do Espírito Santo, Patriarcado de Lisboa).<lb/>Tendo com missão primordial a pastoral paroquial, a Comunidade foi encerrada no ano de 1982.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra documentação relativa ao arrendamento do 5.º andar no n.º 6 da r. João do Nascimento Costa, em Lisboa, entre a qual correspondência trocada entre a RSCM, Aurora Domingues, representante do IRSCM, e os senhorios do referido andar, assim como original e cópia do respetivo contrato de arrendamento (Lisboa, 30 de agosto de 1974).<lb/>Apresenta a provisão de D. António Ribeiro, Cardeal-Patriarca de Lisboa, deferindo o pedido do IRSCM para que o oratório, anexo à referida morada, fosse aberto ao público (Lisboa, 14 de dezembro de 1981).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Aurora Domingues</name>
            <name role="subject">D. António Ribeiro</name>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Provisões</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – São Bento)</unittitle>
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          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6828_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6830_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa - São Bento)</corpname>
          </origination>
        </did>
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          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-30d57a6324a926ded6df95c49a32fca0" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de São Bento (freg. de Santo António, con. e distr. de Lisboa, prq. de São Mamede, Patriarcado de Lisboa) foi fundada em 1934 associada ao Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria de Lisboa.<lb/>Nos primeiros tempos da sua fundação, a Comunidade esteve instalada na Calçada da Estrela, de onde transitou para a av. Álvares Cabral, instalando-se, provavelmente, em finais da década de 30, inícios da década de 40 do século XX, no 7.º andar – esq. e dto., do n.º 644 da r. de São Bento.<lb/>No ano letivo de 1981-1982 o Lar Universitário encerrou, no entanto, a Comunidade continuou a sua ação pastoral, instalada naquela morada, até ao seu encerramento em agosto de 2011.<lb/>Entre 1934 até 1968 foram Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade as seguintes religiosas: Maria de Néry Barreto (1934-1936), Maria da Purificação Barroso (1936-1937), Maria do Divino Coração Oliva (1937-1939), Maria do Bom Conselho Coelho (1939-1941), Maria Auxiliadora Guerra (1941-1947), Maria do Carmo Azevedo (1947-1949), Maria da Paz Jorge (1949-1951), Maria das Cinco Chagas Peixoto (1951-1956), Maria do Santíssima Trindade Castro (1956-1959), Maria Evangelista Faria (1959-1965) e Maria Cândida Valente (1965-1968).</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa à Comunidade das RSCM sediada na r. de São Bento em Lisboa.<lb/>Integra correspondência e a licença para fechar.<lb/>Compreende os projetos comunitários e as respetivas avaliações.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
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        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
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          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lisboa – São Bento</unittitle>
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            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 11;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0036, n.º 5.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal. Foi desenvolvida a abreviatura presente, a saber: “Lisboa – S[ão] Bento”.</p>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
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            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de São Bento (freg. de Santo António, con. e distr. de Lisboa, prq. de São Mamede, Patriarcado de Lisboa) foi fundada em 1934 associada ao Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria de Lisboa.<lb/>Nos primeiros tempos da sua fundação, a Comunidade esteve instalada na Calçada da Estrela, de onde transitou para a av. Álvares Cabral, instalando-se, provavelmente, em finais da década de 30, inícios da década de 40 do século XX, no 7.º andar – esq. e dto., do n.º 644 da r. de São Bento.<lb/>No ano letivo de 1981-1982 o Lar Universitário encerrou, no entanto, a Comunidade continuou a sua ação pastoral, instalada naquela morada, até ao seu encerramento em agosto de 2011.<lb/>Entre 1934 até 1968 foram Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade as seguintes religiosas: Maria de Néry Barreto (1934-1936), Maria da Purificação Barroso (1936-1937), Maria do Divino Coração Oliva (1937-1939), Maria do Bom Conselho Coelho (1939-1941), Maria Auxiliadora Guerra (1941-1947), Maria do Carmo Azevedo (1947-1949), Maria da Paz Jorge (1949-1951), Maria das Cinco Chagas Peixoto (1951-1956), Maria do Santíssima Trindade Castro (1956-1959), Maria Evangelista Faria (1959-1965) e Maria Cândida Valente (1965-1968).</p>
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            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra originais e cópias de correspondência trocada, entre outros, com o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. José da Cruz Policarpo (1998-2013).<lb/>Integra a licença para fechar (modelo C2) com deferimento da Superiora Geral, Terezinha Cecchin (2007-2013), e respetivo Conselho (Roma, 4 de janeiro de 2011), assim como uma lista com as RSCM que integraram a última Comunidade com reproduções digitais das suas fotografias (2010-2011).<lb/>Apresenta os projetos comunitários (1983-2011) e respetivas avaliações (1984-1988/1990).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">D. José da Cruz Policarpo</name>
            <name role="subject">Teresa Cecchin</name>
            <name role="subject">Terezinha Cecchin</name>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
            <subject>Listas</subject>
            <subject>Iconografia/fotografia</subject>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Avaliações</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – Sarmento de Beires)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/W</unitid>
          <unitdate normal="1981/1995" encodinganalog="3.1.3">1981 - 1995</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        3 u.i. (1 pt., 1 cap., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1981]-[ant. 1995].</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6847_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6849_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa - Sarmento de Beires)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-648991675e5fccf04e82f10500c3c312" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria da r. Sarmento de Beires (freg. do Areeiro, con. e distr. de Lisboa, prq. de São João de Deus, Patriarcado de Lisboa) foi fundada em 1981 com o estabelecimento de 3 RSCM em 2 pavilhões pré-fabricados cedidos pela Câmara Municipal de Lisboa ao Secretariado Diocesano para a Pastoral dos Ciganos do Patriarcado de Lisboa que passam, depois, a pertencer à Fábrica da Igreja da prq. de São João de Deus.<lb/>Dedicada sobretudo à pastoral junto da comunidade de etnia cigana, a Comunidade foi encerrada em 1995.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa à Comunidade das RSCM da Azinhaga da Fonte do Louro, mais tarde r. Sarmento de Beires, em Lisboa, e à pastoral com a comunidade de etnia cigana aí desenvolvida pelas referidas religiosas.<lb/>Encerra originais e cópias de correspondência, sobretudo, trocada com o Patriarcado de Lisboa.<lb/>Integra os projetos comunitários e respetivas avaliações.<lb/>Compreende 6 fotografias a cores.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novo ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lisboa – Sarmento de Beires pastoral dos ciganos</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/W/0001</unitid>
            <unitdate normal="1981/1995" encodinganalog="3.1.3">1981 - 1995</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        3 u.i. (1 pt., 1 cap., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência".
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 11;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0036, n.º 2; AHIRSCM, cx. F1-030, n.º 6; AHIRSCM, cx. C032, n.º 6. Por razões de conservação, as fotografias e os documentos de grande formato foram retiradas. 
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1981]-[ant. 1995]. </p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6852_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6853_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa - Sarmento de Beires)</corpname>
            </origination>
          </did>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-648991675e5fccf04e82f10500c3c312" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria da r. Sarmento de Beires (freg. do Areeiro, con. e distr. de Lisboa, prq. de São João de Deus, Patriarcado de Lisboa) foi fundada em 1981 com o estabelecimento de 3 RSCM em 2 pavilhões pré-fabricados cedidos pela Câmara Municipal de Lisboa ao Secretariado Diocesano para a Pastoral dos Ciganos do Patriarcado de Lisboa que passam, depois, a pertencer à Fábrica da Igreja da prq. de São João de Deus.<lb/>Dedicada sobretudo à pastoral junto da comunidade de etnia cigana, a Comunidade foi encerrada em 1995.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra, entre outras tipologias documentais, os requerimentos dirigidos a D. António Ribeiro (1971-1998), Cardeal Patriarca de Lisboa, para o estabelecimento da Comunidade das RSCM junto da comunidade de etnia cigana da Azinhaga da Fonte do Louro em Lisboa, assim como a provisão do mesmo deferindo o pedido do IRSCM para que o oratório anexo à referida Comunidade continuasse aberto ao culto público.<lb/>Apresenta os projetos comunitários (1982-1994) e respetivas avaliações (1982-1985).<lb/>Integra o n.º 62, da 2.ª série de março e abril de 1990, da publicação periódica, dedicada à comunidade de etnia cigana, “Caravana”, assim como fotocópias de páginas de outras publicações, a saber: n.º 180 de junho de 1987 da publicação “Encontro” e a pág. 18 do “Diário de Notícias” de 9 de maio de 1989.<lb/>Compreende 6 fotografias a cores documentando o trabalho desenvolvido pelas RSCM com a referida comunidade.<lb/>Contém cópia do requerimento da Superiora Provincial, Margarida Maria Gonçalves (1952-1958/1976-1982) ao dito cardeal patriarca para que o oratório da Comunidade de RSCM da Picheleira (Lisboa) seja aberto ao culto (Lisboa, 16 de setembro de 1981).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">D. António Ribeiro</name>
            <name role="subject">Margarida Maria Gonçalves</name>
            <name role="subject">Margarida Maria Maricoto Gonçalves</name>
            <name role="subject">Maria Salomé Gonçalves</name>
            <corpname role="subject">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa - Picheleira)</corpname>
            <subject>Requerimentos</subject>
            <subject>Provisões</subject>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Avaliações</subject>
            <subject>Publicações periódicas</subject>
            <subject>Iconografia/fotografia</subject>
            <geogname>Azinhaga da Fonte do Louro (Lisboa)</geogname>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Contém documentos de grande formato.</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Monchique)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/X</unitid>
          <unitdate normal="1980/2012" encodinganalog="3.1.3">1980 - 2012</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        3 u.i (1 pt., 1 cap., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído. </p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6869_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6871_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Monchique)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-05aa8be7d50ebcc5fc15ca10667a5e64" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Monchique (con. do distr. e dio. de Faro) foi fundada no ano de 1980.<lb/>Sediada no n.º 14 da r. do Viador, o seu encerramento deu-se no ano de 2012.<lb/>Integraram a primeira Comunidade as seguintes religiosas: Maria Armanda Miranda Ramos (Coordenadora/Superiora Local), Ana Maria Ferreira Alves Gago, Constança Borges da Silva e Elisa Rodrigues da Silva.<lb/>A última Comunidade era constituída por Fernanda de Moura Mendes (Coordenadora/Superiora Local), Carmem Ribeiro e Rosa Andrade Ferreira.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa à Comunidade das RSCM de Monchique.<lb/>Apresenta os projetos comunitários e respetivas avaliações, assim como o projeto apostólico da referida comunidade<lb/>Integra correspondência e as listas da comunidade.<lb/>Compreende 7 fotografias a cores.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
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            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Monchique projeto comunitário</unittitle>
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            <unitdate normal="1980/2012" encodinganalog="3.1.3">1980 - 2012</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        3 u.i (1 pt., 1 cap., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0034, n.º 7; AHIRSCM, cx. F1-031, n.º 3; AHIRSCM, cx. C032, n.º 2. Por questões de conservação, as fotografias e o fragmento da publicação periódica foram retiradas. 
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6874_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6875_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Monchique)</corpname>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-05aa8be7d50ebcc5fc15ca10667a5e64" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Monchique (con. do distr. e dio. de Faro) foi fundada no ano de 1980.<lb/>Sediada no n.º 14 da r. do Viador, o seu encerramento deu-se no ano de 2012.<lb/>Integraram a primeira Comunidade as seguintes religiosas: Maria Armanda Miranda Ramos (Coordenadora/Superiora Local), Ana Maria Ferreira Alves Gago, Constança Borges da Silva e Elisa Rodrigues da Silva.<lb/>A última Comunidade era constituída por Fernanda de Moura Mendes (Coordenadora/Superiora Local), Carmem Ribeiro e Rosa Andrade Ferreira.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra os projetos comunitários (1982-1997/2000-2012) e respetivas avaliações (1981-1991).<lb/>Compreende as fichas da comunidade (1980-2012) com a reprodução digital das fotografias das religiosas que a integraram.<lb/>Apresenta 2 exemplares da publicação “Historial da Comunidade de Monchique 1980” (1984) da autoria da RSCM, Elvira Vieira da Silva.<lb/>Integra a licença para fechar (modelo C2) com deferimento da Superiora Geral, Terezinha Cecchim (2007-2013), e respetivo Conselho, datado de 30 de abril de 2012.<lb/>Reúne originais e cópias de correspondência trocada entre o IRSCM e D. Manuel Neto Quintas, Bispo do Algarve (2004 -  ) e o Pároco da p. de Monchique (?), José Manuel Águas, abordando o encerramento da Comunidade.<lb/>Apresenta a proposta de plano pastoral da Comunidade [2011], anexada a uma carta circular da Superiora Provincial, Maria Teresa Dias Nogueira (2006-2012).<lb/>Contém uma fotocópia da p. 5 da publicação periódica “Jornal de Monchique”, de julho de 2012, noticiando o encerramento da Comunidade com uma entrevista à sua Superiora Local, Fernanda de Moura Mendes.<lb/>Integra 7 fotografias a cores documentando a atividade pastoral desenvolvida pelas RSCM na referida localidade do distr. de Faro.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Elvira Vieira da Silva</name>
            <name role="subject">Teresa Cecchin</name>
            <name role="subject">Terezinha Cecchin</name>
            <name role="subject">D. Manuel Neto Quintas</name>
            <name role="subject">José Manuel Águas</name>
            <name role="subject">Maria Teresa Dias Nogueira</name>
            <name role="subject">Fernanda de Moura Mendes</name>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Avaliações</subject>
            <subject>Ficha da comunidade</subject>
            <subject>Iconografia/fotografia</subject>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Plano pastoral</subject>
            <subject>Cartas circulares</subject>
            <subject>Circulares</subject>
            <subject>Publicações periódicas</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Mondim de Basto)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/Y</unitid>
          <unitdate normal="2008/2008" encodinganalog="3.1.3">2008</unitdate>
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        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6900_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6902_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Mondim de Basto)</corpname>
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          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-dff2b762807fd93b2b6d05e49a4fcc42" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Mondim de Basto (freg. e prq. de Mondim de Basto, con. de Mondim de Basto, dio. e distr. de Vila Real) desenvolveu o seu apostolado entre 1976 e 2013.<lb/>Principalmente orientada para a pastoral paroquial, ensino e formação de jovens e adultos, apoio a idosos e doentes, foram suas Coordenadoras/Superioras Locais as seguintes RSCM: Maria Eugénia Fernandes Mocho (1976-1978), Maria Alice Antunes Guimarães (1978-1979), Teresa de Jesus Faria Rodrigues (1979(?)-1990), Maria de Lurdes Marques (1990-1994), Elsa dos Anjos Reduto (1994-2000), Hermínia Gonçalinho Ribeiro (2000-2004), Elsa dos Anjos Reduto (2004-2011), Maria Amélia Silva (2011-2012), Palmira dos Anjos Almeida Azevedo (2012-2013) e Maria Amélia Silva (2013-2014).</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém a síntese do trabalho sobre o pastoral paroquial desenvolvido.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Estão previstos novos ingressos em data ainda a definir.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Síntese do trabalho sobre pastoral paroquial</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/Y/0001</unitid>
            <unitdate normal="2008/2008" encodinganalog="3.1.3">2008</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0088, n.º 4. 
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6905_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6906_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Mondim de Basto)</corpname>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-dff2b762807fd93b2b6d05e49a4fcc42" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Mondim de Basto (freg. e prq. de Mondim de Basto, con. de Mondim de Basto, dio. e distr. de Vila Real) desenvolveu o seu apostolado entre 1976 e 2013.<lb/>Principalmente orientada para a pastoral paroquial, ensino e formação de jovens e adultos, apoio a idosos e doentes, foram suas Coordenadoras/Superioras Locais as seguintes RSCM: Maria Eugénia Fernandes Mocho (1976-1978), Maria Alice Antunes Guimarães (1978-1979), Teresa de Jesus Faria Rodrigues (1979(?)-1990), Maria de Lurdes Marques (1990-1994), Elsa dos Anjos Reduto (1994-2000), Hermínia Gonçalinho Ribeiro (2000-2004), Elsa dos Anjos Reduto (2004-2011), Maria Amélia Silva (2011-2012), Palmira dos Anjos Almeida Azevedo (2012-2013) e Maria Amélia Silva (2013-2014).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra a síntese do trabalho sobre a pastoral paroquial (2008).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <subject>Resumos/sínteses</subject>
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          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
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        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Monte Brito)</unittitle>
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        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
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            <language langcode="fre">French</language>
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            <language langcode="lat">Latin</language>
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído. </p>
          </note>
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            <corpname id="atom_6910_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6912_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Monte Brito)</corpname>
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            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
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          <note>
            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Monte Brito (l. da freg. da Sé e São Pedro, distr. Évora, prq. de São Pedro, arquidio. de Évora) iniciou a sua atividade no ano de 1936, responsabilizando-se pelo Patronato de Nossa Senhora da Conceição, fundado por uma família local.<lb/>A Comunidade foi encerrada no ano de 1948.<lb/>Durante a sua existência a comunidade teve como Coordenadoras/Superioras Locais as seguintes religiosas: Maria do Sacrário Godinho (1936-1946), Maria do Divino Coração Oliva (1946-1947) e Sainte Foy Conde (1947-1948).</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém originais e cópias de correspondência abordando assuntos relativos ao funcionamento da Comunidade.<lb/>Apresenta a correspondência enviada à Comunidade das RSCM de Cabeção (Évora, Portugal), incumbida de compilar informação sobre a atividade do IRSCM no referido lugar de Monte Brito.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
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        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
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          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Évora</unittitle>
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            <unitdate normal="1942/2000" encodinganalog="3.1.3">1942 - 2000</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
              <language langcode="eng">English</language>
              <language langcode="ita">Italian</language>
              <language langcode="lat">Latin</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 7;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0034, n.º 5.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
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              <corpname id="atom_6915_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6916_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Monte Brito)</corpname>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-b1db3156970bf5d873f563d8eae10670" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Monte Brito (l. da freg. da Sé e São Pedro, distr. Évora, prq. de São Pedro, arquidio. de Évora) iniciou a sua atividade no ano de 1936, responsabilizando-se pelo Patronato de Nossa Senhora da Conceição, fundado por uma família local.<lb/>A Comunidade foi encerrada no ano de 1948.<lb/>Durante a sua existência a comunidade teve como Coordenadoras/Superioras Locais as seguintes religiosas: Maria do Sacrário Godinho (1936-1946), Maria do Divino Coração Oliva (1946-1947) e Sainte Foy Conde (1947-1948).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra originais e cópias da correspondência trocada entre D. Manuel Mendes da Conceição Santos, Arcebispo de Évora (1921-1955), a Santa Sé, na figura de Pietro Ciriaci(?), Núncio Apostólico em Portugal (1934-1953)(?), e  Maria Xavier Twomey, Superiora Provincial do IRSCM em Portugal (1937-1946), abordando a continuação da RSCM Maria do Sacrário Godinho como Coordenadora/Superiora Local da Comunidade das RSCM de Monte Brito (1942-1946).<lb/>Apresenta correspondência enviada à Comunidade, por habitantes do lugar de Monte Brito, com informações sobre a ação das RSCM naquele lugar (1999-2000).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">D. Manuel Mendes da Conceição Santos</name>
            <name role="subject">Pietro Ciriaci</name>
            <name role="subject">Maria Xavier Twomey</name>
            <name role="subject">Maria do Sacrário Godinho</name>
            <name role="subject">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Cabeção)</name>
            <subject>Correspondência</subject>
          </controlaccess>
          <accruals encodinganalog="3.3.3">
            <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
          </accruals>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Porto – Ramalde)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/AA</unitid>
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          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação "Datas": data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1974]-[ant. 1989].</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6930_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6932_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Porto - Ramalde)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-2f9d311ca38154bcdcca3a8c87fb970b" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Ramalde (freg. e prq. do con. e distr. do Porto, dio. do Porto), também designada de Comunidade Melo Leote por estar sediada na r. Dr. Melo Leote, n.º 305, 2.º andar, foi fundada em 1974 e o seu encerramento deu-se no ano de 1989.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa à Comunidade das RSCM de Ramalde, Porto.<lb/>Apresenta os projetos comunitários e suas avaliações.<lb/>Compreende cópias da licença para fechar, contrato de arrendamento e da nota de registo por inscrição na 2.ª Conservatória do Registo Predial do Porto do imóvel onde funciona a Comunidade.<lb/>Integra correspondência.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Porto – Melo Leote</unittitle>
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            <unitdate normal="1974/1989" encodinganalog="3.1.3">1974 - 1989</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 16;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0036, n.º 11.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1974]-[ant. 1989].</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6935_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6936_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Porto - Ramalde)</corpname>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
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            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Ramalde (freg. e prq. do con. e distr. do Porto, dio. do Porto), também designada de Comunidade Melo Leote por estar sediada na r. Dr. Melo Leote, n.º 305, 2.º andar, foi fundada em 1974 e o seu encerramento deu-se no ano de 1989.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra original e cópia da licença para fechar (modelo C2) deferida pela Superiora Geral, Patricia Connor (1985-1995), e respetivo Conselho (30 de junho de 1989).<lb/>Compreende cópias da correspondência enviada a Maria Alice de Oliveira Faria, dona do imóvel onde funcionava a Comunidade, (1989), assim como cópia do contrato de arrendamento e da nota de registo por inscrição daquele, celebrada na 2.ª Conservatória do Registo Predial do Porto (1974 e 1982, respetivamente).<lb/>Apresenta os projetos comunitários (1982 – 1988) e respetivas avaliações (1981-1989).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Patrícia Connor</name>
            <name role="subject">Maria Alice de Oliveira Faria</name>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Contratos</subject>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Avaliações</subject>
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            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
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      </c>
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        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Porto – Vilarinha)</unittitle>
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        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1992]-[ant. 2001].</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6947_actor">Comunidades</corpname>
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          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
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          <note>
            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria mais conhecida como Comunidade da Vilarinha, estava sediada na r. da Vilarinha (União das Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde, con. e distr. do Porto, prq. de Aldoar, dio. do Porto).<lb/>A Comunidade foi fundada em outubro de 1992 e encerrada em agosto de 2001.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa à Comunidade das RSCM da Vilarinha (Porto).<lb/>Apresenta as licenças para abrir e fechar uma comunidade, assim como a autorização da Diocese do Porto para a abertura da referida Comunidade.<lb/>Integra os projetos comunitários.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
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            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
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        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
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            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Porto – Vilarinha</unittitle>
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            <unitdate normal="1992/2001" encodinganalog="3.1.3">1992 - 2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
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            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 16;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0037, n.º 1.
<lb/></p>
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              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
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          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-2d1be91b8f0e0e35c4a050ec334d3e70" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria mais conhecida como Comunidade da Vilarinha, estava sediada na r. da Vilarinha (União das Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde, con. e distr. do Porto, prq. de Aldoar, dio. do Porto).<lb/>A Comunidade foi fundada em outubro de 1992 e encerrada em agosto de 2001.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra as licenças para abrir (modelo C1) e para fechar (modelo C2) uma comunidade deferidas pelas Superioras Gerais, Patricia Connor (1985-1995) e Catherine Dolan (1995-2007), a 4 de novembro de 1992 e 31 de maio de 2001, respetivamente.<lb/>Compreende a autorização de D. Júlio Tavares Rebimbas, Bispo do Porto (1982-1997), ao pedido da Superiora Provincial, Maria Teresa Morgadinha (1988-1994), para fundar a Comunidade (27 e 29 de julho de 1992).<lb/>Apresenta os projetos comunitários (1992-1993/1996-1997/2000-2001).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Patrícia Connor</name>
            <name role="subject">Catherine Dolan</name>
            <name role="subject">D. Júlio Tavares Rebimbas</name>
            <name role="subject">Maria Teresa Morgadinha</name>
            <name role="subject">Maria Stella Morgadinha</name>
            <subject>Licença para abrir (modelo C1)</subject>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Vila Nova de Famalicão)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/CC</unitid>
          <unitdate normal="1982/2008" encodinganalog="3.1.3">1982 - 2008</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6967_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6969_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Vila Nova de Famalicão)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-5c606ab5d8f1567e004c3c1ee3258054" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Vila Nova de Famalicão (freg. e prq. do con. Vila Nova de Famalicão, distr. e arquidio. de Braga) foi fundada em 1975, sediada na r. Júlio de Araújo, n.º 159 – 1.º.<lb/>A referida Comunidade encerrou em agosto de 2008.<lb/>Por altura do seu encerramento integravam a Comunidade as seguintes religiosas: Laurinda de Jesus Pereira de Sousa (Coordenadora/Superiora Local), Angelina Mendes Pequito, Maria Isabel Azevedo Macedo e Maria Luísa Martins de Brito.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa à Comunidade das RSCM de Vila Nova de Famalicão, nomeadamente as referentes ao processo de encerramento.<lb/>Apresenta os projetos comunitários.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Vila Nova de Famalicão comunidade</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/CC/0001</unitid>
            <unitdate normal="1982/2008" encodinganalog="3.1.3">1982 - 2008</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 4;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0033, n.º 6.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal. Foram desenvolvidas as abreviaturas presentes, a saber: “V[ila] N[ova] de Famalicão comunidade”.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6972_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6973_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Vila Nova de Famalicão)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-5c606ab5d8f1567e004c3c1ee3258054" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Vila Nova de Famalicão (freg. e prq. do con. Vila Nova de Famalicão, distr. e arquidio. de Braga) foi fundada em 1975, sediada na r. Júlio de Araújo, n.º 159 – 1.º.<lb/>A referida Comunidade encerrou em agosto de 2008.<lb/>Por altura do seu encerramento integravam a Comunidade as seguintes religiosas: Laurinda de Jesus Pereira de Sousa (Coordenadora/Superiora Local), Angelina Mendes Pequito, Maria Isabel Azevedo Macedo e Maria Luísa Martins de Brito.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra a licença para fechar uma comunidade (modelo C2) com deferimento da Superiora Geral, Terezinha Cecchin (2007-2013), e respetivo Conselho dado a 26 de maio de 2008.<lb/>Apresenta a lista da comunidade aquando do seu encerramento ilustrada com reproduções digitais das fotografias das suas integrantes.<lb/>Compreende cópia da carta enviada pela Superiora Provincial, Maria Teresa Dias Nogueira (2006-2012), ao Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga (1999 -  ), solicitando-lhe uma audiência (Lisboa, 17 de abril de 2008).<lb/>Reúne os projetos comunitários (1982-2007).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Teresa Cecchin</name>
            <name role="subject">Terezinha Cecchin</name>
            <name role="subject">Maria Teresa Dias Nogueira</name>
            <name role="subject">D. Jorge Ortiga</name>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
            <subject>Listas</subject>
            <subject>Iconografia/fotografia</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Vilarinho de São Romão)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/DD</unitid>
          <unitdate normal="1976/2001" encodinganalog="3.1.3">1976 - 2001</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        9 u.i. (6 env., 3 pt.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação: “Datas”: o ano de 1976 corresponde a uma data crítica. </p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_6986_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_6988_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Vilarinho de São Romão)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-bd615848ae3e1738e7a862ff815e2c9b" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Vilarinho de São Romão (freg. e prq. do con. de Sabrosa, distr. de Vila Real, dio. de Vila Real) foi fundada em 1976 e encerrada em 2001.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa à Comunidade das RSCM de Vilarinho de São Romão, nomeadamente os projetos comunitários e suas avaliações, assim como a licença para fechar.<lb/>Apresenta as memórias/historiais da Comunidade documentadas com iconografia/fotografia.<lb/>Integra 32 fotografias.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação. A subsecção apresenta ainda uma série, a saber: Iconografia.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos ingressos adicionais.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Vilarinho de São Romão</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/DD/0001</unitid>
            <unitdate normal="1987/2001" encodinganalog="3.1.3">1987 - 2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        2 u.i. (1 pt., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 18
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0037, n.º 3; AHIRSCM, cx. F1-031, n.º 1. Por questões de conservação, as fotografias a cores foram retiradas.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal. Foi desenvolvida a abreviatura presente, a saber: “Vilarinho de S[ão] Romão”. </p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_6991_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_6992_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Vilarinho de São Romão)</corpname>
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          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-bd615848ae3e1738e7a862ff815e2c9b" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Vilarinho de São Romão (freg. e prq. do con. de Sabrosa, distr. de Vila Real, dio. de Vila Real) foi fundada em 1976 e encerrada em 2001.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra a licença para fechar (modelo C2) deferida pela Superiora Geral, Catherine Dolan (1995-2007), e respetivo Conselho, a 21 de maio de 2001.<lb/>Apresenta os projetos comunitários (1986-1997/2000-2001) e suas avaliações (1987-1989).<lb/>Integra 5 fotografias a cores documentando as atividades pastorais desenvolvidas pelas RSCM na localidade de Vilarinho de São Romão.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Catherine Dolan</name>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Avaliações</subject>
            <subject>Iconografia/fotografia</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Obra Social de Vilarinho de São Romão presença comunitária das Religiosas do Sagrado Coração de Maria 1976/2001</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/DD/0002</unitid>
            <unitdate normal="2001/2001" encodinganalog="3.1.3">2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0037, n.º 3A.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal. Foram desenvolvidas as abreviaturas presentes, a saber: “Obra Social de Vilarinho de S[ão] Romão presença comunitária das R[eligiosas do] S[agrado] C[oração de] M[aria] 1976/2001”.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: contém informação compreendida entre 1976 e 2001. </p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7000_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7001_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Vilarinho de São Romão)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-bd615848ae3e1738e7a862ff815e2c9b" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Vilarinho de São Romão (freg. e prq. do con. de Sabrosa, distr. de Vila Real, dio. de Vila Real) foi fundada em 1976 e encerrada em 2001.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra o original do historial/memória comunitária da responsabilidade das RSCM, Maria da Piedade Rocha (iconografia/fotografia) e Maria Helena Marques Barbosa e Maria Cecília Ferreira Azevedo (texto) (Viseu, 8 de setembro de 2001).<lb/>Apresenta colagens, na sua maioria, de fotografias digitais documentando as atividades desenvolvidas pelas RSCM na localidade de Vilarinho de São Romão.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Maria da Piedade Rocha</name>
            <name role="subject">Maria Helena Marques Barbosa</name>
            <name role="subject">Maria Cecília Ferreira Azevedo</name>
            <subject>Historiais/memórias</subject>
            <subject>Iconografia/fotografia</subject>
          </controlaccess>
          <custodhist encodinganalog="3.2.3">
            <p>A documentação foi encontrada junto com documentação similar pertencente à Comunidade das RSCM de Canelas que encerrou em agosto de 2018, tendo sido transferida e integrada em janeiro de 2019.</p>
          </custodhist>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Obra Social de Vilarinho de São Romão</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/DD/0003</unitid>
            <unitdate normal="2000/2000" encodinganalog="3.1.3">2000</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0037, n.º 3B.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data  [2000?].</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7012_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7013_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Vilarinho de São Romão)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-bd615848ae3e1738e7a862ff815e2c9b" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Vilarinho de São Romão (freg. e prq. do con. de Sabrosa, distr. de Vila Real, dio. de Vila Real) foi fundada em 1976 e encerrada em 2001.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra um historial/memória comunitária sobre a ação das RSCM na localidade de Vilarinho de São Romão.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <subject>Historiais/memórias</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
        <c level="series">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Iconografia</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/DD/001</unitid>
            <unitdate normal="1976/2001" encodinganalog="3.1.3">1976 - 2001</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        5 u.i. (5 env.); papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1976]-[ant. 2001].</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7017_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7018_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Vilarinho de São Romão)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-bd615848ae3e1738e7a862ff815e2c9b" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Vilarinho de São Romão (freg. e prq. do con. de Sabrosa, distr. de Vila Real, dio. de Vila Real) foi fundada em 1976 e encerrada em 2001.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra 27 fotografias avulsas.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Iconografia</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/DD/001/0001</unitid>
              <unitdate normal="1976/2001" encodinganalog="3.1.3">1976 - 2001</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        5 u.i. (5 env.); papel fotográfico.    </physdesc>
              <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
                <language langcode="por">Portuguese</language>
              </langmaterial>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. F3-01, n.º 19, AHIRSCM, cx. F1-033, n.ºs 1, 2, 3 e 4. 
<lb/></p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído. O título formal era “Fotos Arq[uivo] Hist[órico].</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1976]-[ant. 2001].</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_7021_actor">Comunidades</corpname>
                <corpname id="atom_7022_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Vilarinho de São Romão)</corpname>
              </origination>
            </did>
            <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-bd615848ae3e1738e7a862ff815e2c9b" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>A Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Vilarinho de São Romão (freg. e prq. do con. de Sabrosa, distr. de Vila Real, dio. de Vila Real) foi fundada em 1976 e encerrada em 2001.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Published</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Encerra 27 fotografias avulsas, a saber: 1 fotografia a p&amp;b do Venerável Padre Jean Gailhac, 26 fotografias a cores documentando as atividades realizadas pelas RSCM na localidade de Vilarinho de São Romão.</p>
            </scopecontent>
            <arrangement encodinganalog="3.3.4">
              <p>Organização original.</p>
            </arrangement>
            <controlaccess>
              <name role="subject">Venerável Padre Jean Gailhac</name>
              <subject>Iconografia/fotografia</subject>
            </controlaccess>
            <processinfo>
              <p>
                <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
              </p>
            </processinfo>
            <processinfo>
              <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
            </processinfo>
          </c>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Viseu)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/EE</unitid>
          <unitdate normal="1992/2010" encodinganalog="3.1.3">1992 - 2010</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_7027_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_7029_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Viseu)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-5a98b90902c07add967f80339533a86d" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Em outubro de 1992, no n.º 142 da av. 25 de abril (freg. de Viseu, con. e distr. de Viseu, prq. do Coração de Jesus, dio. de Viseu) no mesmo edifício onde funcionava, desde 1974, o Lar do Sagrado Coração de Maria, é fundada a Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Viseu, conhecida como a Residência de Viseu.<lb/>Esta foi encerrada em setembro de 1994, reaberta em setembro de 1995 e, oficialmente, encerrada em agosto de 2008, embora tenha permanecido naquelas instalações até 2021.<lb/>Integravam a última Comunidade as seguintes RSCM: Maria da Graça Neves de Matos (Coordenadora/Superiora Local), Maria Alice Ribeiro dos Santos, Maria Antónia Quinteiro Lopes, Maria do Céu Quinteiro Lopes, Maria Dolorosa Cabral, Maria de Fátima Tomé Bispo, Maria Joaquina de Oliveira Neiva e Vitória dos Prazeres.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa à Comunidade das RSCM de Viseu.<lb/>Apresenta as licenças para abrir e fechar uma comunidade, assim como os projetos comunitários.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Estão previstos novos ingressos em data ainda a definir.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Viseu – Residência</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/EE/0001</unitid>
            <unitdate normal="1992/2008" encodinganalog="3.1.3">1992 - 2008</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 21;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0037, n.º 8.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7032_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7033_actor">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Viseu)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-5a98b90902c07add967f80339533a86d" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Em outubro de 1992, no n.º 142 da av. 25 de abril (freg. de Viseu, con. e distr. de Viseu, prq. do Coração de Jesus, dio. de Viseu) no mesmo edifício onde funcionava, desde 1974, o Lar do Sagrado Coração de Maria, é fundada a Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria de Viseu, conhecida como a Residência de Viseu.<lb/>Esta foi encerrada em setembro de 1994, reaberta em setembro de 1995 e, oficialmente, encerrada em agosto de 2008, embora tenha permanecido naquelas instalações até 2021.<lb/>Integravam a última Comunidade as seguintes RSCM: Maria da Graça Neves de Matos (Coordenadora/Superiora Local), Maria Alice Ribeiro dos Santos, Maria Antónia Quinteiro Lopes, Maria do Céu Quinteiro Lopes, Maria Dolorosa Cabral, Maria de Fátima Tomé Bispo, Maria Joaquina de Oliveira Neiva e Vitória dos Prazeres.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra os projetos comunitários (1992-1994/1996-1997/2000-2008).<lb/>Apresenta as licenças para abrir (modelo C1) e fechar (modelo C2) uma comunidade, a saber: licença para abrir deferida pela Superior Geral, Patricia Connor (1985-1995), a 4 de novembro de 1992; licença para fechar deferida pela referida Superiora Geral a 15 de setembro de 1994; licença para abrir deferida pela mesma Superiora Geral a 16 de junho de 1995; licença para fechar deferida pela Superiora Geral, Terezinha Cecchin (2007-2013), a 26 de maio de 2008.<lb/>Compreende uma lista com as RSCM que integravam a Comunidade aquando do seu encerramento ilustrada com reproduções digitais das respetivas fotografias (c. 2008).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização cronológica decrescente.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Patrícia Connor</name>
            <name role="subject">Teresa Cecchin</name>
            <name role="subject">Terezinha Cecchin</name>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
            <subject>Listas</subject>
            <subject>Iconografia/fotografia</subject>
            <subject>Licença para abrir (modelo C1)</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lar de Nossa Senhora do Livramento (Porto)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/FF</unitid>
          <unitdate normal="1981/2014" encodinganalog="3.1.3">1981 - 2014</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_7044_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_7046_actor">Lar de Nossa Senhora do Livramento (Porto)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-fcb9c8a6d451187ca959981d3f332889" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>O Lar de Nossa Senhora do Livramento foi fundado no ano de 1810, mas sua associação ao IRSCM só foi concretizada em 1974, altura em que o seu responsável, o Engenheiro Almeida e Sousa, solicita a ajuda daquele na administração do referido lar.<lb/>Sediado na r. de Santos Pousada, n.º 182 (freg. e prq. do Bonfim, con., distr. e dio. do Porto), a ação das RSCM prolongou-se até agosto de 2014.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa à Comunidade das RSCM associada ao Lar de Nossa Senhora do Livramento no Porto.<lb/>Apresenta os projetos comunitários e respetivas avaliações.<lb/>Integra os planos de atividades do Lar.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lar Nossa Senhora Livramento comunidade</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/FF/0001</unitid>
            <unitdate normal="1981/2014" encodinganalog="3.1.3">1981 - 2014</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 16;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0036, n.º 12.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal. Foram desenvolvidas as abreviaturas presentes, a saber: “Lar N[ossa] S[enhora] Livramento comunidade”.  </p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7049_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7050_actor">Lar de Nossa Senhora do Livramento (Porto)</corpname>
            </origination>
          </did>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-fcb9c8a6d451187ca959981d3f332889" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Lar de Nossa Senhora do Livramento foi fundado no ano de 1810, mas sua associação ao IRSCM só foi concretizada em 1974, altura em que o seu responsável, o Engenheiro Almeida e Sousa, solicita a ajuda daquele na administração do referido lar.<lb/>Sediado na r. de Santos Pousada, n.º 182 (freg. e prq. do Bonfim, con., distr. e dio. do Porto), a ação das RSCM prolongou-se até agosto de 2014.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra os projetos comunitários da Comunidade das RSCM associada ao Lar de Nossa Senhora do Livramento (1982-2014), assim como as suas avaliações (1981-1987).<lb/>Integra os planos de atividades do referido Lar (2008-2012).<lb/>Compreende cópia da carta enviada pela Superiora Provincial, Maria Teresa Dias Nogueira (2006-2012), à Comunidade anunciando a nomeação de Deolinda da Ascensão Leones Pereira como sua Coordenadora/Superiora Local (Lisboa, 13 de junho de 2012).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Maria Teresa Dias Nogueira</name>
            <name role="subject">Deolinda da Ascensão Leones Pereira</name>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Avaliações</subject>
            <subject>Planos de atividades</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lar do Sagrado Coração de Maria (Aveiro)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/GG</unitid>
          <unitdate normal="1955/1967" encodinganalog="3.1.3">1955 - 1967</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="fre">French</language>
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: o ano de 1955 remete para a data da informação.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_7060_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_7061_actor">Lar do Sagrado Coração de Maria (Aveiro)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-2a4e66fdeecf597aa3819e9c97e70f08" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>O primeiro Lar/Residência para estudantes do sexo feminino do Liceu e Escola do Magistério Primário do IRSCM em Aveiro (con., distr. e dio.) foi fundado em 1955, anexo, mas autónomo, ao Colégio do mesmo Instituto, tendo funcionado num edifício, em frente às instalações do dito Colégio até 1957, altura em que passou a funcionar nas instalações do próprio Colégio, sitas na av. Dr. Lourenço Peixinho até ao seu encerramento em 1967.<lb/>Durante a sua existência foram Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM associada ao referido lar as seguintes religiosas: Maria do Nascimento Serra (1955-1956), Maria Cecília Amorim (1956-1958), Maria das Cinco Chagas Peixoto (1958-1961), Maria da Santíssima Trindade Castro (1961-1962) e Maria das Cinco Chagas Peixoto (1962-1967).</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa ao Lar do Sagrado Coração de Maria de Aveiro.<lb/>Integra documentação referente aos lares homónimos de Braga, Coimbra, Guarda e Viseu.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Aveiro Lar av. Dr. Lourenço Peixinho</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/GG/0001</unitid>
            <unitdate normal="1955/1967" encodinganalog="3.1.3">1955 - 1967</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 3
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0032, n.º 5.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: o ano de 1955 refere-se à data da informação. </p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Sistema de organização”: embora não existisse uma classificação por tipologias documentais propriamente dita, a documentação encontrava-se agrupada tendo em conta a natureza dos documentos.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7064_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7065_actor">Lar do Sagrado Coração de Maria (Aveiro)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-2a4e66fdeecf597aa3819e9c97e70f08" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O primeiro Lar/Residência para estudantes do sexo feminino do Liceu e Escola do Magistério Primário do IRSCM em Aveiro (con., distr. e dio.) foi fundado em 1955, anexo, mas autónomo, ao Colégio do mesmo Instituto, tendo funcionado num edifício, em frente às instalações do dito Colégio até 1957, altura em que passou a funcionar nas instalações do próprio Colégio, sitas na av. Dr. Lourenço Peixinho até ao seu encerramento em 1967.<lb/>Durante a sua existência foram Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM associada ao referido lar as seguintes religiosas: Maria do Nascimento Serra (1955-1956), Maria Cecília Amorim (1956-1958), Maria das Cinco Chagas Peixoto (1958-1961), Maria da Santíssima Trindade Castro (1961-1962) e Maria das Cinco Chagas Peixoto (1962-1967).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Contém correspondência (1966-1967), crónicas (1961-1967), fichas da comunidade [1955], licença para fechar (modelo C2), deferida pela Superiora Geral, Margarida Maria (1963-1975), a 17 de julho de 1967 e relatórios (1956-1966).<lb/>Reúne, maioritariamente, relatórios das atividades religiosas e apostólicas realizadas e desenvolvidas pela Comunidade religiosa e pelas alunas.<lb/>Encerra 1 relatório que apresenta, entre outra informação, o inventário dos bens móveis pertencentes ao Lar.<lb/>Integra os relatórios das atividades religiosas e apostólicas realizadas e desenvolvidas pela Comunidade de religiosas e pelas alunas dos lares de Braga, Coimbra, Guarda e Viseu, respeitantes ao biénio de 1962-1963.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização alfabética por tipologias documentais e, dentro desta, uma organização cronológica crescente.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Margarida Maria Gonçalves</name>
            <name role="subject">Margarida Maria Maricoto Gonçalves</name>
            <name role="subject">Maria Salomé Gonçalves</name>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Crónicas</subject>
            <subject>Ficha da comunidade</subject>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
            <subject>Relatórios</subject>
            <subject>Relatórios de atividades</subject>
            <geogname>Lar do Sagrado Coração de Maria (Braga)</geogname>
            <geogname>Lar do Sagrado Coração de Maria (Coimbra)</geogname>
            <geogname>Lar do Sagrado Coração de Maria (Guarda)</geogname>
            <geogname>Lar do Sagrado Coração de Maria (Viseu)</geogname>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
          <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
            <p>. relação paralela: PT/IRSCM-PP/Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria – Província Portuguesa (F), Comunidades (SC), Lar do Sagrado Coração de Maria (Braga) (SSC);<lb/>. Relação paralela: PT/IRSCM-PP/Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria – Província Portuguesa (F), Comunidades (SC), Lar do Sagrado Coração de Maria (Guarda) (SSC);<lb/>. Relação paralela: PT/IRSCM-PP/Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria – Província Portuguesa (F), Comunidades (SC), Lar do Sagrado Coração de Maria (Viseu) (SSC).</p>
          </relatedmaterial>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lar do Sagrado Coração de Maria (Guarda)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/HH</unitid>
          <unitdate normal="1973/2002" encodinganalog="3.1.3">1973 - 2002</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        2 u.i. (1 pt., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído. </p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_7090_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_7091_actor">Lar do Sagrado Coração de Maria (Guarda)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-486ba8517ec987f1977972f5a7eb9f75" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Primeiramente designado de Lar Académico, o Lar do Sagrado Coração de Maria da Guarda (con., distr. e dio. da Guarda),  foi fundado em 1934 numa casa cedida pelo Dr. Amândio Paul, Diretor do Sanatório Sousa Martins, nos inícios do século XX.<lb/>Em 1945, aproveitando a construção das novas instalações do Colégio do Sagrado Coração de Maria, o Lar é transferido para um terreno contíguo ao terreno daquele no n.º 2 da r. Soeiro Viegas, mudando de designação e passando a receber, para além das alunas do Liceu Nacional da Guarda, alunas da Escola Normal (antiga designação da Escola Superior de Educação) e do Instituto Politécnico da Guarda.<lb/>O Lar encerrou em julho de 1995.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação relativa ao processo de encerramento do Lar, nomeadamente as licenças para alienação de propriedade e correspondência.<lb/>Integra os projetos comunitários e respetivas avaliações (1982-1994), assim como uma lista com os contactos das antigas alunas do Colégio do Sagrado Coração de Maria da Guarda e do referido Lar (20 de abril de 2002).<lb/>Apresenta uma fotografia a cores.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Guarda – Lar</unittitle>
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            <unitdate normal="1973/2002" encodinganalog="3.1.3">1973 - 2002</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        2 u.i (1 pt., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0035, n.º 5; AHIRSCM, cx. F6-01, n.º 86. Por razões de conservação a fotografia a cores foi retirada.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7094_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7095_actor">Lar do Sagrado Coração de Maria (Guarda)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-486ba8517ec987f1977972f5a7eb9f75" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Primeiramente designado de Lar Académico, o Lar do Sagrado Coração de Maria da Guarda (con., distr. e dio. da Guarda),  foi fundado em 1934 numa casa cedida pelo Dr. Amândio Paul, Diretor do Sanatório Sousa Martins, nos inícios do século XX.<lb/>Em 1945, aproveitando a construção das novas instalações do Colégio do Sagrado Coração de Maria, o Lar é transferido para um terreno contíguo ao terreno daquele no n.º 2 da r. Soeiro Viegas, mudando de designação e passando a receber, para além das alunas do Liceu Nacional da Guarda, alunas da Escola Normal (antiga designação da Escola Superior de Educação) e do Instituto Politécnico da Guarda.<lb/>O Lar encerrou em julho de 1995.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra licenças para alienação de propriedade (modelos PA3 e F3) com deferimento da Superiora Geral, e do respetivo Conselho, datado de 13 de junho de 1984 e 14 de março de 1994, respetivamente.<lb/>Compreende originais e cópias de correspondência trocada com vária entidades nomeadamente com a Diocese da Guarda, na pessoa do seu Bispo, D. António dos Santos (1979-2005), e com a Fundação Frei Pedro (1989 - ).<lb/>Reúne os projetos comunitários da Comunidade das RSCM anexa ao Lar e respetivas avaliações (1982-1994).<lb/>Integra uma lista com os contactos das “Antigas Alunas do Colégio e do Lar do Sagrado Coração de Maria da Guarda” (20 de abril de 2002).<lb/>Contém uma fotografia a cores da RSCM Maria Margarida Godinho Nápoles com um grupo de alunas aquando da sua preparação para ao Crisma.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">D. António dos Santos</name>
            <name role="subject">Fundação Frei Pedro</name>
            <name role="subject">Maria Margarida Godinha Nápoles</name>
            <subject>Licenças</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Avaliações</subject>
            <subject>Listas</subject>
            <subject>Iconografia/fotografia</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lar do Sagrado Coração de Maria (Guimarães)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/II</unitid>
          <unitdate normal="1962/1993" encodinganalog="3.1.3">1962 - 1993</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        4 u.i. (3 pt., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="fre">French</language>
            <language langcode="eng">English</language>
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_7112_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_7114_actor">Lar do Sagrado Coração de Maria (Guimarães)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-9d0df1e5618c450247691d5e008b1e9d" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>O Lar do Sagrado Coração de Maria de Guimarães (con. Guimarães, distr. e arquidio. de Braga) estava anexo ao Colégio que o IRSCM ali fundou no ano de 1932. Com o encerramento deste em 1967, tanto o referido Lar como o Patronato a ele anexos, continuaram em funcionamento, o primeiro como Lar para estudantes do sexo feminino e o segundo como Obra Social.<lb/>O Lar do Sagrado Coração de Maria de Guimarães funcionou na Casa de Vila Pouca, r. D. Domingos da Silva Gonçalves, até ao seu encerramento em 1993.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa ao Lar do SCM e à Obra SCM, antigo Patronato, da cidade de Guimarães.<lb/>Apresenta originais e cópias de correspondência trocada entre representantes do IRSCM e diversas entidades, entre as quais, a Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição e a Cruzada do Bem.<lb/>Compreende os projetos comunitários (1981-1993) da Comunidade das RSCM associada aos referidos órgãos do IRSCM.<lb/>Encerra as licenças para fechar uma comunidade relativas ao Colégio e ao Lar com deferimento da Superiora Geral, e respetivo Conselho, de 2 de abril de 1967 e 16 de dezembro de 1993, respetivamente.<lb/>Integra os duplicados dos mapas da Segurança Social de funcionários do referido Lar (1983-1990).<lb/>Reúne 3 fotografias a cores documentando o quotidiano do Lar.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Guimarães Lar/Patronato</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/II/0001</unitid>
            <unitdate normal="1962/1993" encodinganalog="3.1.3">1962 - 1993</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        2 u.i. (1 pt., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
              <language langcode="eng">English</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 4;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0034, n.º 2; AHIRSCM, cx. F6-01, n.º 84.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Localização (atual)”: por questões de conservação, as fotografias a cores foram retiradas.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7117_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7118_actor">Lar do Sagrado Coração de Maria (Guimarães)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-9d0df1e5618c450247691d5e008b1e9d" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Lar do Sagrado Coração de Maria de Guimarães (con. Guimarães, distr. e arquidio. de Braga) estava anexo ao Colégio que o IRSCM ali fundou no ano de 1932. Com o encerramento deste em 1967, tanto o referido Lar como o Patronato a ele anexos, continuaram em funcionamento, o primeiro como Lar para estudantes do sexo feminino e o segundo como Obra Social.<lb/>O Lar do Sagrado Coração de Maria de Guimarães funcionou na Casa de Vila Pouca, r. D. Domingos da Silva Gonçalves, até ao seu encerramento em 1993.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra as licenças para fechar (modelo C2) uma comunidade referentes ao Colégio do SCM e ao Lar do SCM de Guimarães com deferimento das Superioras Gerais, Margarida Maria (1963-1975) e Patricia Connor (1985-1995) e respetivo Conselho, dado a 2 de abril de 1967 e 16 de dezembro de 1993, respetivamente.<lb/>Integra os projetos comunitários (1982-1993) da Comunidade das RSCM associada ao referido Lar e a avaliação dos mesmos referente aos anos de 1981-1982, 1985, 1986-1987, 1988-1989 e 1990.<lb/>Apresenta correspondência abordando assuntos relativos ao dito Lar, assim como à referida Obra Social, antigo Patronato.<lb/>Compreende 3 fotografias a cores documentando o quotidiano.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <corpname role="subject">Colégio do Sagrado Coração de Maria (Guimarães)</corpname>
            <name role="subject">Margarida Maria Gonçalves</name>
            <name role="subject">Margarida Maria Maricoto Gonçalves</name>
            <name role="subject">Maria Salomé Gonçalves</name>
            <name role="subject">Patrícia Connor</name>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Avaliações</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Iconografia/fotografia</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
          <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
            <p>. Relação complementar: PT/IRSCM-PP/Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria – Província Portuguesa (F), Comunidades (SC), Colégio do Sagrado Coração de Maria, Guimarães (SSC).</p>
          </relatedmaterial>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Guimarães – Lar mapas da Segurança Social – empregadas</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/II/0002</unitid>
            <unitdate normal="1983/1987" encodinganalog="3.1.3">1983 - 1987</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 9;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. D02, n.º 5.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal. Foi desenvolvida a abreviatura presente, a saber: Guimarães – Lar mapas da Seg[urança] Social – empregadas.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7131_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7132_actor">Lar do Sagrado Coração de Maria (Guimarães)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-9d0df1e5618c450247691d5e008b1e9d" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Lar do Sagrado Coração de Maria de Guimarães (con. Guimarães, distr. e arquidio. de Braga) estava anexo ao Colégio que o IRSCM ali fundou no ano de 1932. Com o encerramento deste em 1967, tanto o referido Lar como o Patronato a ele anexos, continuaram em funcionamento, o primeiro como Lar para estudantes do sexo feminino e o segundo como Obra Social.<lb/>O Lar do Sagrado Coração de Maria de Guimarães funcionou na Casa de Vila Pouca, r. D. Domingos da Silva Gonçalves, até ao seu encerramento em 1993.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra, maioritariamente, os duplicados dos mapas de pagamentos à Segurança Social das seguintes funcionárias do Lar do SCM de Guimarães: Maria Alice Faria Esteves (1986-1987), Maria Augusta Gomes de Carvalho (1983-1986) e Palmira de Oliveira Magalhães (1983-1984).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização alfabética.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Maria Alice Faria Esteves</name>
            <name role="subject">Maria Augusta Gomes de Carvalho</name>
            <name role="subject">Palmira de Oliveira Magalhães</name>
            <subject>Mapas</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Apresenta documentos de grande formato.</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Informação não comunicável a não ser ao indivíduo a que diz respeito ou a um seu representante legal, devidamente identificado.</p>
          </accessrestrict>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Guimarães – Lar mapas da Segurança Social – empregadas</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/II/0003</unitid>
            <unitdate normal="1989/1990" encodinganalog="3.1.3">1989 - 1990</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 9;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. D02, n.º 6.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal. Foi desenvolvida a abreviatura presente, a saber: Guimarães – Lar mapas da Seg[urança] Social – empregadas.
<lb/></p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7143_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7144_actor">Lar do Sagrado Coração de Maria (Guimarães)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-9d0df1e5618c450247691d5e008b1e9d" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Lar do Sagrado Coração de Maria de Guimarães (con. Guimarães, distr. e arquidio. de Braga) estava anexo ao Colégio que o IRSCM ali fundou no ano de 1932. Com o encerramento deste em 1967, tanto o referido Lar como o Patronato a ele anexos, continuaram em funcionamento, o primeiro como Lar para estudantes do sexo feminino e o segundo como Obra Social.<lb/>O Lar do Sagrado Coração de Maria de Guimarães funcionou na Casa de Vila Pouca, r. D. Domingos da Silva Gonçalves, até ao seu encerramento em 1993.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra, maioritariamente, os duplicados dos mapas de pagamentos à Segurança Social da funcionária do Lar do SCM de Guimarães, Maria das Dores Silva Freitas (1989-1990).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Maria das Dores Silva Freitas</name>
            <subject>Mapas</subject>
          </controlaccess>
          <phystech encodinganalog="3.4.3">
            <p>Apresenta documentos de grande formato.</p>
          </phystech>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
          <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
            <p>Informação não comunicável a não ser ao indivíduo a que diz respeito ou a um seu representante legal, devidamente identificado.</p>
          </accessrestrict>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lar do Sagrado Coração de Maria (Portalegre)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/JJ</unitid>
          <unitdate normal="1978/2005" encodinganalog="3.1.3">1978 - 2005</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        3 u.i. (2 pt., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_7150_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_7152_actor">Lar do Sagrado Coração de Maria (Portalegre)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-ad927cc8d83a4568201ac7b145d35f18" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>No ano letivo de 1963-1964, anexo ao Colégio do Sagrado Coração de Maria de Portalegre (con., distr. e dio. Portalegre-Castelo Branco), surge um Lar para meninas estudantes do Liceu e Magistério Primário.<lb/>Oficialmente, e enquanto estrutura autónoma, o Lar do Sagrado Coração de Maria de Portalegre foi fundado em 1971, ano em que encerra o referido Colégio e parte do seu edifício é adaptado a Lar, sendo que a outra parte foi vendida ao Estado.<lb/>Como tal, a partir do dito ano passa a funcionar na Estrada do Bonfim um Lar para estudantes do Ensino Preparatório e do Magistério Primário passando, em 1988, a receber também alunas da Escola Superior de Educação e da Escola de Enfermagem.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa ao Lar SCM de Portalegre e à ação das RSCM naquela localidade.<lb/>Entre outras tipologias documentais, encerra correspondência e os projetos comunitários da Comunidade religiosa àquele associada.<lb/>Apresenta documentação referente à ação pastoral das RSCM na localidade de Aldeia da Mata (freg. e p. do c. do Crato, distr. Portalegre, dio. de Portalegre-Castelo Branco).<lb/>Compreende 5 fotografias a cores.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Portalegre – Lar</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/JJ/0001</unitid>
            <unitdate normal="1978/2005" encodinganalog="3.1.3">1978 - 2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        2 u.i. (1 pt., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 15
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0036, n.º 8; AHIRSCM, cx. F1-031, n.º 4. Por questões de conservação, as fotografias a cores foram retiradas.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7155_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7156_actor">Lar do Sagrado Coração de Maria (Portalegre)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-ad927cc8d83a4568201ac7b145d35f18" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>No ano letivo de 1963-1964, anexo ao Colégio do Sagrado Coração de Maria de Portalegre (con., distr. e dio. Portalegre-Castelo Branco), surge um Lar para meninas estudantes do Liceu e Magistério Primário.<lb/>Oficialmente, e enquanto estrutura autónoma, o Lar do Sagrado Coração de Maria de Portalegre foi fundado em 1971, ano em que encerra o referido Colégio e parte do seu edifício é adaptado a Lar, sendo que a outra parte foi vendida ao Estado.<lb/>Como tal, a partir do dito ano passa a funcionar na Estrada do Bonfim um Lar para estudantes do Ensino Preparatório e do Magistério Primário passando, em 1988, a receber também alunas da Escola Superior de Educação e da Escola de Enfermagem.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra originais e cópias de correspondência trocada com várias entidades, nomeadamente a Direcção dos Serviços de Previdência (Lisboa) e D. Augusto César Alves Ferreira da Silva(?), Bispo de Portalegre-Castelo Branco (1978-2004).<lb/>Apresenta os projetos comunitários, e respetivas avaliações, da Comunidade de RSCM associada ao lar (1982-2005).<lb/>Compreende o plano de ação para a prq. de Alagoa (dio. de Portalegre-Castelo Branco) para o biénio 1995-1996, o projeto pedagógico do Centro Social e Comunitário de São Bartolomeu (s.d.) em Portalegre, assim como o plano de atividade da disciplina de Religião e Moral da Escola 2,3 de Cristóvão Falcão (1996-1997) e o plano de ação do centro catequético (1995-1997).<lb/>Integra 5 fotografias documentando as atividades quotidianas e pastorais do lar.<lb/>Contém o projeto comunitário da Comunidade das RSCM do Largo Hintze Ribeiro em Lisboa (1991-1992).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Direcção dos Serviços de Previdência</name>
            <name role="subject">D. Augusto César Alves Ferreira da Silva</name>
            <name role="subject">Centro Social e Comunitário de São Bartolomeu</name>
            <name role="subject">Escola 2,3 de Cristóvão Falcão</name>
            <corpname role="subject">Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa - Hintze Ribeiro)</corpname>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Avaliações</subject>
            <subject>Planos de ação</subject>
            <subject>Projetos pedagógicos</subject>
            <subject>Planos de atividades</subject>
            <subject>Iconografia/fotografia</subject>
            <geogname>Alagoa (Portalegre, Portugal)</geogname>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
          <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3">
            <p>. Relação complementar: PT/IRSCM-PP/Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria – Província Portuguesa (F), Comunidades (SC), Comunidade das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – Hintze Ribeiro) (SSC).</p>
          </relatedmaterial>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Aldeia da Mata</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/JJ/0002</unitid>
            <unitdate normal="1984/1984" encodinganalog="3.1.3">1984</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP – Centro Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 15;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0036, n.º 9.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7178_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7179_actor">Lar do Sagrado Coração de Maria (Portalegre)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-ad927cc8d83a4568201ac7b145d35f18" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>No ano letivo de 1963-1964, anexo ao Colégio do Sagrado Coração de Maria de Portalegre (con., distr. e dio. Portalegre-Castelo Branco), surge um Lar para meninas estudantes do Liceu e Magistério Primário.<lb/>Oficialmente, e enquanto estrutura autónoma, o Lar do Sagrado Coração de Maria de Portalegre foi fundado em 1971, ano em que encerra o referido Colégio e parte do seu edifício é adaptado a Lar, sendo que a outra parte foi vendida ao Estado.<lb/>Como tal, a partir do dito ano passa a funcionar na Estrada do Bonfim um Lar para estudantes do Ensino Preparatório e do Magistério Primário passando, em 1988, a receber também alunas da Escola Superior de Educação e da Escola de Enfermagem.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra originais e cópias de correspondência trocada com D. Augusto César Alves Ferreira da Silva, Bispo de Portalegre-Castelo Branco (1978-2004) (1984), e com a Associação de Amizade à Infância e Terceira Idade de Aldeia da Mata (1984).<lb/>Apresenta o projeto pedagógico do Centro Social e Comunitário de São Bartolomeu (s.d.).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">D. António César Alves Ferreira da Silva</name>
            <name role="subject">Associação de Amizade à Infância e Terceira Idade de Aldeia da Mata</name>
            <name role="subject">Centro Social e Comunitário de São Bartolomeu</name>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Projetos pedagógicos</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lar do Sagrado Coração de Maria (Viseu)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/KK</unitid>
          <unitdate normal="1953/2010" encodinganalog="3.1.3">1953 - 2010</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        6 u.i. (3 pt., 3 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="fre">French</language>
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_7189_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_7190_actor">Lar do Sagrado Coração de Maria (Viseu)</corpname>
          </origination>
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          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-81bd540599cab0273498c889cc85c295" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>O Lar do Sagrado Coração de Maria de Viseu foi fundado a 5 de setembro de 1953 num edifício arrendado na av. Infante D. Henrique (freg. Viseu, con. e distr. Viseu, prq. do Coração de Jesus, dio. de Viseu), dando continuação ao trabalho iniciado por Maria Isabel Henriques Marques Matias, que ali dirigia um Lar para meninas estudantes do Liceu, do Ensino Técnico e da Escola do Magistério Primário.<lb/>Sob a responsabilidade das RSCM, no referido edifício passou também a funcionar um Jardim Infantil, que acabou por ser encerrado por falta de condições logísticas, e um Patronato.<lb/>Em 1974, o Lar muda de instalações, passando a funcionar na av. 25 de Abril, n.º 140, onde funcionou até ao seu encerramento definitivo em julho de 2010, embora o mesmo estivesse previsto para julho de 2009.<lb/>No ano letivo de 1984-1985, o Lar passou também a receber jovens universitárias, sobretudo estudantes da Universidade Católica Portuguesa – Pólo de Viseu.<lb/>Entre 1953 e 1965, foram Diretoras do Lar e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM a ele associada as seguintes religiosas: Maria Auxiliadora Guerra (1953-1956), Maria da Conceição Osório (1956-1957), Maria Auxiliadora Guerra (1957-1958), Maria Gabriel Morais (1958-1961), Maria das Cinco Chagas Peixoto (1961-1962), Maria da Santíssima Trindade Castro (1962-1964), Maria Cândida Valente (1964-1965) e Maria Antónia Lopes (1965).</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa ao Lar do SCM de Viseu, assim como da Comunidade das RSCM e Patronato a ele associados.<lb/>Entre outras tipologias documentais, apresenta uma memória sobre a fundação do Lar, a ficha da comunidade, a minuta dos estatutos e o regulamento.<lb/>Compreende a autorização diocesana para a abertura do Patronato, a licença para fechar e a lista das RSCM que o integravam por altura do seu encerramento.<lb/>Encerra os projetos comunitários e respetivas avaliações da Comunidade de RSCM que lhe estava associada.<lb/>Integra as crónicas e 11 fotografias, a p&amp;b e a cores, documentando atividades</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação. A subsecção apresenta ainda uma série, a saber: Iconografia.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Viseu – Lar/ereção – vária</unittitle>
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            <unitdate normal="1953/2010" encodinganalog="3.1.3">1953 - 2010</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        2 u.i. (1 pt., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 21;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0037, n.º 5; AHIRSCM, cx. F6-01, n.º 83. Por razões de conservação as fotografias a p&amp;b foram retiradas.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7193_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7194_actor">Lar do Sagrado Coração de Maria (Viseu)</corpname>
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          </did>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
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          </bioghist>
          <bioghist id="md5-81bd540599cab0273498c889cc85c295" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Lar do Sagrado Coração de Maria de Viseu foi fundado a 5 de setembro de 1953 num edifício arrendado na av. Infante D. Henrique (freg. Viseu, con. e distr. Viseu, prq. do Coração de Jesus, dio. de Viseu), dando continuação ao trabalho iniciado por Maria Isabel Henriques Marques Matias, que ali dirigia um Lar para meninas estudantes do Liceu, do Ensino Técnico e da Escola do Magistério Primário.<lb/>Sob a responsabilidade das RSCM, no referido edifício passou também a funcionar um Jardim Infantil, que acabou por ser encerrado por falta de condições logísticas, e um Patronato.<lb/>Em 1974, o Lar muda de instalações, passando a funcionar na av. 25 de Abril, n.º 140, onde funcionou até ao seu encerramento definitivo em julho de 2010, embora o mesmo estivesse previsto para julho de 2009.<lb/>No ano letivo de 1984-1985, o Lar passou também a receber jovens universitárias, sobretudo estudantes da Universidade Católica Portuguesa – Pólo de Viseu.<lb/>Entre 1953 e 1965, foram Diretoras do Lar e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM a ele associada as seguintes religiosas: Maria Auxiliadora Guerra (1953-1956), Maria da Conceição Osório (1956-1957), Maria Auxiliadora Guerra (1957-1958), Maria Gabriel Morais (1958-1961), Maria das Cinco Chagas Peixoto (1961-1962), Maria da Santíssima Trindade Castro (1962-1964), Maria Cândida Valente (1964-1965) e Maria Antónia Lopes (1965).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra documentação referente à fundação do Lar do SCM de Viseu, nomeadamente: uma memória (s.d.), ficha da comunidade com informação desde 1953, a minuta dos seus estatutos (s.d.) e o seu regulamento (s.d.), assim como a autorização diocesana para a criação do Patronato associado ao referido Lar (28 de março de 1964).<lb/>Apresenta o projeto educativo para o biénio 1994-1995, assim como a programação para 1981-1982.<lb/>Integra o “Perfil do Lar do Sagrado Coração de Maria” (1986-1987) e a publicação anónima “História das RSCM em Viseu” (1991-1992), provavelmente levada a cabo para assinalar o centenário da presença do IRSCM na cidade de Viseu.<lb/>Compreende a licença para fechar (modelo C2) deferida pela Superiora Geral, Catherine Dolan (1995-2007), e respetivo Conselho, a 18 de dezembro de 2006 (com nota em post-it informando que o encerramento definitivo só aconteceu em julho de 2010), assim como a lista das RSCM que integravam a Comunidade associada ao Lar por altura do seu encerramento, ilustrada com as reproduções digitais das suas fotografias.<lb/>Reúne originais e cópias, entre outros, de correspondência trocada com o pároco da prq. do Coração de Jesus, Milton Lopes Encarnação.<lb/>Contém 2 fotografias a p&amp;b, cujas retratadas ainda não foram identificadas.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Patronato do Sagrado Coração de Maria (Viseu)</name>
            <name role="subject">Catherine Dolan</name>
            <name role="subject">Milton Lopes d'Encarnação</name>
            <subject>Historiais/memórias</subject>
            <subject>Ficha da comunidade</subject>
            <subject>Estatutos</subject>
            <subject>Regulamentos</subject>
            <subject>Projetos educativos</subject>
            <subject>Agendas/programas</subject>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
            <subject>Listas</subject>
            <subject>Iconografia/fotografia</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Viseu – Lar/crónica</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/KK/0002</unitid>
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            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 21;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0037, n.º 6; AHIRSCM, cx. F1-031, n.º 2. Por razões de conservação as fotografias a p&amp;b fora retiradas.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
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            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7211_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7212_actor">Lar do Sagrado Coração de Maria (Viseu)</corpname>
            </origination>
          </did>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
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            <note>
              <p>O Lar do Sagrado Coração de Maria de Viseu foi fundado a 5 de setembro de 1953 num edifício arrendado na av. Infante D. Henrique (freg. Viseu, con. e distr. Viseu, prq. do Coração de Jesus, dio. de Viseu), dando continuação ao trabalho iniciado por Maria Isabel Henriques Marques Matias, que ali dirigia um Lar para meninas estudantes do Liceu, do Ensino Técnico e da Escola do Magistério Primário.<lb/>Sob a responsabilidade das RSCM, no referido edifício passou também a funcionar um Jardim Infantil, que acabou por ser encerrado por falta de condições logísticas, e um Patronato.<lb/>Em 1974, o Lar muda de instalações, passando a funcionar na av. 25 de Abril, n.º 140, onde funcionou até ao seu encerramento definitivo em julho de 2010, embora o mesmo estivesse previsto para julho de 2009.<lb/>No ano letivo de 1984-1985, o Lar passou também a receber jovens universitárias, sobretudo estudantes da Universidade Católica Portuguesa – Pólo de Viseu.<lb/>Entre 1953 e 1965, foram Diretoras do Lar e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM a ele associada as seguintes religiosas: Maria Auxiliadora Guerra (1953-1956), Maria da Conceição Osório (1956-1957), Maria Auxiliadora Guerra (1957-1958), Maria Gabriel Morais (1958-1961), Maria das Cinco Chagas Peixoto (1961-1962), Maria da Santíssima Trindade Castro (1962-1964), Maria Cândida Valente (1964-1965) e Maria Antónia Lopes (1965).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra as crónicas do Lar (1962-1967), assim como um relatório das atividades religiosas e apostólicas (s.d.) e a programação para os biénios 1981-1982 e 1982-1983.<lb/>Compreende originais e cópias de correspondência visando as comemorações do centenário do IRSCM assim vários desdobráveis, entre os quais, os relativos às referidas comemorações (1991-1992).<lb/>Integra o “Perfil do Lar do Sagrado Coração de Maria” (1991-1992) e o “Projecto Educativo e Ideário” dos lares das RSCM, da autoria de Milton Lopes d’Encarnação (23 de março de 1991).<lb/>Apresenta uma relação com informação sobre o estado material, pessoal, económico, disciplinar e das atividades educativas (c. 1963).<lb/>Contém 9 fotografias, a p&amp;b e a cores, documentando atividades realizadas no e pelo Lar, suas responsáveis e alunas.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Milton Lopes d'Encarnação</name>
            <subject>Crónicas</subject>
            <subject>Relatórios</subject>
            <subject>Relatórios de atividades</subject>
            <subject>Agendas/programas</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
            <subject>Iconografia/fotografia</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Viseu – Lar – Comunidade/projeto comunitário</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/KK/0003</unitid>
            <unitdate normal="1981/2010" encodinganalog="3.1.3">1981 - 2010</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 21;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0037, n.º 7.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7222_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7223_actor">Lar do Sagrado Coração de Maria (Viseu)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-81bd540599cab0273498c889cc85c295" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Lar do Sagrado Coração de Maria de Viseu foi fundado a 5 de setembro de 1953 num edifício arrendado na av. Infante D. Henrique (freg. Viseu, con. e distr. Viseu, prq. do Coração de Jesus, dio. de Viseu), dando continuação ao trabalho iniciado por Maria Isabel Henriques Marques Matias, que ali dirigia um Lar para meninas estudantes do Liceu, do Ensino Técnico e da Escola do Magistério Primário.<lb/>Sob a responsabilidade das RSCM, no referido edifício passou também a funcionar um Jardim Infantil, que acabou por ser encerrado por falta de condições logísticas, e um Patronato.<lb/>Em 1974, o Lar muda de instalações, passando a funcionar na av. 25 de Abril, n.º 140, onde funcionou até ao seu encerramento definitivo em julho de 2010, embora o mesmo estivesse previsto para julho de 2009.<lb/>No ano letivo de 1984-1985, o Lar passou também a receber jovens universitárias, sobretudo estudantes da Universidade Católica Portuguesa – Pólo de Viseu.<lb/>Entre 1953 e 1965, foram Diretoras do Lar e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM a ele associada as seguintes religiosas: Maria Auxiliadora Guerra (1953-1956), Maria da Conceição Osório (1956-1957), Maria Auxiliadora Guerra (1957-1958), Maria Gabriel Morais (1958-1961), Maria das Cinco Chagas Peixoto (1961-1962), Maria da Santíssima Trindade Castro (1962-1964), Maria Cândida Valente (1964-1965) e Maria Antónia Lopes (1965).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra os projetos comunitários da Comunidade de RSCM associada ao Lar do SCM de Viseu (1982-2010), assim como as suas avaliações (1981-1990).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Avaliações</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
        <c level="series">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Iconografia</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/KK/001</unitid>
            <unitdate normal="1953/2010" encodinganalog="3.1.3">1953 - 2010</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 env.); papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1953-ant. 2010].</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7228_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7229_actor">Lar do Sagrado Coração de Maria (Viseu)</corpname>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-81bd540599cab0273498c889cc85c295" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Lar do Sagrado Coração de Maria de Viseu foi fundado a 5 de setembro de 1953 num edifício arrendado na av. Infante D. Henrique (freg. Viseu, con. e distr. Viseu, prq. do Coração de Jesus, dio. de Viseu), dando continuação ao trabalho iniciado por Maria Isabel Henriques Marques Matias, que ali dirigia um Lar para meninas estudantes do Liceu, do Ensino Técnico e da Escola do Magistério Primário.<lb/>Sob a responsabilidade das RSCM, no referido edifício passou também a funcionar um Jardim Infantil, que acabou por ser encerrado por falta de condições logísticas, e um Patronato.<lb/>Em 1974, o Lar muda de instalações, passando a funcionar na av. 25 de Abril, n.º 140, onde funcionou até ao seu encerramento definitivo em julho de 2010, embora o mesmo estivesse previsto para julho de 2009.<lb/>No ano letivo de 1984-1985, o Lar passou também a receber jovens universitárias, sobretudo estudantes da Universidade Católica Portuguesa – Pólo de Viseu.<lb/>Entre 1953 e 1965, foram Diretoras do Lar e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM a ele associada as seguintes religiosas: Maria Auxiliadora Guerra (1953-1956), Maria da Conceição Osório (1956-1957), Maria Auxiliadora Guerra (1957-1958), Maria Gabriel Morais (1958-1961), Maria das Cinco Chagas Peixoto (1961-1962), Maria da Santíssima Trindade Castro (1962-1964), Maria Cândida Valente (1964-1965) e Maria Antónia Lopes (1965).</p>
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          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
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            <p>Contém 1 fotografia a p&amp;b de crianças do Jardim de Infância anexo ao Lar SCM de Viseu.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
          <c otherlevel="" level="otherlevel">
            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Iconografia</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/KK/001/0001</unitid>
              <unitdate normal="1953/2010" encodinganalog="3.1.3">1953 - 2010</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 env.).; papel fotográfico.    </physdesc>
              <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
                <language langcode="por">Portuguese</language>
              </langmaterial>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. F3-01, n.º 20.
<lb/></p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído. O título formal é “Fotos Arq[uivo] Histórico”.</p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1953-ant. 2010].</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
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              <note>
                <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
              </note>
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              <note>
                <p>O Lar do Sagrado Coração de Maria de Viseu foi fundado a 5 de setembro de 1953 num edifício arrendado na av. Infante D. Henrique (freg. Viseu, con. e distr. Viseu, prq. do Coração de Jesus, dio. de Viseu), dando continuação ao trabalho iniciado por Maria Isabel Henriques Marques Matias, que ali dirigia um Lar para meninas estudantes do Liceu, do Ensino Técnico e da Escola do Magistério Primário.<lb/>Sob a responsabilidade das RSCM, no referido edifício passou também a funcionar um Jardim Infantil, que acabou por ser encerrado por falta de condições logísticas, e um Patronato.<lb/>Em 1974, o Lar muda de instalações, passando a funcionar na av. 25 de Abril, n.º 140, onde funcionou até ao seu encerramento definitivo em julho de 2010, embora o mesmo estivesse previsto para julho de 2009.<lb/>No ano letivo de 1984-1985, o Lar passou também a receber jovens universitárias, sobretudo estudantes da Universidade Católica Portuguesa – Pólo de Viseu.<lb/>Entre 1953 e 1965, foram Diretoras do Lar e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM a ele associada as seguintes religiosas: Maria Auxiliadora Guerra (1953-1956), Maria da Conceição Osório (1956-1957), Maria Auxiliadora Guerra (1957-1958), Maria Gabriel Morais (1958-1961), Maria das Cinco Chagas Peixoto (1961-1962), Maria da Santíssima Trindade Castro (1962-1964), Maria Cândida Valente (1964-1965) e Maria Antónia Lopes (1965).</p>
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              <p>Published</p>
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              <p>Contém 1 fotografia a p&amp;b de crianças do Jardim de Infância anexo ao Lar SCM de Viseu.</p>
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              <p>Organização original.</p>
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              <subject>Iconografia/fotografia</subject>
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            <custodhist encodinganalog="3.2.3">
              <p>A documentação encontrava-se junta, na mesma u.i. (env.), com documentação pertencente às seguintes subsecções da secção Comunidades: Colégio do Sagrado Coração de Maria, Aveiro; Colégio do Sagrado Coração de Maria, Fátima; Colégio de Nossa Senhora do Rosário e Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria, Lisboa (São Bento); da secção Formação Inicial a subsecção Noviciado, da secção Missões a subsecção Moçambique e da secção Iconografia, tendo sido retirada e integrada na respetiva secção e subsecção.</p>
            </custodhist>
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              <p>
                <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
              </p>
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            <processinfo>
              <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
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      </c>
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        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (Aveiro)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/LL</unitid>
          <unitdate normal="1990/2003" encodinganalog="3.1.3">1990 - 2003</unitdate>
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        2 u.i (1 pt., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_7237_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_7239_actor">Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (Aveiro)</corpname>
          </origination>
        </did>
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          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-b44a19ba44be8ae5060c990e62c220cc" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>O Lar/Residência para alunas universitárias do IRSCM em Aveiro (con., distr. e dio.) foi fundado em 1990, dando continuidade à ação apostólica do Instituto nesta cidade após o encerramento do Colégio do Sagrado Coração de Maria em 1988.<lb/>Sediado no n.º 23 da rua Ciudad Rodrigo, o Lar funcionou até 2003.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa ao Lar Universitário do SCM de Aveiro.<lb/>Encerra correspondência, licenças e os projetos comunitários da Comunidade das RSCM associada ao referido Lar.<lb/>Compreende 3 fotografias a cores documentando a inauguração do referido Lar em que compareceu, entre outras personalidades, D. António Baltasar Marcelino, Bispo de Aveiro (1988-2006).</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Aveiro Lar Universitário rua Ciudad Rodrigo</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/LL/0001</unitid>
            <unitdate normal="1990/2003" encodinganalog="3.1.3">1990 - 2003</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        2 u.i. (1 pt., 1 env); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação: "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 3;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0032, n.º 6; AHIRSCM, cx. F6-01, n.º 81. Por questões de conservação, as fotografias a cores foram retiradas.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal. Foi desenvolvida a abreviatura presente, a saber: “Aveiro Lar Unive[rsitário] rua Ciudad Rodrigo”.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7242_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7243_actor">Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (Aveiro)</corpname>
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          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-b44a19ba44be8ae5060c990e62c220cc" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Lar/Residência para alunas universitárias do IRSCM em Aveiro (con., distr. e dio.) foi fundado em 1990, dando continuidade à ação apostólica do Instituto nesta cidade após o encerramento do Colégio do Sagrado Coração de Maria em 1988.<lb/>Sediado no n.º 23 da rua Ciudad Rodrigo, o Lar funcionou até 2003.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Contém os projetos comunitários da Comunidade das RSCM associada ao Lar Universitário do SCM de Aveiro (1992-2003).<lb/>Encerra, entre outras, as licenças para abrir (modelo C1) e para fechar (modelo C2) uma comunidade com deferimento das Superioras Gerais, Patricia Connor (1985-1995) e Catherine Dolan (1995-2007), em 20 de junho de 1990 e 7 de maio de 2003, respetivamente.<lb/>Compreende 3 fotografias a cores documentando a inauguração do referido lar sendo, uma delas, da comunidade de religiosas a ele associado, a saber: Maria do Céu Quinteiro Lopes, Coordenadora/Superiora Local e Diretora do Lar, Aldina de Oliveira Marques Ramos, Angelina Freitas, Luísa Alves Gonçalves Anjo, Lucinda da Silva Fernandes, Margarida Maria de Carvalho Pinto Coelho, Maria da Conceição Batista Maciel, Maria José Moreira de Mesquita e Maria Rute Pereira da Silva.</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Catherine Dolan</name>
            <name role="subject">Patrícia Connor</name>
            <name role="subject">Maria do Céu Quinteiro Lopes</name>
            <name role="subject">Aldina de Oliveira Marques Ramos</name>
            <name role="subject">Angelina Freitas</name>
            <name role="subject">Luísa Alves Gonçalves Anjo</name>
            <name role="subject">Lucinda da Silva Fernandes</name>
            <name role="subject">Margarida Maria de Carvalho Pinto Coelho</name>
            <name role="subject">Maria da Conceição Batista Maciel</name>
            <name role="subject">Maria José Moreira de Mesquita</name>
            <name role="subject">Maria Rute Pereira da Silva</name>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Licença para fechar (modelo C2)</subject>
            <subject>Iconografia/fotografia</subject>
            <subject>Licença para abrir (modelo C1)</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (Braga)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/MM</unitid>
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        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_7270_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_7272_actor">Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (Braga)</corpname>
          </origination>
        </did>
        <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-0d1b631658694a21d385d4f9eeab3c68" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>O Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria de Braga estava sediado no n.º 1 da r. D. Pedro V em Braga (con., distr. e arquidio.).<lb/>A sua fundação deu-se na segunda metade do século XX e o encerramento no ano de 2005.<lb/>Por altura do seu encerramento integravam a Comunidade das RSCM a ele associado as seguintes RSCM: Maria do Céu Gaspar (Coordenadora/Superiora Local e Diretora do lar), Arminda Gonçalves Lopes, Clara Pereira, Elisabete Oliveira Neiva, Glória Gonçalves Rodrigues, Glória Gomes Barbosa, Laurinda Ferreira da Costa, Laurinda Macedo da Silva, Maria Celeste Mendes da Silva, Maria da Conceição Moreira Mendes, Maria Elvira Marinho Sequeira e Olívia Maria Oliveira da Silva.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém as seguintes tipologias documentais: correspondência (1960-1999), lista da Comunidade das RSCM associada ao Lar aquando do seu encerramento em 2005, projetos comunitários (1981-2005) e o projeto educativo do Lar para o biénio de 1994-1995.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Braga – Lar Universitário rua D. Pedro V</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/MM/0001</unitid>
            <unitdate normal="1960/2005" encodinganalog="3.1.3">1960 - 2005</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 6;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0033, n.º 4.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Sistema de organização”: embora não existisse uma classificação por tipologias documentais propriamente dita, a documentação encontrava-se agrupada tendo em conta a natureza dos documentos.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7275_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7276_actor">Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (Braga)</corpname>
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          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <bioghist id="md5-0d1b631658694a21d385d4f9eeab3c68" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria de Braga estava sediado no n.º 1 da r. D. Pedro V em Braga (con., distr. e arquidio.).<lb/>A sua fundação deu-se na segunda metade do século XX e o encerramento no ano de 2005.<lb/>Por altura do seu encerramento integravam a Comunidade das RSCM a ele associado as seguintes RSCM: Maria do Céu Gaspar (Coordenadora/Superiora Local e Diretora do lar), Arminda Gonçalves Lopes, Clara Pereira, Elisabete Oliveira Neiva, Glória Gonçalves Rodrigues, Glória Gomes Barbosa, Laurinda Ferreira da Costa, Laurinda Macedo da Silva, Maria Celeste Mendes da Silva, Maria da Conceição Moreira Mendes, Maria Elvira Marinho Sequeira e Olívia Maria Oliveira da Silva.</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra os projetos comunitários (1981-2005) da Comunidade das RSCM associada ao Lar, assim como as avaliações aos referidos projetos relativas aos biénios 1982-1983, 1986-1987 e 1987-1988.<lb/>Integra o projeto educativo do referido Lar para o biénio de 1994-1995, assim como a lista da comunidade de RSCM que a ele estava associada por altura do seu encerramento no ano de 2005.<lb/>Apresenta correspondência, a saber: cópia do ofício 21113 de 2 de setembro de 1999 do Departamento da Educação Básica do Ministério da Educação, original e cópia, respetivamente, das cartas enviadas pelo pároco da paróquia de São Vítor (Braga) à Superiora Provincial do IRSCM, Ilda Saavedra Baptista (1982-1988), e ao Conselho Geral do IRSCM, ambas do dia 19 de dezembro de 1983 e a carta enviada pela Superiora Provincial do IRSCM, Maria Aloísia Fernandes Alhinho (1959-1964), ao Arcebispo de Braga, D. António Bento Martins Júnior (1933-1963) (Lisboa, 27 de agosto de 1960)</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização alfabética por tipologias documentais e, dentro desta, uma organização cronológica crescente.</p>
          </arrangement>
          <controlaccess>
            <name role="subject">Departamento da Educação Básica do Ministério da Educação</name>
            <name role="subject">Ilda Saavedra Baptista</name>
            <name role="subject">Maria do Salvador Saavedra</name>
            <name role="subject">Maria Aloísia Fernandes</name>
            <name role="subject">Maria Aloísia Fernandes Alhinho</name>
            <name role="subject">Maria Leonor Fernandes Alhinho</name>
            <name role="subject">D. António Bento Martins Júnior</name>
            <subject>Projetos comunitários</subject>
            <subject>Avaliações</subject>
            <subject>Projetos educativos</subject>
            <subject>Listas</subject>
            <subject>Correspondência</subject>
          </controlaccess>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (Lisboa – São Bento)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/NN</unitid>
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        5 u.i. (2 pt., 2 cap., 1 env.); papel, papel fotográfico.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="fre">French</language>
            <language langcode="lat">Latin</language>
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: o ano de 1934 remete para a data da informação.</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_7293_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_7295_actor">Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (Lisboa - São Bento)</corpname>
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          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-bbef8d6703d9e987577de6f1bb1b49df" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>O Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria de Lisboa foi fundado em 1934, tendo, primeiramente, funcionado na Calçada da Estrela, de onde passou para a av. Álvares Cabral e, mais tarde, para o n.º 644 da r. de S. Bento (con., distr. e Patriarcado Lisboa).<lb/>Na referida rua, o Lar funcionou até ao seu encerramento no ano letivo 1981-1982 e a ele esteve anexo, até ao ano letivo de 1967-1968, o Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria de Santos, sito no n.º 39 da r. Francisco de Holanda (con. e distr. e Patriarcado Lisboa).<lb/>Entre 1934 até 1968 foram suas Diretoras e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM a ele associada as seguintes RSCM: Maria de Néry Barreto (1934-1936), Maria da Purificação Barroso (1936-1937), Maria do Divino Coração Oliva (1937-1939), Maria do Bom Conselho Coelho (1939-1941), Maria Auxiliadora Guerra (1941-1947), Maria do Carmo Azevedo (1947-1949), Maria da Paz Jorge (1949-1951), Maria das Cinco Chagas Peixoto (1951-1956), Maria do Santíssima Trindade Castro (1956-1959), Maria Evangelista Faria (1959-1965) e Maria Cândida Valente (1965-1968).</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa ao Lar Universitário do SCM de Lisboa, nomeadamente: a ficha da comunidade, licenças para sair em visita de estudo e o compromisso.<lb/>Apresente correspondência com várias entidades entre as quais, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, a Câmara Municipal de Lisboa e o Ministério das Obras Públicas, visando o contrato de arrendamento do edifício da r. de S. Bento e a construção de um novo edifício na av. 28 de maio, respetivamente.<lb/>Integra as crónicas do referido Lar.<lb/>Encerra uma fotografia a p&amp;b das alunas (1946-1947).</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
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          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lisboa – Cormaria Residência Universitária</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/NN/0001</unitid>
            <unitdate normal="1934/1982" encodinganalog="3.1.3">1934 - 1982</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 11;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0035, n.º 7.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal. Foi desenvolvida a abreviatura presente: “Lisboa – Cormaria Residência Univ[ersitária]”.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: o ano de 1934 remete para a data da informação.</p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7298_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7299_actor">Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (Lisboa - São Bento)</corpname>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
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            <note>
              <p>O Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria de Lisboa foi fundado em 1934, tendo, primeiramente, funcionado na Calçada da Estrela, de onde passou para a av. Álvares Cabral e, mais tarde, para o n.º 644 da r. de S. Bento (con., distr. e Patriarcado Lisboa).<lb/>Na referida rua, o Lar funcionou até ao seu encerramento no ano letivo 1981-1982 e a ele esteve anexo, até ao ano letivo de 1967-1968, o Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria de Santos, sito no n.º 39 da r. Francisco de Holanda (con. e distr. e Patriarcado Lisboa).<lb/>Entre 1934 até 1968 foram suas Diretoras e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM a ele associada as seguintes RSCM: Maria de Néry Barreto (1934-1936), Maria da Purificação Barroso (1936-1937), Maria do Divino Coração Oliva (1937-1939), Maria do Bom Conselho Coelho (1939-1941), Maria Auxiliadora Guerra (1941-1947), Maria do Carmo Azevedo (1947-1949), Maria da Paz Jorge (1949-1951), Maria das Cinco Chagas Peixoto (1951-1956), Maria do Santíssima Trindade Castro (1956-1959), Maria Evangelista Faria (1959-1965) e Maria Cândida Valente (1965-1968).</p>
            </note>
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          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra, entre outras tipologias documentais, a ficha da comunidade, com informação desde 1934, licenças para saídas em visita de estudo (1964/1966) e o compromisso do Lar Universitário do SCM de Lisboa (1966).<lb/>Apresenta o esboço de planta da nova zona universitária de Lisboa (s.d.) e cópia da ata da reunião da Equipa Provincial com a Comunidade das RSCM anexa ao Lar onde foi abordado o encerramento deste (Lisboa, 23 de março de 1982).<lb/>Compreende as crónicas do referido Lar (1956-1965).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
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            <subject>Ficha da comunidade</subject>
            <subject>Licenças</subject>
            <subject>Regulamentos</subject>
            <subject>Atas</subject>
            <subject>Desenhos arquitétónicos</subject>
            <subject>Crónicas</subject>
          </controlaccess>
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            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
        </c>
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          <did>
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        3 u.i. (2 cap., 1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="fre">French</language>
              <language langcode="lat">Latin</language>
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 11;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0035, n.º 8; AHIRSCM, cx. C032, n.ºs 4 e 5. Por questões de conservação, os documentos de grande formato foram retirados. </p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal. Foi desenvolvida a abreviatura presente, a saber: “Lisboa – Lar S[ão] Bento”.</p>
            </note>
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              <corpname id="atom_7309_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7310_actor">Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (Lisboa - São Bento)</corpname>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
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          <bioghist id="md5-bbef8d6703d9e987577de6f1bb1b49df" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>O Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria de Lisboa foi fundado em 1934, tendo, primeiramente, funcionado na Calçada da Estrela, de onde passou para a av. Álvares Cabral e, mais tarde, para o n.º 644 da r. de S. Bento (con., distr. e Patriarcado Lisboa).<lb/>Na referida rua, o Lar funcionou até ao seu encerramento no ano letivo 1981-1982 e a ele esteve anexo, até ao ano letivo de 1967-1968, o Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria de Santos, sito no n.º 39 da r. Francisco de Holanda (con. e distr. e Patriarcado Lisboa).<lb/>Entre 1934 até 1968 foram suas Diretoras e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM a ele associada as seguintes RSCM: Maria de Néry Barreto (1934-1936), Maria da Purificação Barroso (1936-1937), Maria do Divino Coração Oliva (1937-1939), Maria do Bom Conselho Coelho (1939-1941), Maria Auxiliadora Guerra (1941-1947), Maria do Carmo Azevedo (1947-1949), Maria da Paz Jorge (1949-1951), Maria das Cinco Chagas Peixoto (1951-1956), Maria do Santíssima Trindade Castro (1956-1959), Maria Evangelista Faria (1959-1965) e Maria Cândida Valente (1965-1968).</p>
            </note>
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          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
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            <p>Encerra, entre outras tipologias documentais, a ficha da comunidade, com informação desde 1934, licenças para saídas em visita de estudo (1964/1966) e o compromisso do Lar Universitário do SCM de Lisboa (1966).<lb/>Apresenta o esboço de planta da nova zona universitária de Lisboa (s.d.) e cópia da ata da reunião da Equipa Provincial com a Comunidade das RSCM anexa ao Lar onde foi abordado o encerramento deste (Lisboa, 23 de março de 1982).<lb/>Compreende as crónicas do referido Lar (1956-1965).</p>
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            <p>Organização original.</p>
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            <name role="subject">Santa Casa da Misericórdia de Lisboa</name>
            <name role="subject">Câmara Municipal de Lisboa</name>
            <name role="subject">Ministérios das Obras Públicas</name>
            <name role="subject">Maria Alzina de Menezes</name>
            <name role="subject">Erich Corsépius</name>
            <name role="subject">Cúria Romana</name>
            <name role="subject">Santa Sé</name>
            <subject>Correspondência</subject>
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              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
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          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
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              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
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            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
          </bioghist>
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            <note>
              <p>O Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria de Lisboa foi fundado em 1934, tendo, primeiramente, funcionado na Calçada da Estrela, de onde passou para a av. Álvares Cabral e, mais tarde, para o n.º 644 da r. de S. Bento (con., distr. e Patriarcado Lisboa).<lb/>Na referida rua, o Lar funcionou até ao seu encerramento no ano letivo 1981-1982 e a ele esteve anexo, até ao ano letivo de 1967-1968, o Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria de Santos, sito no n.º 39 da r. Francisco de Holanda (con. e distr. e Patriarcado Lisboa).<lb/>Entre 1934 até 1968 foram suas Diretoras e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM a ele associada as seguintes RSCM: Maria de Néry Barreto (1934-1936), Maria da Purificação Barroso (1936-1937), Maria do Divino Coração Oliva (1937-1939), Maria do Bom Conselho Coelho (1939-1941), Maria Auxiliadora Guerra (1941-1947), Maria do Carmo Azevedo (1947-1949), Maria da Paz Jorge (1949-1951), Maria das Cinco Chagas Peixoto (1951-1956), Maria do Santíssima Trindade Castro (1956-1959), Maria Evangelista Faria (1959-1965) e Maria Cândida Valente (1965-1968).</p>
            </note>
          </bioghist>
          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra 1 fotografia a p&amp;b com as alunas do Lar no ano letivo de 1946-1947.</p>
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          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
          </arrangement>
          <processinfo>
            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
          </processinfo>
          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
          </processinfo>
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            <did>
              <unittitle encodinganalog="3.1.2">Iconografia</unittitle>
              <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/NN/001/0001</unitid>
              <unitdate normal="1946/1947" encodinganalog="3.1.3">1946 - 1947</unitdate>
              <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1env.); papel fotográfico.    </physdesc>
              <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
                <language langcode="por">Portuguese</language>
              </langmaterial>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. F5-01, n.º 55. 
<lb/></p>
              </note>
              <note type="generalNote">
                <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído. O título formal é “Fotos Arq[uivo] Histórico”.</p>
              </note>
              <origination encodinganalog="3.2.1">
                <corpname id="atom_7335_actor">Comunidades</corpname>
                <corpname id="atom_7336_actor">Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria (Lisboa - São Bento)</corpname>
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            </did>
            <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
              </note>
            </bioghist>
            <bioghist id="md5-bbef8d6703d9e987577de6f1bb1b49df" encodinganalog="3.2.2">
              <note>
                <p>O Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria de Lisboa foi fundado em 1934, tendo, primeiramente, funcionado na Calçada da Estrela, de onde passou para a av. Álvares Cabral e, mais tarde, para o n.º 644 da r. de S. Bento (con., distr. e Patriarcado Lisboa).<lb/>Na referida rua, o Lar funcionou até ao seu encerramento no ano letivo 1981-1982 e a ele esteve anexo, até ao ano letivo de 1967-1968, o Lar Universitário do Sagrado Coração de Maria de Santos, sito no n.º 39 da r. Francisco de Holanda (con. e distr. e Patriarcado Lisboa).<lb/>Entre 1934 até 1968 foram suas Diretoras e Coordenadoras/Superioras Locais da Comunidade das RSCM a ele associada as seguintes RSCM: Maria de Néry Barreto (1934-1936), Maria da Purificação Barroso (1936-1937), Maria do Divino Coração Oliva (1937-1939), Maria do Bom Conselho Coelho (1939-1941), Maria Auxiliadora Guerra (1941-1947), Maria do Carmo Azevedo (1947-1949), Maria da Paz Jorge (1949-1951), Maria das Cinco Chagas Peixoto (1951-1956), Maria do Santíssima Trindade Castro (1956-1959), Maria Evangelista Faria (1959-1965) e Maria Cândida Valente (1965-1968).</p>
              </note>
            </bioghist>
            <odd type="publicationStatus">
              <p>Published</p>
            </odd>
            <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
              <p>Encerra 1 fotografia a p&amp;b com as alunas do Lar no ano letivo de 1946-1947.</p>
            </scopecontent>
            <arrangement encodinganalog="3.3.4">
              <p>Organização original.</p>
            </arrangement>
            <controlaccess>
              <subject>Iconografia/fotografia</subject>
            </controlaccess>
            <custodhist encodinganalog="3.2.3">
              <p>A documentação encontrava-se junta, na mesma u.i. (env.), com documentação pertencente às seguintes subsecções da secção Comunidades: Colégio do Sagrado Coração de Maria, Fátima; Colégio de Nossa Senhora do Rosário, Lar do Sagrado Coração de Maria, Viseu e Colégio do Sagrado Coração de Maria, Aveiro; da secção Formação Inicial a subsecção Noviciado, da secção Missões a subsecção Moçambique e da secção Iconografia, tendo sido retirada e integrada na respetiva secção e subsecção.</p>
            </custodhist>
            <processinfo>
              <p>
                <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
              </p>
            </processinfo>
            <processinfo>
              <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
            </processinfo>
          </c>
        </c>
      </c>
      <c otherlevel="" level="otherlevel">
        <did>
          <unittitle encodinganalog="3.1.2">Patronato de São José (Lamego)</unittitle>
          <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/OO</unitid>
          <unitdate normal="1935/1949" encodinganalog="3.1.3">1935 - 1949</unitdate>
          <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
          <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
            <language langcode="por">Portuguese</language>
          </langmaterial>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título atribuído.</p>
          </note>
          <note type="generalNote">
            <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1935]-[ant. 1949].</p>
          </note>
          <origination encodinganalog="3.2.1">
            <corpname id="atom_7340_actor">Comunidades</corpname>
            <corpname id="atom_7342_actor">Patronato de São José (Lamego)</corpname>
          </origination>
        </did>
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          <note>
            <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
          </note>
        </bioghist>
        <bioghist id="md5-71e93b18a83cdaf361349fd6676613f9" encodinganalog="3.2.2">
          <note>
            <p>O Patronato de São José em Lamego (con. do distr. de Viseu, dio. de Lamego) foi fundado em 1920 pelas Senhoras Carvalhaes que asseguraram a sua administração até 24 de fevereiro de 1933, altura em que esta responsabilidade foi entregue às RSCM.<lb/>Provavelmente, também na segunda metade da década de 30 do século XX o Patronato passou a funcionar na Calçada do Desterro (Lamego).<lb/>Em 1945, o Ministério da Educação Nacional autorizou o funcionamento de um “curso primário elementar”, passando a designar-se de Escola do Patronato de São José.<lb/>No início da década de 50 do referido século, as RSCM deixaram a administração do Patronato.<lb/>Durante a sua presença ali, foram Coordenadoras/Superioras Locais da comunidade a ele associada as seguintes religiosas: Margarida do Sagrado Coração Torres (1933-1934), Maria da Conceição Osório (1934-1940), Sainte Foy Conde (1940-1943), Maria de Fátima Sanches (1943-1948) e Maria Inácio Nogueira (1948-1949).</p>
          </note>
        </bioghist>
        <odd type="publicationStatus">
          <p>Published</p>
        </odd>
        <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
          <p>Contém documentação/informação relativa ao Patronato de São José em Lamego, nomeadamente o alvará n.º 847 do Ministério da Educação.<lb/>Compreende uma memória da instituição.</p>
        </scopecontent>
        <arrangement encodinganalog="3.3.4">
          <p>Organização cronológica crescente das unidades de instalação.</p>
        </arrangement>
        <accruals encodinganalog="3.3.3">
          <p>Não estão previstos novos ingressos.</p>
        </accruals>
        <processinfo>
          <p>
            <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
          </p>
        </processinfo>
        <processinfo>
          <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
        </processinfo>
        <c otherlevel="" level="otherlevel">
          <did>
            <unittitle encodinganalog="3.1.2">Lamego – Patronato</unittitle>
            <unitid encodinganalog="3.1.1" countrycode="PT" repositorycode="IRSCM-PP">IRSCM-PP/N/OO/0001</unitid>
            <unitdate normal="1935/1949" encodinganalog="3.1.3">1935 - 1949</unitdate>
            <physdesc encodinganalog="3.1.5">
        1 u.i. (1 pt.); papel.    </physdesc>
            <langmaterial encodinganalog="3.4.3">
              <language langcode="por">Portuguese</language>
            </langmaterial>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação "Código de referência":
<lb/>localização física:
<lb/>. (antiga) IRSCM-PP, Arquivo Provincial, bloco n.º 8, gaveta 8.1, bolsa 10;
<lb/>. (atual) AHIRSCM, cx. B0037, n.º 4.
<lb/></p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Título”: título formal.</p>
            </note>
            <note type="generalNote">
              <p>Nota ao elemento de informação “Datas”: data crítica. A documentação não apresenta qualquer data [post. 1935]-[ant. 1949]. </p>
            </note>
            <origination encodinganalog="3.2.1">
              <corpname id="atom_7345_actor">Comunidades</corpname>
              <corpname id="atom_7346_actor">Patronato de São José (Lamego)</corpname>
            </origination>
          </did>
          <bioghist id="md5-ea7d7c9ca30584e994272e8795c60ec1" encodinganalog="3.2.2">
            <note>
              <p>Segundo o ponto 363 das “Constituições de 1850”, uma Comunidade Local só pode ser estabelecida e suprimida com licença da Superiora Geral, voto deliberativo do respetivo Conselho e aprovação do Bispo local, sendo que, nas “Constituições de 1983”, a aprovação daquele deixa de ser necessária aquando da supressão (ponto 47c).<lb/>As Comunidades Locais são governadas por uma Superiora Local, nomeada pela Superiora Geral, após proposta da Superiora Provincial e respetivo Conselho, e voto deliberativo do Conselho Geral (ponto 364 das “Constituições de 1850”).<lb/>Escolhida entre as RSCM de votos perpétuos e com, pelo menos, 30 anos de idade, a Superiora Local exerce um mandato de 3 anos, com possibilidade de prolongamento por mais 3, cabendo-lhe promover junto da Comunidade o espírito e missão do IRSCM, observando as “Constituições” e outras normas, assim como todas as diretrizes emanadas da respetiva Superiora Provincial e Superiora Geral (pontos 365 a 375 das “Constituições de 1850”).<lb/>Na sua missão, a Superiora Local pode ser auxiliada por 1 ou 2 Conselheiras, conforme o número de religiosas professas que tenha seu cargo, sendo ela que representa a Comunidade junto da Província, do Generalato e da Igreja local/diocesana.<lb/>As “Constituições em 1983” alteram para Coordenadora a designação da responsável de uma Comunidade Local (ponto 45), passando a sua nomeação a ser feita pela Superiora Provincial (ponto 45a), estabelecendo-se a possibilidade de prolongar o seu mandato para além dos referidos 6 anos.</p>
            </note>
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            <note>
              <p>O Patronato de São José em Lamego (con. do distr. de Viseu, dio. de Lamego) foi fundado em 1920 pelas Senhoras Carvalhaes que asseguraram a sua administração até 24 de fevereiro de 1933, altura em que esta responsabilidade foi entregue às RSCM.<lb/>Provavelmente, também na segunda metade da década de 30 do século XX o Patronato passou a funcionar na Calçada do Desterro (Lamego).<lb/>Em 1945, o Ministério da Educação Nacional autorizou o funcionamento de um “curso primário elementar”, passando a designar-se de Escola do Patronato de São José.<lb/>No início da década de 50 do referido século, as RSCM deixaram a administração do Patronato.<lb/>Durante a sua presença ali, foram Coordenadoras/Superioras Locais da comunidade a ele associada as seguintes religiosas: Margarida do Sagrado Coração Torres (1933-1934), Maria da Conceição Osório (1934-1940), Sainte Foy Conde (1940-1943), Maria de Fátima Sanches (1943-1948) e Maria Inácio Nogueira (1948-1949).</p>
            </note>
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          <odd type="publicationStatus">
            <p>Published</p>
          </odd>
          <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
            <p>Encerra uma memória sobre o início da atividade das RSCM no Patronato de São José, Lamego [post. 1935].<lb/>Compreende o alvará n.º 847 do Ministério da Educação Nacional – Inspecção do Ensino Particular autorizando o funcionamento de um “curso primário elementar” com 96 alunos (9 de junho de 1945).</p>
          </scopecontent>
          <arrangement encodinganalog="3.3.4">
            <p>Organização original.</p>
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          <controlaccess>
            <name role="subject">Ministério da Educação Nacional, Inspecção do Ensino Particular</name>
            <subject>Historiais/memórias</subject>
            <subject>Alvarás</subject>
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            <p>
              <date>Data de criação: junho de 2020.</date>
            </p>
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          <processinfo>
            <p>Descrição elaborada por Anabela Costa.</p>
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